Não custa nada sonhar!
Perto de ti minha inspiração,
novos ares, novos pensamentos,
risos, música e alegria...
Essa minha vida piadista!
Me coloca tão perto da tentação
a um fio de distância e tesão,
que custa cada noite inteira a passar.
Gratidão, admiração, inspiração!
Minhas palavras em treinamento.
Versos tortos, poemas soltos,
sem rima, sem métrica,
apenas um sopro
de esperança e alento
por uma vida mais leve,
por um amor que venha de dentro!
A tristeza se estende por mais de uma noite.
O choro não cessa como deveria pela manhã.
E amanhã o pesadelo está de novo garantido.
Enquanto sofro, o demônio está sorrindo.
Na boa?!
Sou sim interessante!
Sou pra quem gosta de arte,
pra quem gosta de tato, de sabor,
pra quem gosta de rir e sentir.
Não combino com gente sem graça,
gente de mentira, que causa dor,
porque meus limites são asas de justiça,
verdade, carinho e amor!
Que sede! Ou fome...
de uma novidade,
uma feliz paisagem,
em que eu possa voltar
numa fase light,
curtir uma brisa da vida,
uma paz sem medos,
um carinho, um aconchego,
um vinho, um contato...
Que sede! Que fome!
As primeiras palavras do ano foram de maldição
Não uma maldição qualquer
A maldição para um ser mais do que maldito
Para um maldito desgraçado que causa tanta dor
Uma praga de ano novo
Para um vida inteira sem amor.
Larguei tudo, fugi,
vim chorar em Paraty,
vim implorar a Santa Rita
que interceda e que eu reflita
que para livrar das causas impossíveis
não tenho poder, mas posso pedir.
Como se engana fácil
o coração da gente.
Ilude, sofre tudo de novo,
parece que depende,
de um apelo, uma luz, um horizonte,
um sorriso que aponte o sol,
porque o coração não cabe em si,
busca sempre adiante seguir...
Te odeio por ter feito eu chorar demais
Te odeio por não querer estar comigo
Te odeio porque estou só e triste
Te odeio porque me fez só e triste
Te odeio por ficar tão melhor sem estar comigo
Te odeio por ter feito eu te amar tanto sem ter a mesma intenção.