Eu... Poética...
como a sombra que dispersa
para uma nova era do meu ser...
Um nova era para viver intensamente.
Tristeza?! Missão suspensa!
Coração?! Guia minha mente!
Nova flor que desabrochou na dor
para sentir a beleza eterna do amor.
Seguirei a lua
até tocá-la com meu olhar.
Boa viagem, até que eu chegue lá,
e descubra que lá, já estive,
cheia, minguante, crescente,
errante, distante, amante,
nova!
Jenny Faulstich
(15/10/2008)
terça-feira, 28 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Sem direção
Sem direção,
para qualquer lugar
onde a vida me levar...
Algo que me falta
preciso encontrar,
preciso me encontrar...
Procuro em desespero
e enquanto não,
não há sossego,
não há conselho
que eu adote sem penar.
Sem direção,
para qualquer lugar
um dia irei me encontrar,
desaparecer do meu mundo,
para enfim, poder amar...
Jenny Faulstich
(10/2008)
para qualquer lugar
onde a vida me levar...
Algo que me falta
preciso encontrar,
preciso me encontrar...
Procuro em desespero
e enquanto não,
não há sossego,
não há conselho
que eu adote sem penar.
Sem direção,
para qualquer lugar
um dia irei me encontrar,
desaparecer do meu mundo,
para enfim, poder amar...
Jenny Faulstich
(10/2008)
sábado, 11 de outubro de 2008
Meu ideal de Vida-Arte
Quero todas as expressões,
quero o momento que antecede,
quero o clímax,
quero o desfecho...
com um final feliz.
Quero lhe ver, me ver,
sentir, aqui, lá, através...
Olhar além do que se exibe
e tocar o que não está ao alcance.
E mesmo sob os pontos de vista
que a cada um pertence
cometer a insanidade de compreender
o que o outro quer
- não importa de que forma - dizer...
Saciedade do poder viver,
buscar além imagem e descrever
perceber, comunicar, transcender...
Que assim seja, meu bem querer...
Jenny Faulstich
(11/10/2008)
quero o momento que antecede,
quero o clímax,
quero o desfecho...
com um final feliz.
Quero lhe ver, me ver,
sentir, aqui, lá, através...
Olhar além do que se exibe
e tocar o que não está ao alcance.
E mesmo sob os pontos de vista
que a cada um pertence
cometer a insanidade de compreender
o que o outro quer
- não importa de que forma - dizer...
Saciedade do poder viver,
buscar além imagem e descrever
perceber, comunicar, transcender...
Que assim seja, meu bem querer...
Jenny Faulstich
(11/10/2008)
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Ainda há...
Basta que eu desista
e basta um breve fato
pra se fazer lembrar que há...
há um espaço,
há sentimento,
há o pensar,
há o pulsar nas veias do tempo...
Nada é por acaso
e devo a um breve e tão simples fato,
meu retorno a vida que havia deixado...
Achei ter deixado...
Ainda estou vi-va!
Ainda tenho uma história para compor
e para toda vez que eu achar ter terminado,
pra recomeçar...
um novo fato!
Assim sendo...
Enquanto houver o pulsar nas veias do tempo,
não hão de calar meus sentimentos!
Jenny Faulstich
(10/10/2008)
e basta um breve fato
pra se fazer lembrar que há...
há um espaço,
há sentimento,
há o pensar,
há o pulsar nas veias do tempo...
Nada é por acaso
e devo a um breve e tão simples fato,
meu retorno a vida que havia deixado...
Achei ter deixado...
Ainda estou vi-va!
Ainda tenho uma história para compor
e para toda vez que eu achar ter terminado,
pra recomeçar...
um novo fato!
Assim sendo...
Enquanto houver o pulsar nas veias do tempo,
não hão de calar meus sentimentos!
Jenny Faulstich
(10/10/2008)
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Bung Jump
Não adianta negar...
A única emoção que tenho sentido
é a de querer me atirar num abismo
com uma corda amarrada aos pés
na esperança que eu volte desse meu vazio...
Jenny Faulstich
(22/09/2008)
A única emoção que tenho sentido
é a de querer me atirar num abismo
com uma corda amarrada aos pés
na esperança que eu volte desse meu vazio...
Jenny Faulstich
(22/09/2008)
Trova Nua
Se vier do coração
com o coração será vista.
Assim terá encanto e razão
qualquer verdade nua, despida.
Jenny Faulstich
(04/09/2007)
com o coração será vista.
Assim terá encanto e razão
qualquer verdade nua, despida.
Jenny Faulstich
(04/09/2007)
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Insônia
Insônia na noite.
Ficção no dia.
Mais um dia irreal.
Mais um dia jogado fora
em plena consciência.
Aversão ao contato
me tira do horário
me tira o calendário
e só me resta
a insônia.
Jenny Faulstich
(09/01/2008)
Ficção no dia.
Mais um dia irreal.
Mais um dia jogado fora
em plena consciência.
Aversão ao contato
me tira do horário
me tira o calendário
e só me resta
a insônia.
Jenny Faulstich
(09/01/2008)
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Não deixe-me ir, preciso de ti!
Quente é o sangue
que corre em suas veias
e enquanto assim for
estarei presente com o meu calor.
Não deixe-me ir,
porque isso é o que preciso.
Quem tem que saber, sabe
que a vida manifesta onde está o amor.
Vitória para quem crê
que o caminho é aquele que está
além dos pés formosos
que permanecem parados no mesmo lugar.
Bem aventurados os diferentes,
os que mudam e transformam,
os que duvidam para sentir que superam,
e seguem o caminho sem conhecer
tendo o coração tocado sem perceber.
Paz para quem a clama.
Eu preciso de ti!
E nem a morte impede esse caminho,
só abre os olhos para uma vida...
a renovar...
Jenny Faulstich
(25/09/2008)
que corre em suas veias
e enquanto assim for
estarei presente com o meu calor.
Não deixe-me ir,
porque isso é o que preciso.
Quem tem que saber, sabe
que a vida manifesta onde está o amor.
Vitória para quem crê
que o caminho é aquele que está
além dos pés formosos
que permanecem parados no mesmo lugar.
Bem aventurados os diferentes,
os que mudam e transformam,
os que duvidam para sentir que superam,
e seguem o caminho sem conhecer
tendo o coração tocado sem perceber.
Paz para quem a clama.
Eu preciso de ti!
E nem a morte impede esse caminho,
só abre os olhos para uma vida...
a renovar...
Jenny Faulstich
(25/09/2008)
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Esquizofrenia
Aquela criatura desgraçada
tem no peito uma espada cravada
e ainda vem discutir comigo,
velar-me e desvelar-me,
pobre alma desventurada!
Jenny Faulstich
(24/09/2008)
tem no peito uma espada cravada
e ainda vem discutir comigo,
velar-me e desvelar-me,
pobre alma desventurada!
Jenny Faulstich
(24/09/2008)
Sepultarei minhas idéias
Sepultarei minhas idéias
e meus ideais que nem conheci tão bem,
sei que eram para o bem,
mas o bem não importa
a quem se mata,
a quem morre junto ao nada,
a quem mata,
não importa mais nada...
Jenny Faulstich
(24/09/2008)
e meus ideais que nem conheci tão bem,
sei que eram para o bem,
mas o bem não importa
a quem se mata,
a quem morre junto ao nada,
a quem mata,
não importa mais nada...
Jenny Faulstich
(24/09/2008)
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Morcegos
Não vejo!
Sinto...
o calor...
Nas noites frias
hão de me abandonar?
E o pensamento?...
ao lado do esquecimento,
sem notar...
Hão de voltar,
posso não estar...
Passo a perceber vagamente
o meu chão de estrelas
frias, noturnas, vazias...
Incapaz...
Pétala má...
E numa noite voar
não mais para o mesmo lugar.
No fim, afim,
sós...
Jenny Faulstich
(19/09/2008)
Sinto...
o calor...
Nas noites frias
hão de me abandonar?
E o pensamento?...
ao lado do esquecimento,
sem notar...
Hão de voltar,
posso não estar...
Passo a perceber vagamente
o meu chão de estrelas
frias, noturnas, vazias...
Incapaz...
Pétala má...
E numa noite voar
não mais para o mesmo lugar.
No fim, afim,
sós...
Jenny Faulstich
(19/09/2008)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Morta-Viva
Emudecida,
morta-viva entre vidas.
Alma aflita,
entre os dentes
uma ferida.
Faminta,
verdade escrachada
sem passar a limpo.
Flerto o silêncio
que me conforta
e me consola
desse cansaço aflorado.
Devoro o amor
antes da despedida.
Alimento a solidão
que hiberna em meu peito
e adormeço digerindo a dor.
Sei lá o que me resta
pelo infinito que me espera...
romances, guerras,
cataventos, quimeras,
sóis de primavera
que não estarei para ver.
Calem-se pensamentos!
Morta... até o amanhecer...
Jenny Faulstich
(15/09/2008)
morta-viva entre vidas.
Alma aflita,
entre os dentes
uma ferida.
Faminta,
verdade escrachada
sem passar a limpo.
Flerto o silêncio
que me conforta
e me consola
desse cansaço aflorado.
Devoro o amor
antes da despedida.
Alimento a solidão
que hiberna em meu peito
e adormeço digerindo a dor.
Sei lá o que me resta
pelo infinito que me espera...
romances, guerras,
cataventos, quimeras,
sóis de primavera
que não estarei para ver.
Calem-se pensamentos!
Morta... até o amanhecer...
Jenny Faulstich
(15/09/2008)
Ventania
Alguém já me inspirou poesia,
e mesmo a distância do tempo
não impede de trazer a saudade
para os meus versos
sempre que meu coração
se lançar na ventania.
Jenny Faulstich
(14/09/2008)
e mesmo a distância do tempo
não impede de trazer a saudade
para os meus versos
sempre que meu coração
se lançar na ventania.
Jenny Faulstich
(14/09/2008)
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Resposta
Pedi uma resposta,
ela me veio sem demora,
a aquecer meus pensamentos
e lavar a minha alma:
"...Ó Mestre, fazei com que eu procure mais
consolar que ser consolado,
compreender que ser compreendido,
amar que ser amado
pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se vive
para a vida eterna..."
Foi-me assoprada aos meus sentidos
foi cantada aos meus ouvidos,
abrindo-me os olhos
e ressurgindo um coração inspirado,
sem culpa por ter chorado...
Nada acontece por acaso...
Jenny Faulstich
(11/09/2008)
ela me veio sem demora,
a aquecer meus pensamentos
e lavar a minha alma:
"...Ó Mestre, fazei com que eu procure mais
consolar que ser consolado,
compreender que ser compreendido,
amar que ser amado
pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se vive
para a vida eterna..."
Foi-me assoprada aos meus sentidos
foi cantada aos meus ouvidos,
abrindo-me os olhos
e ressurgindo um coração inspirado,
sem culpa por ter chorado...
Nada acontece por acaso...
Jenny Faulstich
(11/09/2008)
Injustiça lamentar
Eu que lamento meu desconsolo,
injustiça lamentar o consolar...
Se vêm a mim, necessitam,
e eu, de falar...
Jenny Faulstich
(11/09/2008)
injustiça lamentar o consolar...
Se vêm a mim, necessitam,
e eu, de falar...
Jenny Faulstich
(11/09/2008)
A Voz
Que voz era aquela?
Que parecia vir da alma,
que até então calada,
me assusta e me salva...
10/09/2008
Que parecia vir da alma,
que até então calada,
me assusta e me salva...
10/09/2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Somos o que somos

Somos o que somos,
o limite e a esperança,
um precipício beirando a ocasião,
um passo a se definir destino
e nunca sabemos onde seguir.
Somos o que somos,
inteiro amor
parte de uma dúvida
que não cabe no peito,
acontece quando quer,
pois tem que ser,
tem que haver...
...porque somos o que somos,
vida, luz, energia,
incertezas, dores, esperança,
e amor... a se libertar de um poço.
Jenny Faulstich
(08/09/2008)
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Entre o espelho e o coração
Entre o espelho e o coração,
uma distância que quero extinguir
para não mais ferir minha alma
e sangrar essa tristeza invisível
que não quero mais pra mim...
Quero o poder de olhar pra mim!
Jenny Faulstich
(08/09/2008)
uma distância que quero extinguir
para não mais ferir minha alma
e sangrar essa tristeza invisível
que não quero mais pra mim...
Quero o poder de olhar pra mim!
Jenny Faulstich
(08/09/2008)
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Made in
Sala de espera
Sala de espera
em que Quintana canta
também lamento
a ternura inútil,
desaproveitada...
Malditos guarda-chuvas!
Malditos retratos!
Maldito silêncio!
Maldita solidão!
Perdoem o desabafo.
Perdoem minha cantoria
dos romances perdidos,
não acontecidos...
Jenny Faulstich
(01/09/2008)
em que Quintana canta
também lamento
a ternura inútil,
desaproveitada...
Malditos guarda-chuvas!
Malditos retratos!
Maldito silêncio!
Maldita solidão!
Perdoem o desabafo.
Perdoem minha cantoria
dos romances perdidos,
não acontecidos...
Jenny Faulstich
(01/09/2008)
Então, é isso...
As vezes sinto que já escrevi
tudo que tinha que escrever,
porque me resumo a isso,
essa inconstância constante
de risos e lágrimas
e por mais que eu tente,
não consigo aceitar conviver comigo,
com essa pele de sapo,
sendo a boba da corte,
tendo na alma um doce
e um coração de pedra,
que quando não por uma queda,
por falta de uso...
E esse sono confuso
que também me arrebenta...
Não tenho expectativa de nada, nada,
só o que eu não quero é o que sei.
Então, é só isso...
Jenny Faulstich
(04/09/2008)
tudo que tinha que escrever,
porque me resumo a isso,
essa inconstância constante
de risos e lágrimas
e por mais que eu tente,
não consigo aceitar conviver comigo,
com essa pele de sapo,
sendo a boba da corte,
tendo na alma um doce
e um coração de pedra,
que quando não por uma queda,
por falta de uso...
E esse sono confuso
que também me arrebenta...
Não tenho expectativa de nada, nada,
só o que eu não quero é o que sei.
Então, é só isso...
Jenny Faulstich
(04/09/2008)
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Entre a solidão e a esperança
Todos em cada um
Ninguém sabe
ninguém vê
quem sou
o que sinto.
Ninguém conhece
minhas lágrimas
minha dor
minha verdade
minha solidão
meu amor
meu sofrer
meu sofrer em vão.
Ninguém sabe
ninguém vê!
Indiferença...
Indiferente...
Jenny Faulstich
(01/09/2008)
ninguém vê
quem sou
o que sinto.
Ninguém conhece
minhas lágrimas
minha dor
minha verdade
minha solidão
meu amor
meu sofrer
meu sofrer em vão.
Ninguém sabe
ninguém vê!
Indiferença...
Indiferente...
Jenny Faulstich
(01/09/2008)
Nada sou (Um dia serei)
Um dia serei ao menos, interessante...
Um dia serei quem sabe, importante...
Talvez um nome de rua!
Por enquanto,
minha verdade nua e crua
de que nada sou pra ninguém...
Jenny Faulstich
(01/09/2008)
Um dia serei quem sabe, importante...
Talvez um nome de rua!
Por enquanto,
minha verdade nua e crua
de que nada sou pra ninguém...
Jenny Faulstich
(01/09/2008)
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