quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
Foto poeminha de boas vindas
Lindo céu do Paraíso,
árvores e lua sorrindo,
para um novo ano chegando
e um aninho desgraçado encerrando.
Jenny Faulstich
(Resende, 01/01/2020) foto celular
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
Furto
Maldito do beijo gostoso!
Confiei poemas, fotos, memórias,
velha matreira, embriagada, caí no golpe!
Furtou-me a alegria, segurança, viagens,
ser por um dia, desejada.
Jenny Faulstich
(Resende, 31/12/2019)
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
Felicidade boba e plena
Felicidade boba e plena,
meus gatos dormindo ao pé da cama
esperando o novo dia que emenda.
Jenny Faulstich
(Resende, 14/09/2019)
meus gatos dormindo ao pé da cama
esperando o novo dia que emenda.
Jenny Faulstich
(Resende, 14/09/2019)
domingo, 29 de dezembro de 2019
sábado, 28 de dezembro de 2019
sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Janela do mar Boneca
Janela do mar Boneca.
Gruta bege verde azul.
Algarve, Portugal do sul.
Jenny Faulstich
(Carvoeiro, 27/07/2019)
quarta-feira, 25 de dezembro de 2019
terça-feira, 24 de dezembro de 2019
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
domingo, 22 de dezembro de 2019
Bodas do primeiro abraço
Um ano se passou desde o primeiro tato.
Atrasei-me, mas cumpri a promessa
de que nosso abraço chegaria, Daniela.
A criança dos meus sonhos,
fez-me voar, correr e navegar,
empolgante, linda e doce, Daniela.
Um futuro brilhante lhe espera,
estamos juntas nessa existência,
um oceano no meio nos esmera.
Seu lugar é meu lugar
onde quer que você vá,
Tampinha da titia, Daniela.
Jenny Faulstich
(Cascais, 19/07/2019)
Atrasei-me, mas cumpri a promessa
de que nosso abraço chegaria, Daniela.
A criança dos meus sonhos,
fez-me voar, correr e navegar,
empolgante, linda e doce, Daniela.
Um futuro brilhante lhe espera,
estamos juntas nessa existência,
um oceano no meio nos esmera.
Seu lugar é meu lugar
onde quer que você vá,
Tampinha da titia, Daniela.
Jenny Faulstich
(Cascais, 19/07/2019)
quinta-feira, 19 de dezembro de 2019
quarta-feira, 18 de dezembro de 2019
ImbeCis
Eu desanimo e desalinho.
O bom dia já começa triste
com as notícias de todo dia.
Desconfio da bondade cristã
enquanto tento manter minha fé
na humanidade que só retrocede.
Cada ofensa, dói no meu coração!
Corrói a esperança de um futuro melhor,
de igualdade, diversidade, paz e amor.
E temo vidas não vividas,
interrompidas pela ferida aberta,
falta de empatia e pela ganância cega.
Jenny Faulstich
(Resende, 04/09/2019)
O bom dia já começa triste
com as notícias de todo dia.
Desconfio da bondade cristã
enquanto tento manter minha fé
na humanidade que só retrocede.
Cada ofensa, dói no meu coração!
Corrói a esperança de um futuro melhor,
de igualdade, diversidade, paz e amor.
E temo vidas não vividas,
interrompidas pela ferida aberta,
falta de empatia e pela ganância cega.
Jenny Faulstich
(Resende, 04/09/2019)
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Vida piadista
Não custa nada sonhar!
Perto de ti minha inspiração,
novos ares, novos pensamentos,
risos, música e alegria...
Essa minha vida piadista!
Me coloca tão perto da tentação
a um fio de distância e tesão,
que custa cada noite inteira a passar.
Jenny Faulstich
(05/05/2016)
Perto de ti minha inspiração,
novos ares, novos pensamentos,
risos, música e alegria...
Essa minha vida piadista!
Me coloca tão perto da tentação
a um fio de distância e tesão,
que custa cada noite inteira a passar.
Jenny Faulstich
(05/05/2016)
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Por uma vida mais leve
Gratidão, admiração, inspiração!
Minhas palavras em treinamento.
Versos tortos, poemas soltos,
sem rima, sem métrica,
apenas um sopro
de esperança e alento
por uma vida mais leve,
por um amor que venha de dentro!
Jenny Faulstich
(29/04/2016)
Minhas palavras em treinamento.
Versos tortos, poemas soltos,
sem rima, sem métrica,
apenas um sopro
de esperança e alento
por uma vida mais leve,
por um amor que venha de dentro!
Jenny Faulstich
(29/04/2016)
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Encanto que vem e vai
Encanto que vem e vai,
dura tão pouco, um adorno,
uma máscara, uma suposição,
uma vitrine egoísta,
só para exposição.
Jenny Faulstich
(05/02/2016)
dura tão pouco, um adorno,
uma máscara, uma suposição,
uma vitrine egoísta,
só para exposição.
Jenny Faulstich
(05/02/2016)
Quando a onda passa
Poesia, minha única companhia,
brota, nasce, manifesta solitária e fria.
Despe-se de um beijo afoito,
um momento de embriguez...
E quando a onda passa,
a dor retorna outra vez.
Jenny Faulstich
(06/02/2016)
(06/02/2016)
Pesadelo garantido
A tristeza se estende por mais de uma noite.
O choro não cessa como deveria pela manhã.
E amanhã o pesadelo está de novo garantido.
Enquanto sofro, o demônio está sorrindo.
Jenny Faulstich
(15/03/2016)
O choro não cessa como deveria pela manhã.
E amanhã o pesadelo está de novo garantido.
Enquanto sofro, o demônio está sorrindo.
Jenny Faulstich
(15/03/2016)
Homeopática despedida
Minando a vida
Gota a gota
Segundo a segundo
Durante dias.
Jenny Faulstich
(10/02/2016)
Gota a gota
Segundo a segundo
Durante dias.
Jenny Faulstich
(10/02/2016)
Sou pra quem...
Na boa?!
Sou sim interessante!
Sou pra quem gosta de arte,
pra quem gosta de tato, de sabor,
pra quem gosta de rir e sentir.
Não combino com gente sem graça,
gente de mentira, que causa dor,
porque meus limites são asas de justiça,
verdade, carinho e amor!
Jenny Faulstich
(20/03/2016)
Sou sim interessante!
Sou pra quem gosta de arte,
pra quem gosta de tato, de sabor,
pra quem gosta de rir e sentir.
Não combino com gente sem graça,
gente de mentira, que causa dor,
porque meus limites são asas de justiça,
verdade, carinho e amor!
Jenny Faulstich
(20/03/2016)
Que sede...
Que sede! Ou fome...
de uma novidade,
uma feliz paisagem,
em que eu possa voltar
numa fase light,
curtir uma brisa da vida,
uma paz sem medos,
um carinho, um aconchego,
um vinho, um contato...
Que sede! Que fome!
Jenny Faulstich
(28/04/2016)
de uma novidade,
uma feliz paisagem,
em que eu possa voltar
numa fase light,
curtir uma brisa da vida,
uma paz sem medos,
um carinho, um aconchego,
um vinho, um contato...
Que sede! Que fome!
Jenny Faulstich
(28/04/2016)
Praga de ano novo II
As primeiras palavras do ano foram de maldição
Não uma maldição qualquer
A maldição para um ser mais do que maldito
Para um maldito desgraçado que causa tanta dor
Uma praga de ano novo
Para um vida inteira sem amor.
Jenny Faulstich
(01/01/2016)
Não uma maldição qualquer
A maldição para um ser mais do que maldito
Para um maldito desgraçado que causa tanta dor
Uma praga de ano novo
Para um vida inteira sem amor.
Jenny Faulstich
(01/01/2016)
Larguei tudo, fugi
Larguei tudo, fugi,
vim chorar em Paraty,
vim implorar a Santa Rita
que interceda e que eu reflita
que para livrar das causas impossíveis
não tenho poder, mas posso pedir.
Jenny Faulstich
(30/12/2015)
vim chorar em Paraty,
vim implorar a Santa Rita
que interceda e que eu reflita
que para livrar das causas impossíveis
não tenho poder, mas posso pedir.
Jenny Faulstich
(30/12/2015)
Como se engana fácil
Como se engana fácil
o coração da gente.
Ilude, sofre tudo de novo,
parece que depende,
de um apelo, uma luz, um horizonte,
um sorriso que aponte o sol,
porque o coração não cabe em si,
busca sempre adiante seguir...
Jenny Faulstich
(20/04/2016)
o coração da gente.
Ilude, sofre tudo de novo,
parece que depende,
de um apelo, uma luz, um horizonte,
um sorriso que aponte o sol,
porque o coração não cabe em si,
busca sempre adiante seguir...
Jenny Faulstich
(20/04/2016)
Brisa do Mar
Santíssima, Trindade
A dor fica na areia!
O eterno é agora, é aqui!
O resquício que sobra
é a certeza na memória
de tudo que muda,
toda hora.
Jenny Faulstich
(27/12/2015)
O eterno é agora, é aqui!
O resquício que sobra
é a certeza na memória
de tudo que muda,
toda hora.
Jenny Faulstich
(27/12/2015)
Nova promessa
A felicidade proposta de outrora
mergulhou numa surpresa troca
e tudo que eu esperava ontem ou pra já
quem manda agora é Iemanjá!
Jenny Faulstich
(27/12/2015)
mergulhou numa surpresa troca
e tudo que eu esperava ontem ou pra já
quem manda agora é Iemanjá!
Jenny Faulstich
(27/12/2015)
Lágrimas na areia
Lágrimas na areia,
tristeza no olhar,
cansaço da alma
por tanto amar,
tanto odiar,
não ser capaz de perdoar...
Mais lágrimas do que areia na praia.
Jenny Faulstich
(29/12/2015)
tristeza no olhar,
cansaço da alma
por tanto amar,
tanto odiar,
não ser capaz de perdoar...
Mais lágrimas do que areia na praia.
Jenny Faulstich
(29/12/2015)
Te odeio por isso
Te odeio por ter feito eu chorar demais
Te odeio por não querer estar comigo
Te odeio porque estou só e triste
Te odeio porque me fez só e triste
Te odeio por ficar tão melhor sem estar comigo
Te odeio por ter feito eu te amar tanto sem ter a mesma intenção.
Jenny Faulstich
(29/12/2015)
Te odeio por não querer estar comigo
Te odeio porque estou só e triste
Te odeio porque me fez só e triste
Te odeio por ficar tão melhor sem estar comigo
Te odeio por ter feito eu te amar tanto sem ter a mesma intenção.
Jenny Faulstich
(29/12/2015)
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