A paz que vai
e só ficam cebolas na geladeira.
Corto o coração
e só sinto o cheiro da cerveja.
O que necessita de atenção
fica para outra encarnação.
Jenny Faulstich
(20/03/2014)
quinta-feira, 20 de março de 2014
Não acredito mais em você
Não acredito mais em você!
Nem mesmo em mim...
Não existo mais em mim!
Como um taça quebrada
ou uma luz apagada
que o tempo faz esquecimento.
Folha de papel amassada,
não sou mais capaz... de nada!
Jenny Faulstich
(20/03/2014)
Nem mesmo em mim...
Não existo mais em mim!
Como um taça quebrada
ou uma luz apagada
que o tempo faz esquecimento.
Folha de papel amassada,
não sou mais capaz... de nada!
Jenny Faulstich
(20/03/2014)
domingo, 16 de março de 2014
"Varanus"
O dragão da ignorância cospe fogo
e destrói qualquer paz que ousa se manifestar.
O grito repele as tentativas de superação,
são as atitudes que afastam e anulam as virtudes.
Eis que surge um coração amargurado,
triste, trouxa, violado,
infeliz, revoltado, enganado,
ciente que não resistirá a mais vírgula alguma sequer
de uma língua grande e de alma demente.
Jenny Faulstich
(16/03/2014)
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Demônio
Meu demônio inspirador,
sem razão e sem pudor
imoral, um desgraçado
que potencializa minha dor.
Sabe arrancar-me minha paz,
destruir meu santuário,
me machuca, me fere, angustia,
por sempre voltar atrás.
Diminui os meus dias
e liberta a minha pior loucura
com sua generosidade maligna
e a cara de pau desinibida.
Confio na justiça divina
a salvar as vidas envolvidas
e que um dia acabe essa rotina
de dormir com mil mentiras.
Jenny Faulstich
(18/11/2013)
sem razão e sem pudor
imoral, um desgraçado
que potencializa minha dor.
Sabe arrancar-me minha paz,
destruir meu santuário,
me machuca, me fere, angustia,
por sempre voltar atrás.
Diminui os meus dias
e liberta a minha pior loucura
com sua generosidade maligna
e a cara de pau desinibida.
Confio na justiça divina
a salvar as vidas envolvidas
e que um dia acabe essa rotina
de dormir com mil mentiras.
Jenny Faulstich
(18/11/2013)
O querido amor
Quem me dera ter um pouco apenas
da tão invejada inspiração de Neruda,
e um amor que não cabe nas palavras
e se dissolve nas sensações mais improváveis.
Sorrir sem graça, da graça de tudo
e não ter a vergonha ou o receio
de saber e defender que tudo acaba,
menos o amor.
Leminski já citava a "matéria prima,
que a vida se encarrega
em transformar em raiva ou em rima"
mas no fim da história, a moral que fica,
ainda é amor.
E o amor por si só é indefinido,
imensurável, infinito,
eu só, sinto.
Jenny Faulstich
(10/09/2013)
da tão invejada inspiração de Neruda,
e um amor que não cabe nas palavras
e se dissolve nas sensações mais improváveis.
Sorrir sem graça, da graça de tudo
e não ter a vergonha ou o receio
de saber e defender que tudo acaba,
menos o amor.
Leminski já citava a "matéria prima,
que a vida se encarrega
em transformar em raiva ou em rima"
mas no fim da história, a moral que fica,
ainda é amor.
E o amor por si só é indefinido,
imensurável, infinito,
eu só, sinto.
Jenny Faulstich
(10/09/2013)
Abóbora com carne seca
Vejo em você todas as queixas que você faz de mim
e não só isso, mas cada palavra áspera,
dói, dói muito, dói de chorar,
e mesmo assim procuro a receita do que você gosta
só para poder lhe agradar,
mesmo correndo o risco de lhe fazer enjoar.
Poderia um dia enjoar da sua própria grosseria,
essa sua mania de me fazer chorar,
sua mania de errar, errar e não se importar.
Jenny Faulstich
(06/10/2013)
e não só isso, mas cada palavra áspera,
dói, dói muito, dói de chorar,
e mesmo assim procuro a receita do que você gosta
só para poder lhe agradar,
mesmo correndo o risco de lhe fazer enjoar.
Poderia um dia enjoar da sua própria grosseria,
essa sua mania de me fazer chorar,
sua mania de errar, errar e não se importar.
Jenny Faulstich
(06/10/2013)
Mania de perdoar
Quanto mais esperança eu sinto,
mais tristeza eu ganho.
Que mania tem a mulher
de perdoar, perdoar e não desistir.
E quando isso teria um fim, uma solução?
Será que valerá a pena um dia?
Jenny Faulstich
(17/09/2013)
mais tristeza eu ganho.
Que mania tem a mulher
de perdoar, perdoar e não desistir.
E quando isso teria um fim, uma solução?
Será que valerá a pena um dia?
Jenny Faulstich
(17/09/2013)
Cores do céu
Avistei a primeira estrela e a última esperança
antes do sol se pôr completamente
e o que separa tudo isso são vários tons de azul.
Por essas e outras gosto da estrada,
das cores do céu e o azul flutuante
que faz pousar minha vida e as minhas agonias.
Jenny Faulstich
(21/07/2013)
antes do sol se pôr completamente
e o que separa tudo isso são vários tons de azul.
Por essas e outras gosto da estrada,
das cores do céu e o azul flutuante
que faz pousar minha vida e as minhas agonias.
Jenny Faulstich
(21/07/2013)
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Meus instintos mais reclusos
Meus instintos mais reclusos
de repente param de florescer.
Abandonados sem luz, sem esperança
apodrecem nas veias
em que um dia correram sangue.
É intimidade que se esvai
quando o desejo, dorme!
Jenny Faulstich
(30/10/2013)
de repente param de florescer.
Abandonados sem luz, sem esperança
apodrecem nas veias
em que um dia correram sangue.
É intimidade que se esvai
quando o desejo, dorme!
Jenny Faulstich
(30/10/2013)
Baixa imunidade
O coração está tão apertado
que nem parece mais o meu.
Desanima seguir e viver,
pois sorrir é uma bobagem
e chorar, faz parte.
As dores são muitas
e não dou conta para sustentar,
meu cabelo, perco,
junto com o esforço e a vontade
de talvez melhorar.
Jenny Faulstich
(17/10/2013)
que nem parece mais o meu.
Desanima seguir e viver,
pois sorrir é uma bobagem
e chorar, faz parte.
As dores são muitas
e não dou conta para sustentar,
meu cabelo, perco,
junto com o esforço e a vontade
de talvez melhorar.
Jenny Faulstich
(17/10/2013)
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Cerberus
O passado é perseverante,
minha agonia constante
e a paz, distante.
Jenny Faulstich
(02/08/2013)
minha agonia constante
e a paz, distante.
Jenny Faulstich
(02/08/2013)
Cachecol vermelho
Tem ferida que não cicatriza
e hoje minha raiva virou incenso.
A imaginação do mundo é a loucura
e a flor no cabelo é apenas um mito.
As lágrimas de hoje,
fazem renascer um novo dia,
e talvez o dia seja bom e frio.
Jenny Faulstich
(01/08/2013)
e hoje minha raiva virou incenso.
A imaginação do mundo é a loucura
e a flor no cabelo é apenas um mito.
As lágrimas de hoje,
fazem renascer um novo dia,
e talvez o dia seja bom e frio.
Jenny Faulstich
(01/08/2013)
segunda-feira, 29 de julho de 2013
A sensatez me abandonou
A sensatez me abandonou
nos primeiros sinais do amor.
Não há motivo para quem dá motivo
e na miséria de quem se fere
busca-se a própria vida.
Jenny Faulstich
(29/07/2013)
nos primeiros sinais do amor.
Não há motivo para quem dá motivo
e na miséria de quem se fere
busca-se a própria vida.
Jenny Faulstich
(29/07/2013)
Traumas
Hoje eu sei, que ainda não me recuperei
das dores, das agressões, das traições,
dos roubos, das paranóias, das obsessões,
das mentiras, dos descasos e dos amores.
Jenny Faulstich
(29/07/2013)
das dores, das agressões, das traições,
dos roubos, das paranóias, das obsessões,
das mentiras, dos descasos e dos amores.
Jenny Faulstich
(29/07/2013)
terça-feira, 2 de julho de 2013
Essa alegria que vem
Essa alegria que vem
cheia de cansaço
e cheia de esperança
vem se entender com a minha fome,
meu sono e minha insônia infame.
Meu coração quer esse amor,
precisa e já o espera,
seja como for, já era.
Jenny Faulstich
(02/07/2013)
cheia de cansaço
e cheia de esperança
vem se entender com a minha fome,
meu sono e minha insônia infame.
Meu coração quer esse amor,
precisa e já o espera,
seja como for, já era.
Jenny Faulstich
(02/07/2013)
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Fora de mim
Fora de mim,
como se uma esperança me tomasse conta,
é estranho, confuso e bom.
Bom tão sutilmente que chego a duvidar
e é uma dúvida tão kerida,
pois eu desejo essa esperança.
Quero mesmo acreditar numa mudança,
num desenvolvimento passional, poético
e principalmente possível!
Jenny Faulstich
(01/07/2013)
como se uma esperança me tomasse conta,
é estranho, confuso e bom.
Bom tão sutilmente que chego a duvidar
e é uma dúvida tão kerida,
pois eu desejo essa esperança.
Quero mesmo acreditar numa mudança,
num desenvolvimento passional, poético
e principalmente possível!
Jenny Faulstich
(01/07/2013)
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Quando a tempestade passar
Quando a tempestade passar
o que virá a me levantar?
O que poderei levar comigo
e o que eu conseguirei superar?
E o meu amor será o bastante
para ver o sol brilhar?
Não sei o que esperar de mim
nem se a tempestade vai passar.
Jenny Faulstich
(17/06/2013)
o que virá a me levantar?
O que poderei levar comigo
e o que eu conseguirei superar?
E o meu amor será o bastante
para ver o sol brilhar?
Não sei o que esperar de mim
nem se a tempestade vai passar.
Jenny Faulstich
(17/06/2013)
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Súbita carência
Li um verso tão bonito e chorei,
não havia nada de difícil,
nada de complexo, era tão simples e
tão delicado que me tocou por todos os lados
envolveu meu coração carente,
versos do tipo de quem ama a gente.
Jenny Faulstich
(03/06/2013)
não havia nada de difícil,
nada de complexo, era tão simples e
tão delicado que me tocou por todos os lados
envolveu meu coração carente,
versos do tipo de quem ama a gente.
Jenny Faulstich
(03/06/2013)
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Inibição cognitiva
Me falta inteligência, memória, equilíbrio e amor próprio!
Não posso mudar de idéia, a retardada tem que manter a opinião!
Não vou competir com troços que não tenho como impedir!
Não sei o que faço, o que penso, o que sinto, o que eu quero!
Tenho que aceitar as desculpas e fingir que não me influencia!
Posso estar certa, mas a culpa ainda assim, é minha!
Jenny Faulstich
(28/05/2013)
Não posso mudar de idéia, a retardada tem que manter a opinião!
Não vou competir com troços que não tenho como impedir!
Não sei o que faço, o que penso, o que sinto, o que eu quero!
Tenho que aceitar as desculpas e fingir que não me influencia!
Posso estar certa, mas a culpa ainda assim, é minha!
Jenny Faulstich
(28/05/2013)
terça-feira, 28 de maio de 2013
Chove em meus sonhos
Meu amor não chore,
porque hoje sei o que é o amor.
Tanto tempo equivocado
e hoje vendo o quanto na alma chove
tantos atos sem sentido,
que nunca ter admitido
só aumentou sem querer a minha crueldade.
Então não chore meu amor,
você não merece tanta dor,
a chuva um dia vai cessar
e só lhe farei feliz pela eternidade.
Jenny Faulstich
(28/05/2013)
porque hoje sei o que é o amor.
Tanto tempo equivocado
e hoje vendo o quanto na alma chove
tantos atos sem sentido,
que nunca ter admitido
só aumentou sem querer a minha crueldade.
Então não chore meu amor,
você não merece tanta dor,
a chuva um dia vai cessar
e só lhe farei feliz pela eternidade.
Jenny Faulstich
(28/05/2013)
Nunca será
O ventilador gira devagar
faz frio lá fora,
mas o ar,
pouco circula aqui dentro,
o ânimo também,
às vezes vem
e logo logo se vai.
A música toca repetida
eu digo que me faz chorar
mas não é a música
que faz deslizar as lágrimas,
e seja lá o que for,
nunca será compreendido,
e nunca estará superado.
Jenny Faulstich
(27/05/2013)
faz frio lá fora,
mas o ar,
pouco circula aqui dentro,
o ânimo também,
às vezes vem
e logo logo se vai.
A música toca repetida
eu digo que me faz chorar
mas não é a música
que faz deslizar as lágrimas,
e seja lá o que for,
nunca será compreendido,
e nunca estará superado.
Jenny Faulstich
(27/05/2013)
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Ando nas nuvens
Ando nas nuvens...
de tempestades prontas para descarregar ao chão
e ora estou acima e ora estou no meio delas
somando toda essa energia que quase explode no meu coração
e tudo que eu queria era um pouco de compaixão,
respeito, carinho, consideração e quem sabe amor.
Jenny Faulstich
(23/05/2013)
de tempestades prontas para descarregar ao chão
e ora estou acima e ora estou no meio delas
somando toda essa energia que quase explode no meu coração
e tudo que eu queria era um pouco de compaixão,
respeito, carinho, consideração e quem sabe amor.
Jenny Faulstich
(23/05/2013)
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Trégua
E se hoje estou poética,
é porque consigo deixar por instantes
que minha sensibilidade supere
todo o mal que paralisa a minha vida.
Jenny Faulstich
(16/05/2013)
é porque consigo deixar por instantes
que minha sensibilidade supere
todo o mal que paralisa a minha vida.
Jenny Faulstich
(16/05/2013)
Chagas da existência (verdade ou mentira?)
Gosto de quando você sorri para mim,
me pede um beijo só com o olhar,
me abraça e me puxa para perto,
mas basta uma palavra para me afastar,
me fazer lembrar de uma tempestade devastadora
de desejos infames para todas, todas as outras.
É sobre mim que o olho do furacão estoura.
Uma linha tênue separa toda minha angústia do meu amor
e eu sigo esvaecida, traumatizada e repleta
das mais temíveis dúvidas e chagas da existência,
até qual parte seria verdade
e quanto do meu coração se perderia
na perversão de toda sua mentira?
Jenny Faulstich
(16/05/2013)
me pede um beijo só com o olhar,
me abraça e me puxa para perto,
mas basta uma palavra para me afastar,
me fazer lembrar de uma tempestade devastadora
de desejos infames para todas, todas as outras.
É sobre mim que o olho do furacão estoura.
Uma linha tênue separa toda minha angústia do meu amor
e eu sigo esvaecida, traumatizada e repleta
das mais temíveis dúvidas e chagas da existência,
até qual parte seria verdade
e quanto do meu coração se perderia
na perversão de toda sua mentira?
Jenny Faulstich
(16/05/2013)
Segredo "nosso"
Tento achar explicações, motivos, sentido!
"Segredo! Não vai pensar mal de mim!",
receita de um bolo para fazer uma pessoa infeliz
e o segredo estava em usar tudo e todas
num objetivo sujo e pervertido!
Eu nunca saberia e viveria uma mentira,
até quando?
Não sei se conseguirei um dia
acreditar que a mentira teve um fim.
Tantas fachadas, tantos fetiches:
"confio em você, me sinto bem por falar contigo",
tantos "ois", tantos "contigos",
tantas tantas desgraçadas mentiras,
a mentira vinha até em meu nome,
que eu nunca também saberei,
nunca lhe conhecerei
e se fico a consultar
é para não esquecer do que de você
posso esperar!
É divergente demais
o discurso de cada tela:
"morre aqui, tédio mor, me falta a pele a pele",
"nunca mais mentiria para você",
e quanto mais descubro dos indevidos feitos
menos lhe entendo, menos lhe conheço!
Jenny Faulstich
(17/05/2013)
"Segredo! Não vai pensar mal de mim!",
receita de um bolo para fazer uma pessoa infeliz
e o segredo estava em usar tudo e todas
num objetivo sujo e pervertido!
Eu nunca saberia e viveria uma mentira,
até quando?
Não sei se conseguirei um dia
acreditar que a mentira teve um fim.
Tantas fachadas, tantos fetiches:
"confio em você, me sinto bem por falar contigo",
tantos "ois", tantos "contigos",
tantas tantas desgraçadas mentiras,
a mentira vinha até em meu nome,
que eu nunca também saberei,
nunca lhe conhecerei
e se fico a consultar
é para não esquecer do que de você
posso esperar!
É divergente demais
o discurso de cada tela:
"morre aqui, tédio mor, me falta a pele a pele",
"nunca mais mentiria para você",
e quanto mais descubro dos indevidos feitos
menos lhe entendo, menos lhe conheço!
Jenny Faulstich
(17/05/2013)
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Esperança incoerente
Entrego minhas forças
e me sinto tão carente.
É tristeza que não acaba
e essa esperança incoerente
que me faz ter saudade da gente,
de quando eu achava ser só a gente.
Durmo sem saber de mais nada,
contando lágrimas
e abraçando a cada noite
uma ruína diferente.
Jenny Faulstich
(30/04/2013)
e me sinto tão carente.
É tristeza que não acaba
e essa esperança incoerente
que me faz ter saudade da gente,
de quando eu achava ser só a gente.
Durmo sem saber de mais nada,
contando lágrimas
e abraçando a cada noite
uma ruína diferente.
Jenny Faulstich
(30/04/2013)
Carinho enganado
Meu amor caiu por terra,
a desilusão chegou e se instalou,
vi tudo o que passou
e descobri que nada foi sincero.
A persistência que me conquistou
foi a mesma que me enganou
e todo o carinho que eu achava ser meu,
sem saber, eu dividia com um mundo inteiro
escondido de tudo.
Jenny Faulstich
(30/04/2013)
a desilusão chegou e se instalou,
vi tudo o que passou
e descobri que nada foi sincero.
A persistência que me conquistou
foi a mesma que me enganou
e todo o carinho que eu achava ser meu,
sem saber, eu dividia com um mundo inteiro
escondido de tudo.
Jenny Faulstich
(30/04/2013)
Entediante
De todos os sentimentos que eu poderia causar
os maiores deles são o tédio e a insatisfação.
Achava eu ser tão boa, tão merecedora,
e hoje sei que não tenho sequer força,
de vontade, de sorrir, de viver.
A ilusão tem essa terrível mania
de fazer a gente acreditar em qualquer coisa,
até de que somos capazes do impossível.
Jenny Faulstich
(30/04/2013)
os maiores deles são o tédio e a insatisfação.
Achava eu ser tão boa, tão merecedora,
e hoje sei que não tenho sequer força,
de vontade, de sorrir, de viver.
A ilusão tem essa terrível mania
de fazer a gente acreditar em qualquer coisa,
até de que somos capazes do impossível.
Jenny Faulstich
(30/04/2013)
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