sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Conquista

A vitória vem ao amanhecer...
Adeus tempestade!!!
A se tornar brisa de amor e paz
e que nela eu consiga
a alegria que grita
buscando o infinito,
degrau a degrau,
passo a passo,
nota a nota,
num olhar,
naquele olhar,
abraçando a vida
ao sabor da conquista.

Jenny Faulstich
(27/07/2008)

Maracatu

De repente, vi surgir como se de um livro de fábulas,
o som da energia, harmonia e paz
que me tranquiliza, anima e incentiva
a tocar o amor adiante, de mão em mão
numa mesma dança, num mesmo passo,
como se surgisse de um livro de fábulas.

Jenny Faulstich
(27/07/2008)

Repertório da noite

Repertório de sentimentos
aleatórios como o vento.

Ouve tudo que se pensa
(pensa tudo que se ouve).

Ouve tudo que se sente
(sente tudo que se ouve).

Viagem sem percurso
para o passado, presente e futuro,
acompanhados ou sozinhos no mundo
o que importa agora é o sonho mais profundo.

Sonhe comigo
Cante comigo
e viva os pensamentos
que vêm
com as músicas que rolam na noite
vão e voltam
e nos fazem
melancólicos encantados,
contentes loucos apaixonados.

Jenny Faulstich
(13/11/2004)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Nenhum engano

Meus lábios pálidos
revela meu pranto,
meus sentimentos cálidos
que agora?! Nem tanto...

Em vias então derramo
minhas dúvidas e incertezas,
às vezes alegrias, e sempre tristezas
em tantos fatos sem nenhum engano.

Jenny Faulstich
(03/03/2006)

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Febre

Sol, aqueça minh'alma
para que eu possa irradiar luz.
Que essa febre se corrompa
no delirar de meus pensamentos
e que esses retornem ao lugar
antes que se desprendam para sempre
nas palavras emitidas,
pois estas sim,
não têm volta.

Jenny Faulstich
(21/07/2008)

Pedaço

Um caco de vidro nocivo
que espatifou para longe
quando chegou ao chão.

Jenny Faulstich
(21/07/2008)

Miséria

Não tenho fome,
não tenho vontade,
não tenho nada.
Estou inerte perante uma vida sem sonhos,
uma falsa fortaleza repassada aos corações
que nela buscam algo a se aproveitar,
seja proteção, motivo, intenção...
Não há quem arranque
de mim essa verdade.
Não tenho fome,
não tenho controle,
só tenho lágrimas,
estas que fogem sem que vejam
pois não há vigilância.
Que se fodam então, todos,
porque vêm a mim quando querem
não quando mais preciso.
Não imploro miséria,
pois miséria, já há o bastante em mim.

Jenny Faulstich
(21/07/2008)

Doce refúgio

Meu doce refúgio,
calmante, harmonizador.
Amargo, ao leite, com licor,
do jeito que for,
mais chocolate do que amor.

Jenny Faulstich
(10/07/2008)

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Minha verdade

Minha verdade,
meu coração,
meu início e meu fim
dentro e fora de mim,
meu céu de sonhos e estrelas
que vigiam minha noite e minha alma,
tocam meu templo e o tempo,
me guiam à frente
dos medos, decepções,
dúvidas e recordações.
Bem vindo ao meu mundo
de sorrisos e lágrimas
tanto ocultos
quanto os que não contenho,
transformações,
viagens, estadas e
adeus, por enquanto.
Porque assim sou,
unicamente amor,
para que por fim,
ganhando ou perdendo,
ser simplesmente,
assim...

Jenny Faulstich
(16/07/2008)

Reflexo

Aquele!
Semelhante ao do espelho.
O mesmo, porém diferente.

Jenny Faulstich
(16/07/2008)

Tristeza absoluta

Sempre lhe estendo a mão,
sempre lhe dou atenção,
sempre em vão...

Um absurdo,
o fim do mundo,
desconsideração...

Você me causa
tristeza absoluta...

O mundo é incerto,
a vida é incerta
por linhas certas,
num mar de ilusões...

Ignore meus erros,
considere os acertos,
aprenda comigo,
viver de provações...

Mas você me causa
tristeza absoluta...

Tudo que espero,
tudo que mais quero,
tocar seu coração,
despertar suas emoções...

Amar é a conquista,
um sonho de artista,
não subestime nunca
o que diz nossas canções...

Mas você me causa...
você me causa
tristeza absoluta...

F. Leal
(26/07/2005)

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Entendimento

Nos trilhos da sabedoria,
não fui eu quem disse,
que há de ter entendimento
das metáforas e dos enigmas
dessa vida que grita e anuncia
que o amor sempre haverá de ser
energia infinita.

Jenny Faulstich
(19/06/2008)

Caminhando na noite III (Saudade nostálgica)

Caminhando na noite
feito uma alma penada
procurando o caminho de casa.

Percurso de provações, tentações,
emoções e até uma certa saudade.
Nostálgica, presente.
Saudade de quê eu não sei.
Saudade de algo que fiz.
Saudade de algo que vem.

Saudade do sono.
Maldito sono!
Nostálgico, ausente,
a tornar-me essa alma penada,
sem casa, sem causa, sem nada,
caminhando para frente,
esperando ser gente,
pesando valores,
abrindo a mente.

Jenifer Faulstich
(24/06/2008)

Caminhando na noite II (Elevando o coração)

Mais uma vez o mesmo caminho,
o caminho de casa.
E de um instante de espontaneidade,
busco em mim, algo para eternidade,
uma palavra, um ato,
uma lembrança que não seja só minha.

Sob a luz da Lua,
um caminho então iluminado,
sempre a frente, abrindo a mente
e elevando o coração para longe da solidão.

Jenny Faulstich
(19/06/2008)

sábado, 21 de junho de 2008

Contradição

Não suporto mais chorar.
Contradigo o que sinto,
por amar sem ter a quem amar.

Jenny Faulstich
(21/06/2008)

Retorno

O sono retorna ao templo.
Necessidade de repousar as idéias.

Jenny Faulstich
(21/06/2008)

Sem medo

Perspectiva? A ausência dela?
Tem fundamento essa tristeza?
Tem fundamento esse martírio,
esse questionamento?

Caminhar com medo,
é caminhar para trás
querendo caminhar para frente.

Prefiro caminhar para frente.
Sem medo,
nos encontraremos adiante meu bem.

Jenny Faulstich
(21/06/2008)

Inevitável

Cada palavra cantada
confirma cada palavra mencionada.

Resposta imediata,
ao questionado, ao discordado,
ao discutido, ao imaginado.

Acredite um pouquinho só no que lhe digo,
"a dor é inevitável, mas o sofrimento, é opcional".
Então, pra quê temer?

Jenny Faulstich
(21/06/2008)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Há dias...

Há dias em que nada tenho de especial...
Extrema melancolia e até conflito existencial...
Delírio que consome qualquer vestígio racional...
Emoções assim, será normal?

Jenny Faulstich

Indefinida Ilusão

Expectativas não cumpridas aumentam a decepção.
Como um açoite impiedoso recebo cada rejeição.
Por fim, relação apenas mantenho com a solidão.

Jenny Faulstich

Incerteza

As lágrimas sempre alcançam meus olhos
e me desafiam num combate violento
de murmúrios ao vento
afiados como uma espada
que atravessa meu peito,
sangra tristeza
e busca consolo numa incerteza.

Jenny Faulstich
(10/12/2005)

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Sentimento Unitário

Até mesmo o mais íntimo amargo
se rende ao citado no Decálogo.
Até mesmo o mais intenso aluado
se vê no presságio de amar e ser amado.

Jenny Faulstich
(15/12/2004)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Caminhando na noite I (Dark Angel)

Deixo para trás aquela silueta
de ombros nus exibindo a carência.
Bela silueta, sem rosto, sem nada,
sem nada a ser visto com os olhos.

Deixo para trás
minha sombra
dark angel sem asas,
sem escolha.
Atraente sombra
omitindo desejo infinito,
ânsia de luz,
sede de amor.

Deixo para trás
minha silueta
para permitir
que a luz possa me guiar
sempre a frente
abrindo a mente...

Jenny Faulstich
(11/06/2008)

Um dia será livre...

Um dia meu amado,
você será alado...
Um dia meu querido,
você estará crescido...
Estará livre...
Livre para ver, ouvir e falar...
Livre para querer e para escolher,
para caminhar com suas próprias pernas,
para refletir, perdoar e compreender,
buscar verdades, respostas, conseqüências...
E estando por perto ou não,
sempre... sempre estarei com você.

Jenny Faulstich
*para uma pessoa especial
(11/06/2008)

Nunca diga...

Nunca diga que não sei!
Como se passa, como se sente.
Nunca diga o que fazer!
Mas por favor...
me diga o que fazer!!!

Já disse que te amo hoje?
E nunca esqueça:
nunca diga que não sei,
nunca duvide de mim
e não ache que se livraria fácil de mim
porque você já está comigo
da melhor forma que alguém poderia estar,
no carinho, na harmonia e no amor...
Somente nunca diga, que não sei...

Jenny Faulstich
(06/06/2008)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Coração de Pedra VII

Componho nota a nota minha história.
'A cada queda, coração de pedra...'
Insisto em querer ficar só,
mas me vem força para seguir,
me vem coragem para lutar,
me vem a voz para cantar,
e mesmo que me vejas chorar,
coração de pedra, sempre será.

Jenny Faulstich
(08/05/2008)

Guardiã

Guardiã de seus passos em pensamento,
vem até mim como o vento,
nos encontramos no tempo
e conduzimos a vida ao desejo infinito.

Jenny Faulstich
(08/05/2008)

Permita-me...

Permita-me te surpreender...
posso ser aquela estrela
que de longe tu almejas.
Não tenhas medo...
permita-me te fazer alcançar o céu...
Não ouça, não fale,
somente sinta... sinta...
e permita-me...
que eu deixe que tu me guies
pelo infinito paralelo de nossos pensamentos,
puros, reprimidos, insanos, instintivos...
Permita-me...

Jenny Faulstich
(25/05/2008)

domingo, 25 de maio de 2008

Segunda Vista

Por todo tempo que já passou,
o grito da solidão me ecoou
junto com o vento no peito e na alma
como quem busca um grande amor.

No mundo em que agora vivo,
cega, surda e confusa prossigo,
me falha a memória da razão
para preencher o vazio do meu coração.

E nesse rumo sem encanto e sem graça,
você chegou como quem marca e avassala,
levou as lágrimas que quem tentou não tirou,
em apenas uma segunda vista para o amor.

Jenny Faulstich
(27/08/2005)