Uma revolta me assalta
quando o telefone toca.
Atender é um martírio
queria eu ser um engano,
não sofrer num pranto,
não ser a mesma no outro dia.
Jenny Faulstich
(14/02/2011)
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Domingo
A poesia que vem e que vai
e que me traz uma paz
momentaneamente eterna
no sorriso da menina
tão linda, tão filha, tão minha
num domingo radiante de sol
e termina o dia tão só, expectativa
de que haja vida
e que seja vivida
e que seja aprendida
quem sabe um dia.
Jenny Faulstich
(07/02/2011)
e que me traz uma paz
momentaneamente eterna
no sorriso da menina
tão linda, tão filha, tão minha
num domingo radiante de sol
e termina o dia tão só, expectativa
de que haja vida
e que seja vivida
e que seja aprendida
quem sabe um dia.
Jenny Faulstich
(07/02/2011)
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Culpa-me
Culpa-me!
Subestima minha inteligência
Culpa-me!
Esconde seus fracassos doentios
Culpa-me!
Julga que não vou sofrer.
Faz-me ressurgir
na minha origem mais triste
sabendo que a cada queda
meu coração não resiste.
Jenny Faulstich
(29/05/2010)
Subestima minha inteligência
Culpa-me!
Esconde seus fracassos doentios
Culpa-me!
Julga que não vou sofrer.
Faz-me ressurgir
na minha origem mais triste
sabendo que a cada queda
meu coração não resiste.
Jenny Faulstich
(29/05/2010)
Hábitos noturnos
Hábitos noturnos
triste obscuro
coração que chora
sozinho no escuro.
Jenny Faulstich
(29/05/2010)
triste obscuro
coração que chora
sozinho no escuro.
Jenny Faulstich
(29/05/2010)
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Uma semana
Será que você está pensando em mim?
Mal sei o seu nome
e questiono o que quer de mim?
Minha alma?
Meus beijos?
Meus íntimos desejos?
Apaixonados por quanto tempo?
Uma hora, um dia, uma semana?
Tempestuosa semana!
Entre tantos afazeres, missões e apetrechos
adentrou meu território
adentrou meus medos...
Muita vida aqui dentro
e por um tempo
a solidão lá fora.
Jenny Faulstich
(16/12/2010)
Mal sei o seu nome
e questiono o que quer de mim?
Minha alma?
Meus beijos?
Meus íntimos desejos?
Apaixonados por quanto tempo?
Uma hora, um dia, uma semana?
Tempestuosa semana!
Entre tantos afazeres, missões e apetrechos
adentrou meu território
adentrou meus medos...
Muita vida aqui dentro
e por um tempo
a solidão lá fora.
Jenny Faulstich
(16/12/2010)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Surpresa 2010
Ficaria horas com você
sem dizer uma só palavra.
Quero irritar você
e sentir as conseqüências.
Jenny Faulstich
(15/12/2010)
sem dizer uma só palavra.
Quero irritar você
e sentir as conseqüências.
Jenny Faulstich
(15/12/2010)
sábado, 11 de dezembro de 2010
Última dança
Doce guerreiro
Se foi sem avisar
Se foi sem me chamar para dançar
Deixou amigos-irmãos
Todos em mil lamentos
Porque se foi sem avisar
Porque se foi...
Jenny Faulstich
(06/12/2010)
* Ao doce amigo Cristiano Monteiro (Cris), falecido em 05/12/2010. Saudades infinitas.
Se foi sem avisar
Se foi sem me chamar para dançar
Deixou amigos-irmãos
Todos em mil lamentos
Porque se foi sem avisar
Porque se foi...
Jenny Faulstich
(06/12/2010)
* Ao doce amigo Cristiano Monteiro (Cris), falecido em 05/12/2010. Saudades infinitas.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Peças
Esse mal costume de achar
que teremos nossos amigos
ao lado para sempre,
sem contar que a vida
se encarrega de mudar
as peças de lugar.
Mesmo que longe,
que elas estejam sempre
num bom lugar!
Jenny Faulstich
(07/12/2010)
que teremos nossos amigos
ao lado para sempre,
sem contar que a vida
se encarrega de mudar
as peças de lugar.
Mesmo que longe,
que elas estejam sempre
num bom lugar!
Jenny Faulstich
(07/12/2010)
Afogada
Você me abandona
a depressão me abraça
quebro todos os espelhos
entro em festas sem graça.
Solidão chega e se espalha
você volta e quer confiança
diz saudade da rejeitada
vejo pouco atrás aquela criança
que não existe mais
morreu em lágrimas
afogada.
Jenny Faulstich
(01/12/2010)
a depressão me abraça
quebro todos os espelhos
entro em festas sem graça.
Solidão chega e se espalha
você volta e quer confiança
diz saudade da rejeitada
vejo pouco atrás aquela criança
que não existe mais
morreu em lágrimas
afogada.
Jenny Faulstich
(01/12/2010)
Mudado
Eis que a saudade me ronda
tanto tempo passado
e você vem e demonstra
que muito foi mudado.
Você feliz acompanhado,
eu na minha, sozinha.
Jenny Faulstich
(11/2010)
tanto tempo passado
e você vem e demonstra
que muito foi mudado.
Você feliz acompanhado,
eu na minha, sozinha.
Jenny Faulstich
(11/2010)
Mais um ciclo
E hoje,
quando pensei ver novamente
trevas, angústia e injustiças
que a infelicidade alheia
tanto me fazia e perseguia,
vi que a esperança ainda vive
e que a luz sempre vem
e recomeça mais um ciclo,
mais um aprendizado,
mais uma fase,
já que,
tudo passa.
Jenny Faulstich
(13/09/2010)
quando pensei ver novamente
trevas, angústia e injustiças
que a infelicidade alheia
tanto me fazia e perseguia,
vi que a esperança ainda vive
e que a luz sempre vem
e recomeça mais um ciclo,
mais um aprendizado,
mais uma fase,
já que,
tudo passa.
Jenny Faulstich
(13/09/2010)
Um novo fim
Um suspiro
O papel e uma caneta
Um beijo de novela
Uma lágrima
Um sonho descabido
de amar e ser amada
Um envolvimento inexistente
Uma separação de bens
Um novo fim
para o que não teve começo.
Jenny Faulstich
(2010)
O papel e uma caneta
Um beijo de novela
Uma lágrima
Um sonho descabido
de amar e ser amada
Um envolvimento inexistente
Uma separação de bens
Um novo fim
para o que não teve começo.
Jenny Faulstich
(2010)
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Nada compensa
Nada compensa a dor.
Nada compensa mudar pelo capricho de alguém.
Nada compensa o medo de atravessar a rua
e ter a vida atropelada por uma louca infeliz.
Nada paga a aflição.
Nada paga mudar a rotina e o jeito de ser.
Nada paga a injustiça e a omissão da opinião,
tiram a voz e continuam impunes e prepotentes.
Jenny Faulstich
(26/10/2010)
Nada compensa mudar pelo capricho de alguém.
Nada compensa o medo de atravessar a rua
e ter a vida atropelada por uma louca infeliz.
Nada paga a aflição.
Nada paga mudar a rotina e o jeito de ser.
Nada paga a injustiça e a omissão da opinião,
tiram a voz e continuam impunes e prepotentes.
Jenny Faulstich
(26/10/2010)
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Carona
Enquanto todos dormem,
150 pensamentos por segundo!
Sigo de carona na calada da noite.
Cada caso,
cada momento,
tudo passa,
fica o pensamento.
Jenny Faulstich
(19/07/2010)
150 pensamentos por segundo!
Sigo de carona na calada da noite.
Cada caso,
cada momento,
tudo passa,
fica o pensamento.
Jenny Faulstich
(19/07/2010)
Cativante
Meu mundo fica mais bonito com o seu sorriso,
mais seguro com a sua voz,
mais gentil com a sua presença
que desperta em mim desejos que tento omitir,
probabilidade mínima de conter alguma dúvida sua.
Sua curiosidade nua e crua
aguça meus instintos mais pertinentes
como se eu fosse má em manter essa corrente
interessante, envolvente, cativante, inocente...
até tocar seus lábios e esquecer o que há
da porta pra fora.
Jenny Faulstich
(10/07/2009)
mais seguro com a sua voz,
mais gentil com a sua presença
que desperta em mim desejos que tento omitir,
probabilidade mínima de conter alguma dúvida sua.
Sua curiosidade nua e crua
aguça meus instintos mais pertinentes
como se eu fosse má em manter essa corrente
interessante, envolvente, cativante, inocente...
até tocar seus lábios e esquecer o que há
da porta pra fora.
Jenny Faulstich
(10/07/2009)
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Choro ao ser ausente
O choro da pequenina
ecoou do outro lado do oceano,
tão triste, tão infante
que até quem estava do outro lado
também chorou.
Jenny Faulstich
(28/07/2010)
ecoou do outro lado do oceano,
tão triste, tão infante
que até quem estava do outro lado
também chorou.
Jenny Faulstich
(28/07/2010)
Órfãos
O sorriso da menina
tão querida, tão esperada
se vai dessa vida
deixa órfãos mãe, pai,
toda a família...
Não foi a vez dela,
mas sei que algo lindo a espera
só que não será nessa vida
para a tristeza de quem tanto espera.
Jenny Faulstich
(28/07/2010)
tão querida, tão esperada
se vai dessa vida
deixa órfãos mãe, pai,
toda a família...
Não foi a vez dela,
mas sei que algo lindo a espera
só que não será nessa vida
para a tristeza de quem tanto espera.
Jenny Faulstich
(28/07/2010)
Sorte minha
Para sorte minha,
existe a poesia na minha vida
e sempre que eu esboço fraquejar,
ela me toca e me faz recomeçar...
Jenny Faulstich
(13/09/2010)
existe a poesia na minha vida
e sempre que eu esboço fraquejar,
ela me toca e me faz recomeçar...
Jenny Faulstich
(13/09/2010)
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Entre o perdoar e o esquecer
Sua voz, seu riso, seus abraços.
Não recordo mais tão bem dos seus traços.
Sigo o meu caminho demais solitário
sem carinho, sem conforto, nenhum relicário.
Entre o perdoar e o esquecer,
na dúvida, sem dúvida,
o esquecimento proceder
naturalmente...
Quem é você?
Jenny Faulstich
(01/07/2010)
Não recordo mais tão bem dos seus traços.
Sigo o meu caminho demais solitário
sem carinho, sem conforto, nenhum relicário.
Entre o perdoar e o esquecer,
na dúvida, sem dúvida,
o esquecimento proceder
naturalmente...
Quem é você?
Jenny Faulstich
(01/07/2010)
sábado, 26 de junho de 2010
Forte mesmo que tardia
Forte mesmo que tardia
a emoção, reflexão
da essência da vida,
poesia, autarcia.
Jenny Faulstich
(26/06/2010)
a emoção, reflexão
da essência da vida,
poesia, autarcia.
Jenny Faulstich
(26/06/2010)
segunda-feira, 14 de junho de 2010
12 graus
3 horas eternas.
Cálculos necessários desnecessários.
Na falta, uma esperança.
Na esperança uma caneta salta.
E nesse inverno severo poético,
sopa, fotos, versos libertos,
12 solitários graus
de sonhos sonhados
jogados pela janela.
Jenny Faulstich
(14/06/2010)
Cálculos necessários desnecessários.
Na falta, uma esperança.
Na esperança uma caneta salta.
E nesse inverno severo poético,
sopa, fotos, versos libertos,
12 solitários graus
de sonhos sonhados
jogados pela janela.
Jenny Faulstich
(14/06/2010)
Fria
Fria.
Qualquer palavra soa poética.
Madrugada adentro
me mantenho acordada.
Fria. Poeta abandonada.
Jenny Faulstich
(06/06/2010)
Qualquer palavra soa poética.
Madrugada adentro
me mantenho acordada.
Fria. Poeta abandonada.
Jenny Faulstich
(06/06/2010)
Meio amargo
Meio amargo
submisso,
pra mim diz não,
chá de sumiço,
faz-me pedir perdão...
Ele na geladeira
e eu pelo chão.
Jenny Faulstich
(30/05/2010)
submisso,
pra mim diz não,
chá de sumiço,
faz-me pedir perdão...
Ele na geladeira
e eu pelo chão.
Jenny Faulstich
(30/05/2010)
Inverno severo
O inverno que açoita a pele.
Um ronco, um abandono desatino.
O frio, arrepio
que dói nos ossos
e que dói na alma.
Adormeço coagindo o esquecimento.
E a poesia.
Jenny Faulstich
(30/05/2010)
Um ronco, um abandono desatino.
O frio, arrepio
que dói nos ossos
e que dói na alma.
Adormeço coagindo o esquecimento.
E a poesia.
Jenny Faulstich
(30/05/2010)
sábado, 29 de maio de 2010
Lanterna lua e afins...
Lanterna lua
um coração partido
passos passados abandonados.
Jenny Faulstich
(29/05/2010)
um coração partido
passos passados abandonados.
Jenny Faulstich
(29/05/2010)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Despisto, finjo...
Despisto, finjo
que vou lá,
reviro, me visto
nego qualquer máscara,
escondo, inexisto,
não me encontro mais
ninguém procura
ninguém acha
e não quero voltar atrás,
despisto, finjo
que vou lá
e fico.
Jenny Faulstich
(23/04/2010)
que vou lá,
reviro, me visto
nego qualquer máscara,
escondo, inexisto,
não me encontro mais
ninguém procura
ninguém acha
e não quero voltar atrás,
despisto, finjo
que vou lá
e fico.
Jenny Faulstich
(23/04/2010)
terça-feira, 20 de abril de 2010
Um momento sem sentindo
Um momento sem sentindo
admirando as lápides de Leminski
refletindo que realmente o amor não acaba
e me esforçando para que o meu se torne rima
nem que seja pobre, mas que seja condizente
e não termine...
Jenny Faulstich
(30/03/2010)
admirando as lápides de Leminski
refletindo que realmente o amor não acaba
e me esforçando para que o meu se torne rima
nem que seja pobre, mas que seja condizente
e não termine...
Jenny Faulstich
(30/03/2010)
Culpa estranha
Palavras secas no papel
Uma música triste
Um comentário invejado
Oculto minha voz
Numa culpa injusta
Por querer o que posso ter
Sem nada dever
Sem mal algum fazer.
Culpa estranha essa
de fazer bem não só pra mim.
Culpada por poder ser feliz.
Jenny Faulstich
(20/04/2010)
Uma música triste
Um comentário invejado
Oculto minha voz
Numa culpa injusta
Por querer o que posso ter
Sem nada dever
Sem mal algum fazer.
Culpa estranha essa
de fazer bem não só pra mim.
Culpada por poder ser feliz.
Jenny Faulstich
(20/04/2010)
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