E quando penso que estou fazendo a coisa certa
a maré muda, muda quem sussura,
a tristeza volta, a dúvida inunda
o tempo pára, a história muda de figura!
Jenny Faulstich
(20/04/2012)
sexta-feira, 20 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Devagar e sempre
Triste surpresa que não deveria haver
O esperto nem tão esperto assim
Deveria ter vergonha de ser
Mas devagar e sempre a gente aprende
Que ninguém nos conhece como acham conhecer.
Jenny Faulstich
(16/04/2012)
O esperto nem tão esperto assim
Deveria ter vergonha de ser
Mas devagar e sempre a gente aprende
Que ninguém nos conhece como acham conhecer.
Jenny Faulstich
(16/04/2012)
Pena
Fadada ao esquecimento!
Fadada a viver sozinha de noite e de dia
porque justiça é uma lenda, uma crença,
uma sentença de cansaço, infortúnio,
uma tristeza que sussura no ouvido
dizendo que a minh'alma é de quem a inventa.
Jenny Faulstich
(11/02/2012)
Fadada a viver sozinha de noite e de dia
porque justiça é uma lenda, uma crença,
uma sentença de cansaço, infortúnio,
uma tristeza que sussura no ouvido
dizendo que a minh'alma é de quem a inventa.
Jenny Faulstich
(11/02/2012)
Dia mal dormido
No decorrer da chuva
o sol bate na janela
e ilumina toda a casa.
Trêmula, jogo fora energia e pensamentos
tudo tão à flor da pele
e lá vem a forte sensação da despedida
enquanto quero tudo outra vez.
Avisto a estrada
e pela janela vejo minha vida passar,
meio confusa ainda tento entender
a lógica dos fatos, inutilmente.
Um surto talvez,
uma falsa esperança,
um dia mal dormido ruminando o cansaço,
esperando só a chuva passar.
Jenny Faulstich
(08/03/2012)
o sol bate na janela
e ilumina toda a casa.
Trêmula, jogo fora energia e pensamentos
tudo tão à flor da pele
e lá vem a forte sensação da despedida
enquanto quero tudo outra vez.
Avisto a estrada
e pela janela vejo minha vida passar,
meio confusa ainda tento entender
a lógica dos fatos, inutilmente.
Um surto talvez,
uma falsa esperança,
um dia mal dormido ruminando o cansaço,
esperando só a chuva passar.
Jenny Faulstich
(08/03/2012)
sexta-feira, 2 de março de 2012
Aviso Prévio II
Dê licença pra minha revolta
pra minha mágoa desforme.
Não há ninguém que a torne mais amena
ou aceitável, talvez temporária
numa lápide indigente.
Jenny Faulstich
(01/03/2012)
pra minha mágoa desforme.
Não há ninguém que a torne mais amena
ou aceitável, talvez temporária
numa lápide indigente.
Jenny Faulstich
(01/03/2012)
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Ignorada
Odeio que me ignorem!
Odeio que me esqueçam!
Mas não deveria ser eu a odiar tamanha indiferença.
É difícil notar a própria ignorância
E cômodo buscar as supostas necessidades.
Jenny Faulstich
(17/02/2012)
Odeio que me esqueçam!
Mas não deveria ser eu a odiar tamanha indiferença.
É difícil notar a própria ignorância
E cômodo buscar as supostas necessidades.
Jenny Faulstich
(17/02/2012)
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Café e saudade
Se não der certo, tudo bem, eu tentei.
Escrever uma carta sem rascunho para a fera que há em mim.
E essa fera pára para ser e sentir só saudade.
Um convite, um café, uma história.
Um refúgio na arte, um disfarce.
Sorrir, chorar, notar os cabelos brancos é uma necessidade.
Se anestesiar para fugir da crueldade.
Um momento de magia.
E é apenas poesia.
Uma inspiração, uma reação, uma resposta.
Questionamentos que tanto batem à minha porta.
E eu nunca sei se devo abrir.
Encarar a verdade, poder não ser a verdade que quero pra mim.
Mas tudo bem, eu tentei.
Jenny Faulstich
(15/02/2012)
Escrever uma carta sem rascunho para a fera que há em mim.
E essa fera pára para ser e sentir só saudade.
Um convite, um café, uma história.
Um refúgio na arte, um disfarce.
Sorrir, chorar, notar os cabelos brancos é uma necessidade.
Se anestesiar para fugir da crueldade.
Um momento de magia.
E é apenas poesia.
Uma inspiração, uma reação, uma resposta.
Questionamentos que tanto batem à minha porta.
E eu nunca sei se devo abrir.
Encarar a verdade, poder não ser a verdade que quero pra mim.
Mas tudo bem, eu tentei.
Jenny Faulstich
(15/02/2012)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Boa noite!
Hoje meu consolo foi achar
que em meio a relâmpagos e trovões,
a Lua apareceu só para me dizer "boa noite"!
O céu se desfez e nessa cansativa noite, não choveu!
Jenny Faulstich
(09/02/2012)
que em meio a relâmpagos e trovões,
a Lua apareceu só para me dizer "boa noite"!
O céu se desfez e nessa cansativa noite, não choveu!
Jenny Faulstich
(09/02/2012)
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Desamor
Uma palavra esquecida
outra mal entendida
e um medo violento
não se mantém mais em segredo.
Uma dedicação inútil
esperança interrompida
malícia de menina
antecipam uma despedida.
Jenny Faulstich
(26/01/2012)
outra mal entendida
e um medo violento
não se mantém mais em segredo.
Uma dedicação inútil
esperança interrompida
malícia de menina
antecipam uma despedida.
Jenny Faulstich
(26/01/2012)
Inalcançável
Meu pensamento atravessa cidades
e lhe traz tão perto
que quase posso lhe tocar.
Hoje o céu está tão lindo
e você tão perto
que quase posso lhe abraçar.
Pensar em você é como respirar
mas você respira outro pensamento
e este sim, leva-lhe para tão longe
onde não posso alcançar.
Não posso tocar seu coração,
seu ar, sua canção,
longe de mim seus pensamentos
dentro de mim, ingratos lamentos.
Jenny Faulstich
(26/01/2012)
e lhe traz tão perto
que quase posso lhe tocar.
Hoje o céu está tão lindo
e você tão perto
que quase posso lhe abraçar.
Pensar em você é como respirar
mas você respira outro pensamento
e este sim, leva-lhe para tão longe
onde não posso alcançar.
Não posso tocar seu coração,
seu ar, sua canção,
longe de mim seus pensamentos
dentro de mim, ingratos lamentos.
Jenny Faulstich
(26/01/2012)
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Visconde de Mauá
Hoje eu queria compor uma canção
uma canção de paz, felicidade
com toda simplicidade da terra
e a força de um coração,
a força de um sorriso...
Isso!! Uma canção de sorrisos,
abraços, flores, amigos e suspiros...
E a canção iria se chamar:
A alegria de Visconde de Mauá!
Jenny Faulstich
(17/01/2012)
uma canção de paz, felicidade
com toda simplicidade da terra
e a força de um coração,
a força de um sorriso...
Isso!! Uma canção de sorrisos,
abraços, flores, amigos e suspiros...
E a canção iria se chamar:
A alegria de Visconde de Mauá!
Jenny Faulstich
(17/01/2012)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Pós chuva da meia noite
Quando se perde o sentido
dispersa e chora
não há limites para a tristeza
respira e entenda
que o mundo dá voltas
relaxe e espere
não há limites para esperança
levante e avance
e tudo mais revigora.
Jenny Faulstich
(13/01/2012)
dispersa e chora
não há limites para a tristeza
respira e entenda
que o mundo dá voltas
relaxe e espere
não há limites para esperança
levante e avance
e tudo mais revigora.
Jenny Faulstich
(13/01/2012)
Inexistência
Enquanto todos dormem, eu inexisto.
Entre os sonhos eu me reservo
a triste realidade de planos infundados
e "adormeço digerindo a dor"
de laços desamarrados
e tropeços pelo caminho.
Jenny Faulstich
(11/01/2012)
Morta-Viva (2008)
Entre os sonhos eu me reservo
a triste realidade de planos infundados
e "adormeço digerindo a dor"
de laços desamarrados
e tropeços pelo caminho.
Jenny Faulstich
(11/01/2012)
Morta-Viva (2008)
Velhas traças
Há demônios na minha cajuada!
Sentimentos cultivados in vitro
e polêmicas amordaçadas!
Não tente entender!
Nem todo julgamento é justo
e a generalização é burra.
A loucura tarda mas não falha,
e numa cegueira muda,
lá estou eu novamente
com as velhas traças...
Jenny Faulstich
(13/01/2012)
Sentimentos cultivados in vitro
e polêmicas amordaçadas!
Não tente entender!
Nem todo julgamento é justo
e a generalização é burra.
A loucura tarda mas não falha,
e numa cegueira muda,
lá estou eu novamente
com as velhas traças...
Jenny Faulstich
(13/01/2012)
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Praga de ano novo
Vou olhar sempre no fundo dos seus olhos
ao conversarmos sobre qualquer assunto.
Vou questionar, argumentar,
discordar, concordar, aprender,
vou entender e surpreender você.
Não farei diferença
enquanto estiver ao seu lado,
mas quando eu não estiver,
você vai sentir a minha falta.
Mesmo fugindo aos meus olhos,
mesmo não me entendendo,
mesmo me surpreendendo,
argumentando, aprendendo,
concordando ou discordando,
você vai se questionar
por quê eu talvez tenha mudado.
Em nada eu terei mudado,
mas quem sabe você, sem querer,
tenha me abandonado...
Jenny Faulstich
(02/01/2012)
ao conversarmos sobre qualquer assunto.
Vou questionar, argumentar,
discordar, concordar, aprender,
vou entender e surpreender você.
Não farei diferença
enquanto estiver ao seu lado,
mas quando eu não estiver,
você vai sentir a minha falta.
Mesmo fugindo aos meus olhos,
mesmo não me entendendo,
mesmo me surpreendendo,
argumentando, aprendendo,
concordando ou discordando,
você vai se questionar
por quê eu talvez tenha mudado.
Em nada eu terei mudado,
mas quem sabe você, sem querer,
tenha me abandonado...
Jenny Faulstich
(02/01/2012)
Antes que acabe o mundo
Que 2012 seja interessante
Que em 2012 eu seja interessante
Antes que acabe o mundo
e não acabe essa solidão constante.
Jenny Faulstich
(02/01/2012)
Que em 2012 eu seja interessante
Antes que acabe o mundo
e não acabe essa solidão constante.
Jenny Faulstich
(02/01/2012)
sábado, 31 de dezembro de 2011
O último
O último poema
a última dose
o último acorde do violão
o último suspiro
a última sensação
a sensação de ser amada!!!
Aos meus amigos, muito obrigada!!!
Jenny Faulstich
(31/12/2011)
*Roubando ideias da amiga Dalrea.
a última dose
o último acorde do violão
o último suspiro
a última sensação
a sensação de ser amada!!!
Aos meus amigos, muito obrigada!!!
Jenny Faulstich
(31/12/2011)
*Roubando ideias da amiga Dalrea.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Esquecida II
Revivendo um antigo poema,
fugirei antes que enlouqueça,
basta uma assinatura
para acabar com essa tortura,
antes ser esquecida
do que cultivar uma ferida.
Jenny Faulstich
(30/12/2011)
Esquecida (2008)
fugirei antes que enlouqueça,
basta uma assinatura
para acabar com essa tortura,
antes ser esquecida
do que cultivar uma ferida.
Jenny Faulstich
(30/12/2011)
Esquecida (2008)
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Lobo mau
Um vacilo, uma ingrata loucura,
sua contradição, sua ideia e sua atitude,
contente-se, pois não lhe serei rude,
maior o tombo quanto maior for a altitude
e quando perceber, de mim só lhe restará a saudade.
Jenny Faulstich
(26/12/2011)
sua contradição, sua ideia e sua atitude,
contente-se, pois não lhe serei rude,
maior o tombo quanto maior for a altitude
e quando perceber, de mim só lhe restará a saudade.
Jenny Faulstich
(26/12/2011)
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Alheia escolha
Difícil manter a fé após o fracasso,
o fracasso de ser e não ser suficiente.
Não adianta ser a melhor pessoa,
se não depente de você fazer a escolha.
Não depende de você, que lhe escolha,
não depende de você a alheia escolha.
Jenny Faulstich
(21/12/2011)
o fracasso de ser e não ser suficiente.
Não adianta ser a melhor pessoa,
se não depente de você fazer a escolha.
Não depende de você, que lhe escolha,
não depende de você a alheia escolha.
Jenny Faulstich
(21/12/2011)
domingo, 18 de dezembro de 2011
Resto
Cansada de ser usada...
Cansada de quem só me quer por perto para conhecer minhas amigas, colegas ou meras conhecidas...
Cansada de ser a última opção da noite, muitas vezes nem isso...
Eu já devia estar acostumada com foras, bolos, ser trocada pela saia mais curta, pela meia altura do meu tempo, pelo mais loiro cabelo, pela menor das histórias...
Cansada de remoer no dia seguinte...
Chorar pitangas da noite vazia...
E concluir que é a minha vida tão atribulada, que anda tão vazia.
Jenny Faulstich
(18/12/2011)
Cansada de quem só me quer por perto para conhecer minhas amigas, colegas ou meras conhecidas...
Cansada de ser a última opção da noite, muitas vezes nem isso...
Eu já devia estar acostumada com foras, bolos, ser trocada pela saia mais curta, pela meia altura do meu tempo, pelo mais loiro cabelo, pela menor das histórias...
Cansada de remoer no dia seguinte...
Chorar pitangas da noite vazia...
E concluir que é a minha vida tão atribulada, que anda tão vazia.
Jenny Faulstich
(18/12/2011)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Pantufas
Conheço minhas limitações...
Eu tenho espelho em casa...
Eu não tenho é companhia...
Ninguém sai com pantufas pelas ruas...
Jenny Faulstich
(16/12/2011)
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Meu cantinho de chorar
Fase de oscilações bruscas
ora triste, ora feliz,
ora nenhum dos dois,
ora na dúvida
em tão curto espaço de tempo
e sei de que é justamente uma questão de tempo
já que tudo passa,
a mágoa também passa,
não significa que não doa,
mas uma hora passa.
A juventude está me deixando de ser
uma situação cronológica
e a fortaleza me resta como última opção
pois já estou velha para certos comportamentos,
disputar um amor, uma atenção
só me serve para fazer recorrer
ao meu cantinho de chorar...
Jenny Faulstich
(13/12/2011)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Temor
Sinto que não deveria,
mas estou tanto na necessidade do abraço...
Seria uma fraqueza?
Um deslize talvez,
uma saudade, uma vontade...
Um coração bobo,
tão bobo que dói...
Procurei a música do meu dia
para dormir em paz,
deparei com a trilha sonora da minha vida
e o sono desvaneceu junto com o ontem,
desarmada espero mais um dia surgir
teoricamente do nada...
Jenny Faulstich
(06/12/2011)
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Desajeitada
O céu desaba
meu coração estraçalha
e anestesia a dor,
confundo tudo ao meu redor,
cara metade, ansiedade,
um calendário perdido no tempo
e no espaço minha mente busca
uma saída, uma solução
para uma dor de cabeça desajeitada.
Dorme desgraça!
Jenny Faulstich
(30/11/2011)
meu coração estraçalha
e anestesia a dor,
confundo tudo ao meu redor,
cara metade, ansiedade,
um calendário perdido no tempo
e no espaço minha mente busca
uma saída, uma solução
para uma dor de cabeça desajeitada.
Dorme desgraça!
Jenny Faulstich
(30/11/2011)
Desistência
A cabeça está a mil
e o sono que não vem
ou vem e não lhe dou chance
porque a cabeça está a mil
e coração já não há mais
ou há e não lhe dou chance
porque a cabeça está a mil
e você não mais está.
Jenny Faulstich
(29/11/2011)
e o sono que não vem
ou vem e não lhe dou chance
porque a cabeça está a mil
e coração já não há mais
ou há e não lhe dou chance
porque a cabeça está a mil
e você não mais está.
Jenny Faulstich
(29/11/2011)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Paisagem
A porta está aberta,
eu vejo a chuva e o sol lá fora.
E calor e tempestades do lado de dentro.
Jenny Faulstich
(13/11/2011)
eu vejo a chuva e o sol lá fora.
E calor e tempestades do lado de dentro.
Jenny Faulstich
(13/11/2011)
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