Enquanto todos dormem, eu inexisto.
Entre os sonhos eu me reservo
a triste realidade de planos infundados
e "adormeço digerindo a dor"
de laços desamarrados
e tropeços pelo caminho.
Jenny Faulstich
(11/01/2012)
Morta-Viva (2008)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Velhas traças
Há demônios na minha cajuada!
Sentimentos cultivados in vitro
e polêmicas amordaçadas!
Não tente entender!
Nem todo julgamento é justo
e a generalização é burra.
A loucura tarda mas não falha,
e numa cegueira muda,
lá estou eu novamente
com as velhas traças...
Jenny Faulstich
(13/01/2012)
Sentimentos cultivados in vitro
e polêmicas amordaçadas!
Não tente entender!
Nem todo julgamento é justo
e a generalização é burra.
A loucura tarda mas não falha,
e numa cegueira muda,
lá estou eu novamente
com as velhas traças...
Jenny Faulstich
(13/01/2012)
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Praga de ano novo
Vou olhar sempre no fundo dos seus olhos
ao conversarmos sobre qualquer assunto.
Vou questionar, argumentar,
discordar, concordar, aprender,
vou entender e surpreender você.
Não farei diferença
enquanto estiver ao seu lado,
mas quando eu não estiver,
você vai sentir a minha falta.
Mesmo fugindo aos meus olhos,
mesmo não me entendendo,
mesmo me surpreendendo,
argumentando, aprendendo,
concordando ou discordando,
você vai se questionar
por quê eu talvez tenha mudado.
Em nada eu terei mudado,
mas quem sabe você, sem querer,
tenha me abandonado...
Jenny Faulstich
(02/01/2012)
ao conversarmos sobre qualquer assunto.
Vou questionar, argumentar,
discordar, concordar, aprender,
vou entender e surpreender você.
Não farei diferença
enquanto estiver ao seu lado,
mas quando eu não estiver,
você vai sentir a minha falta.
Mesmo fugindo aos meus olhos,
mesmo não me entendendo,
mesmo me surpreendendo,
argumentando, aprendendo,
concordando ou discordando,
você vai se questionar
por quê eu talvez tenha mudado.
Em nada eu terei mudado,
mas quem sabe você, sem querer,
tenha me abandonado...
Jenny Faulstich
(02/01/2012)
Antes que acabe o mundo
Que 2012 seja interessante
Que em 2012 eu seja interessante
Antes que acabe o mundo
e não acabe essa solidão constante.
Jenny Faulstich
(02/01/2012)
Que em 2012 eu seja interessante
Antes que acabe o mundo
e não acabe essa solidão constante.
Jenny Faulstich
(02/01/2012)
sábado, 31 de dezembro de 2011
O último
O último poema
a última dose
o último acorde do violão
o último suspiro
a última sensação
a sensação de ser amada!!!
Aos meus amigos, muito obrigada!!!
Jenny Faulstich
(31/12/2011)
*Roubando ideias da amiga Dalrea.
a última dose
o último acorde do violão
o último suspiro
a última sensação
a sensação de ser amada!!!
Aos meus amigos, muito obrigada!!!
Jenny Faulstich
(31/12/2011)
*Roubando ideias da amiga Dalrea.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Esquecida II
Revivendo um antigo poema,
fugirei antes que enlouqueça,
basta uma assinatura
para acabar com essa tortura,
antes ser esquecida
do que cultivar uma ferida.
Jenny Faulstich
(30/12/2011)
Esquecida (2008)
fugirei antes que enlouqueça,
basta uma assinatura
para acabar com essa tortura,
antes ser esquecida
do que cultivar uma ferida.
Jenny Faulstich
(30/12/2011)
Esquecida (2008)
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Lobo mau
Um vacilo, uma ingrata loucura,
sua contradição, sua ideia e sua atitude,
contente-se, pois não lhe serei rude,
maior o tombo quanto maior for a altitude
e quando perceber, de mim só lhe restará a saudade.
Jenny Faulstich
(26/12/2011)
sua contradição, sua ideia e sua atitude,
contente-se, pois não lhe serei rude,
maior o tombo quanto maior for a altitude
e quando perceber, de mim só lhe restará a saudade.
Jenny Faulstich
(26/12/2011)
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Alheia escolha
Difícil manter a fé após o fracasso,
o fracasso de ser e não ser suficiente.
Não adianta ser a melhor pessoa,
se não depente de você fazer a escolha.
Não depende de você, que lhe escolha,
não depende de você a alheia escolha.
Jenny Faulstich
(21/12/2011)
o fracasso de ser e não ser suficiente.
Não adianta ser a melhor pessoa,
se não depente de você fazer a escolha.
Não depende de você, que lhe escolha,
não depende de você a alheia escolha.
Jenny Faulstich
(21/12/2011)
domingo, 18 de dezembro de 2011
Resto
Cansada de ser usada...
Cansada de quem só me quer por perto para conhecer minhas amigas, colegas ou meras conhecidas...
Cansada de ser a última opção da noite, muitas vezes nem isso...
Eu já devia estar acostumada com foras, bolos, ser trocada pela saia mais curta, pela meia altura do meu tempo, pelo mais loiro cabelo, pela menor das histórias...
Cansada de remoer no dia seguinte...
Chorar pitangas da noite vazia...
E concluir que é a minha vida tão atribulada, que anda tão vazia.
Jenny Faulstich
(18/12/2011)
Cansada de quem só me quer por perto para conhecer minhas amigas, colegas ou meras conhecidas...
Cansada de ser a última opção da noite, muitas vezes nem isso...
Eu já devia estar acostumada com foras, bolos, ser trocada pela saia mais curta, pela meia altura do meu tempo, pelo mais loiro cabelo, pela menor das histórias...
Cansada de remoer no dia seguinte...
Chorar pitangas da noite vazia...
E concluir que é a minha vida tão atribulada, que anda tão vazia.
Jenny Faulstich
(18/12/2011)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Pantufas
Conheço minhas limitações...
Eu tenho espelho em casa...
Eu não tenho é companhia...
Ninguém sai com pantufas pelas ruas...
Jenny Faulstich
(16/12/2011)
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Meu cantinho de chorar
Fase de oscilações bruscas
ora triste, ora feliz,
ora nenhum dos dois,
ora na dúvida
em tão curto espaço de tempo
e sei de que é justamente uma questão de tempo
já que tudo passa,
a mágoa também passa,
não significa que não doa,
mas uma hora passa.
A juventude está me deixando de ser
uma situação cronológica
e a fortaleza me resta como última opção
pois já estou velha para certos comportamentos,
disputar um amor, uma atenção
só me serve para fazer recorrer
ao meu cantinho de chorar...
Jenny Faulstich
(13/12/2011)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Temor
Sinto que não deveria,
mas estou tanto na necessidade do abraço...
Seria uma fraqueza?
Um deslize talvez,
uma saudade, uma vontade...
Um coração bobo,
tão bobo que dói...
Procurei a música do meu dia
para dormir em paz,
deparei com a trilha sonora da minha vida
e o sono desvaneceu junto com o ontem,
desarmada espero mais um dia surgir
teoricamente do nada...
Jenny Faulstich
(06/12/2011)
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Desajeitada
O céu desaba
meu coração estraçalha
e anestesia a dor,
confundo tudo ao meu redor,
cara metade, ansiedade,
um calendário perdido no tempo
e no espaço minha mente busca
uma saída, uma solução
para uma dor de cabeça desajeitada.
Dorme desgraça!
Jenny Faulstich
(30/11/2011)
meu coração estraçalha
e anestesia a dor,
confundo tudo ao meu redor,
cara metade, ansiedade,
um calendário perdido no tempo
e no espaço minha mente busca
uma saída, uma solução
para uma dor de cabeça desajeitada.
Dorme desgraça!
Jenny Faulstich
(30/11/2011)
Desistência
A cabeça está a mil
e o sono que não vem
ou vem e não lhe dou chance
porque a cabeça está a mil
e coração já não há mais
ou há e não lhe dou chance
porque a cabeça está a mil
e você não mais está.
Jenny Faulstich
(29/11/2011)
e o sono que não vem
ou vem e não lhe dou chance
porque a cabeça está a mil
e coração já não há mais
ou há e não lhe dou chance
porque a cabeça está a mil
e você não mais está.
Jenny Faulstich
(29/11/2011)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Paisagem
A porta está aberta,
eu vejo a chuva e o sol lá fora.
E calor e tempestades do lado de dentro.
Jenny Faulstich
(13/11/2011)
eu vejo a chuva e o sol lá fora.
E calor e tempestades do lado de dentro.
Jenny Faulstich
(13/11/2011)
Autoria
A poesia me assalta, e leva de mim palavras que eu nunca saberia organizar.
Jenny Faulstich
(13/11/2011)
Jenny Faulstich
(13/11/2011)
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Pressentimentos
Não rascunho mais meus pressentimentos
Prevejo o dia conturbado sem motivos
Um dia triste ao pé do meu ouvido
Uma longa semana que já acabou
E um par de melodias repetidas...
Jenny Faulstich
(04/11/2011)
Prevejo o dia conturbado sem motivos
Um dia triste ao pé do meu ouvido
Uma longa semana que já acabou
E um par de melodias repetidas...
Jenny Faulstich
(04/11/2011)
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A guardiã da estufa
São tantos sentimentos primitivos
que fazem um poema numa mesa de bar.
Boas risadas animam o dia dos mortos,
nem mesmo a pesca do salmão
escapa de se tornar uma piada.
Sábia é a barata que sabe o momento certo
para uma estratégica aparição.
Sem saquê, sem Romeu e Julieta,
lie to me para desorganizar um pouco as ideias.
E pra quem acha que a vida é uma grande brincadeira,
ela é mesmo!
Levar tudo muito a sério pode causar lágrimas eternas!
Jenny Faulstich
(02/11/2011)
que fazem um poema numa mesa de bar.
Boas risadas animam o dia dos mortos,
nem mesmo a pesca do salmão
escapa de se tornar uma piada.
Sábia é a barata que sabe o momento certo
para uma estratégica aparição.
Sem saquê, sem Romeu e Julieta,
lie to me para desorganizar um pouco as ideias.
E pra quem acha que a vida é uma grande brincadeira,
ela é mesmo!
Levar tudo muito a sério pode causar lágrimas eternas!
Jenny Faulstich
(02/11/2011)
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Dia da Bruxa
Turbilhão de pensamentos,
um milhão de ideias entre tantos conflitos!
Ando tão filosófica quanto uma coruja diurna
agora com um novo prazo de vida.
E que venha o 31 de outubro,
o dia da bruxa!
Jenny Faulstich
(29/10/2011)
um milhão de ideias entre tantos conflitos!
Ando tão filosófica quanto uma coruja diurna
agora com um novo prazo de vida.
E que venha o 31 de outubro,
o dia da bruxa!
Jenny Faulstich
(29/10/2011)
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Blues da noite fria
Me dê uma chance
porque não durmo
porque penso em você
porque ouço rock e blues
uma voz rouca lamentando uma perda
porque não sou atraente
porque sou interessante
porque posso e vou lhe surpreender
quando se distrair e menos esperar
porque sou simples
porque como carne
porque não sei dançar
porque assim, posso sonhar...
Jenny Faulstich
(26/10/2011)
porque não durmo
porque penso em você
porque ouço rock e blues
uma voz rouca lamentando uma perda
porque não sou atraente
porque sou interessante
porque posso e vou lhe surpreender
quando se distrair e menos esperar
porque sou simples
porque como carne
porque não sei dançar
porque assim, posso sonhar...
Jenny Faulstich
(26/10/2011)
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Manjado
Precisando de terapia
e não dormir sozinha
estou com medo do escuro
pois vou sonhar de novo
com aquela palavra no muro
e um indivíduo me roubando o sangue
roubando o sono
roubando meu tempo precioso
com um trabalho manjado
sorriso malandro sem vergonha
uma atenção ociosa
apanhada no laço.
Jenny Faulstich
(25/10/2011)
e não dormir sozinha
estou com medo do escuro
pois vou sonhar de novo
com aquela palavra no muro
e um indivíduo me roubando o sangue
roubando o sono
roubando meu tempo precioso
com um trabalho manjado
sorriso malandro sem vergonha
uma atenção ociosa
apanhada no laço.
Jenny Faulstich
(25/10/2011)
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Saudade
A rotina anestesia
Nos torna insensíveis talvez
Até que vem uma saudade
Uma palavra, uma canção,
Uma pessoa, uma metade.
Jenny Faulstich
(20/10/2011)
Nos torna insensíveis talvez
Até que vem uma saudade
Uma palavra, uma canção,
Uma pessoa, uma metade.
Jenny Faulstich
(20/10/2011)
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Oscilação
Uma má notícia
Tristeza
Outra má notícia
Mais uma má notícia
Um cansaço absurdo
Lágrimas
Outra má notícia
Enfim uma boa notícia
Uma vida novíssima
Empolgação
Uma brincadeira
Uma intenção
Incompreensão
Mágoas
Tudo muda
Todos mudam
Perto ou longe, mudam
E as notícias, mudam...
Jenny Faulstich
(13/10/2011)
Tristeza
Outra má notícia
Mais uma má notícia
Um cansaço absurdo
Lágrimas
Outra má notícia
Enfim uma boa notícia
Uma vida novíssima
Empolgação
Uma brincadeira
Uma intenção
Incompreensão
Mágoas
Tudo muda
Todos mudam
Perto ou longe, mudam
E as notícias, mudam...
Jenny Faulstich
(13/10/2011)
domingo, 9 de outubro de 2011
Aviso
Previ o pai chorando em sonho...
A vida é tão valiosa e tão frágil,
tão simples e tão complexa ao mesmo tempo
e tudo que é simples costuma ser tão bom.
Será que todos percebemos isso a tempo todo o tempo?
Afinal, a gente reclama tanto tão injustamente
enquanto um pai sepulta seu maior presente.
Jenny Faulstich
(09/10/2011)
A vida é tão valiosa e tão frágil,
tão simples e tão complexa ao mesmo tempo
e tudo que é simples costuma ser tão bom.
Será que todos percebemos isso a tempo todo o tempo?
Afinal, a gente reclama tanto tão injustamente
enquanto um pai sepulta seu maior presente.
Jenny Faulstich
(09/10/2011)
Coió
Hoje já às 6 da manhã eu estava tão triste
e Jessiquita fez um coió com presunto e queijo para mim.
Ela cortou cada fatia em 4,
disse que era para caber no pãozinho
e depois pintou um paraiso, um coração e um anjinho.
Jenny Faulstich
(20/09/2011)
e Jessiquita fez um coió com presunto e queijo para mim.
Ela cortou cada fatia em 4,
disse que era para caber no pãozinho
e depois pintou um paraiso, um coração e um anjinho.
Jenny Faulstich
(20/09/2011)
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