domingo, 5 de janeiro de 2020

Perdi o poema

Perdi o poema!
Ele veio até mim
eu não escrevi.
Sonhei com as linhas
e se acordei? Esqueci.

Jenny Faulstich
(Resende, 31/12/2019)

Camarada

"Agora sim, camarada!"
Quero vento na cara,
uma grande festa em casa
e a revolução instaurada!

Jenny Faulstich
(Resende, 31/12/2019)

Quando eu não acordo com a dor

Quando eu não acordo com a dor,
eu sonho com ela,
porque ela está sempre comigo,
não me abandona, nem me liberta dela.

Jenny Faulstich
(Resende, 02/01/2020)

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Foto poeminha de boas vindas



Lindo céu do Paraíso,
árvores e lua sorrindo,
para um novo ano chegando
e um aninho desgraçado encerrando.

Jenny Faulstich
(Resende, 01/01/2020) foto celular

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Furto

Maldito do beijo gostoso!
Confiei poemas, fotos, memórias,
velha matreira, embriagada, caí no golpe!
Furtou-me a alegria, segurança, viagens, 
ser por um dia, desejada.

Jenny Faulstich 
(Resende, 31/12/2019)

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Felicidade boba e plena

Felicidade boba e plena,
meus gatos dormindo ao pé da cama
esperando o novo dia que emenda.

Jenny Faulstich
(Resende, 14/09/2019)

domingo, 29 de dezembro de 2019

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Janela do mar Boneca


Janela do mar Boneca.
Gruta bege verde azul.
Algarve, Portugal do sul.

Jenny Faulstich
(Carvoeiro, 27/07/2019)

domingo, 22 de dezembro de 2019

Bodas do primeiro abraço

Um ano se passou desde o primeiro tato.
Atrasei-me, mas cumpri a promessa
de que nosso abraço chegaria, Daniela.

A criança dos meus sonhos,
fez-me voar, correr e navegar,
empolgante, linda e doce, Daniela.

Um futuro brilhante lhe espera,
estamos juntas nessa existência,
um oceano no meio nos esmera.

Seu lugar é meu lugar
onde quer que você vá,
Tampinha da titia, Daniela.

Jenny Faulstich
(Cascais, 19/07/2019)








quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

ImbeCis

Eu desanimo e desalinho.
O bom dia já começa triste
com as notícias de todo dia.

Desconfio da bondade cristã
enquanto tento manter minha fé
na humanidade que só retrocede.

Cada ofensa, dói no meu coração!
Corrói a esperança de um futuro melhor,
de igualdade, diversidade, paz e amor.

E temo vidas não vividas,
interrompidas pela ferida aberta,
falta de empatia e pela ganância cega.

Jenny Faulstich
(Resende, 04/09/2019)

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Vida piadista

Não custa nada sonhar!
Perto de ti minha inspiração,
novos ares, novos pensamentos,
risos, música e alegria...
Essa minha vida piadista!
Me coloca tão perto da tentação
a um fio de distância e tesão,
que custa cada noite inteira a passar.

Jenny Faulstich
(05/05/2016)

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Por uma vida mais leve

Gratidão, admiração, inspiração!
Minhas palavras em treinamento.
Versos tortos, poemas soltos,
sem rima, sem métrica,
apenas um sopro
de esperança e alento
por uma vida mais leve,
por um amor que venha de dentro!

Jenny Faulstich
(29/04/2016)

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Encanto que vem e vai

Encanto que vem e vai,
dura tão pouco, um adorno,
uma máscara, uma suposição,
uma vitrine egoísta,
só para exposição.

Jenny Faulstich
(05/02/2016)

Quando a onda passa

Poesia, minha única companhia,
brota, nasce, manifesta solitária e fria.
Despe-se de um beijo afoito,
um momento de embriguez...
E quando a onda passa,
a dor retorna outra vez.

Jenny Faulstich
(06/02/2016)

Pesadelo garantido

A tristeza se estende por mais de uma noite.
O choro não cessa como deveria pela manhã.
E amanhã o pesadelo está de novo garantido.
Enquanto sofro, o demônio está sorrindo.

Jenny Faulstich
(15/03/2016)

Homeopática despedida

Minando a vida
Gota a gota
Segundo a segundo
Durante dias.

Jenny Faulstich
(10/02/2016)

Sou pra quem...

Na boa?!
Sou sim interessante!
Sou pra quem gosta de arte,
pra quem gosta de tato, de sabor,
pra quem gosta de rir e sentir.
Não combino com gente sem graça,
gente de mentira, que causa dor,
porque meus limites são asas de justiça,
verdade, carinho e amor!

Jenny Faulstich
(20/03/2016)

Que sede...

Que sede! Ou fome...
de uma novidade,
uma feliz paisagem,
em que eu possa voltar
numa fase light,
curtir uma brisa da vida,
uma paz sem medos,
um carinho, um aconchego,
um vinho, um contato...
Que sede! Que fome!

Jenny Faulstich
(28/04/2016)

Praga de ano novo II

As primeiras palavras do ano foram de maldição
Não uma maldição qualquer
A maldição para um ser mais do que maldito
Para um maldito desgraçado que causa tanta dor
Uma praga de ano novo
Para um vida inteira sem amor.

Jenny Faulstich
(01/01/2016)

Larguei tudo, fugi

Larguei tudo, fugi,
vim chorar em Paraty,
vim implorar a Santa Rita
que interceda e que eu reflita
que para livrar das causas impossíveis
não tenho poder, mas posso pedir.

Jenny Faulstich
(30/12/2015)

Como se engana fácil

Como se engana fácil
o coração da gente.
Ilude, sofre tudo de novo,
parece que depende,
de um apelo, uma luz, um horizonte,
um sorriso que aponte o sol,
porque o coração não cabe em si,
busca sempre adiante seguir...

Jenny Faulstich
(20/04/2016)

Brisa do Mar

Coloco no papel
o que eu quero tirar do coração.
Preciso de novos ares,
novos poemas,
novos rumos,
novas canções...



Jenny Faulstich
(29/12/2015)

Santíssima, Trindade

A dor fica na areia!
O eterno é agora, é aqui!
O resquício que sobra
é a certeza na memória
de tudo que muda,
toda hora.

Jenny Faulstich
(27/12/2015)