São 5 horas da manhã
e coloco uma música tranquila
para suplicar um sonho e um pouco de sono.
Preciso dormir, e eu não tenho esse maldito carinho.
O dia começa sem mim enquanto eu ganho a noite
e quem ganha o meu afeto?
Dedico toda a minha atenção
a um aparelho com som
enquanto imagino os versos de um sarau
e percebo um frio repentino
que me faz sentir mais só.
Sempre esqueço alguma coisa
e um conjunto de facas afiadas.
Uma esperança tenta cair sobre mim e eu recuo,
é nessa hora que o sono chega,
eu adormeço e sonho
já na hora de levantar e voltar para a batalha
de ilusões destemidas e bem acordadas.
Jenny Faulstich
(04/12/2012)
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Janelinhas
Um arrepio está na minha pele
e no meu estômago,
está nas janelinhas apertadas
na beira da estrada,
está no aeroporto
e nos carros alegóricos
abandonados pela cidade,
está na minha ressaca
e nas boas risadas,
está também num possível amor
que está longe ou perto
e eu sem sucesso tento distinguir.
São tantas janelinhas,
tantos arrepios,
que não sei mais se sinto frio.
Jenny Faulstich
(16/11/2012)
e no meu estômago,
está nas janelinhas apertadas
na beira da estrada,
está no aeroporto
e nos carros alegóricos
abandonados pela cidade,
está na minha ressaca
e nas boas risadas,
está também num possível amor
que está longe ou perto
e eu sem sucesso tento distinguir.
São tantas janelinhas,
tantos arrepios,
que não sei mais se sinto frio.
Jenny Faulstich
(16/11/2012)
A derrota de Samael
Entre verdades e mentiras
o que realmente fica?
O que prevalece e o que importa
desses delírios de gente torta,
que ama e busca a discórdia
para superar a própria derrota?
Maldita língua e coração infeliz,
o nome disso é fofoca!
Jenny Faulstich
(13/12/2012)
o que realmente fica?
O que prevalece e o que importa
desses delírios de gente torta,
que ama e busca a discórdia
para superar a própria derrota?
Maldita língua e coração infeliz,
o nome disso é fofoca!
Jenny Faulstich
(13/12/2012)
domingo, 2 de dezembro de 2012
Carinho felino
Seja lá o que você esperar,
será diferente!
Um carinho como se acolhesse a um filho,
um afago na pele e na alma.
Se ajeita e acomoda no colo
para quando soltar,
voltar, como quem não quer nada,
mas quer tudo,
de um jeito tão meigo, tão lindo,
um carinho felino.
Jenny Faulstich
(02/12/2012)
será diferente!
Um carinho como se acolhesse a um filho,
um afago na pele e na alma.
Se ajeita e acomoda no colo
para quando soltar,
voltar, como quem não quer nada,
mas quer tudo,
de um jeito tão meigo, tão lindo,
um carinho felino.
Jenny Faulstich
(02/12/2012)
sábado, 24 de novembro de 2012
Quando a poesia fica triste
Quando a poesia fica triste
é uma dor que percorre,
uma lágrima que grita,
uma luz que dorme
e um sonho ruim que acorda.
É um amor abortado precoce,
uma injúria que fere,
um sorriso desforme,
é a lembrança que brota
do que gostaria apenas de esquecer.
E essa lembrança vem tão mais forte,
quem dera que sequer existisse,
mas já é tarde
e a poesia fica triste.
Jenny Faulstich
(23/11/2012)
é uma dor que percorre,
uma lágrima que grita,
uma luz que dorme
e um sonho ruim que acorda.
É um amor abortado precoce,
uma injúria que fere,
um sorriso desforme,
é a lembrança que brota
do que gostaria apenas de esquecer.
E essa lembrança vem tão mais forte,
quem dera que sequer existisse,
mas já é tarde
e a poesia fica triste.
Jenny Faulstich
(23/11/2012)
Dias a menos
Seria trágico se não fosse cômico
o juízo que um dia fizeram de mim.
Sou rancorosa feito uma fruta madura,
despenco e morro para um dia mais feliz.
Como posso não demonstrar sentimento,
se até Clarice já disse como se emoldurar.
Longe de mim a perfeição, prefiro ser justa.
Egoísmo maldito esse que me vigia,
se me deixa triste um dia que seja,
é menos um dia da minha vida
em que eu poderia estar feliz.
E que se dane, seja como for,
por alguns momentos desejo que algumas pessoas sumam,
não ligo para o que elas pensam e dizem,
me importo só com o que realmente eu sou!
Ah! E um grande viva para o "sono dos boêmios livres de culpas"!
Jenny Faulstich
(23/11/2012)
o juízo que um dia fizeram de mim.
Sou rancorosa feito uma fruta madura,
despenco e morro para um dia mais feliz.
Como posso não demonstrar sentimento,
se até Clarice já disse como se emoldurar.
Longe de mim a perfeição, prefiro ser justa.
Egoísmo maldito esse que me vigia,
se me deixa triste um dia que seja,
é menos um dia da minha vida
em que eu poderia estar feliz.
E que se dane, seja como for,
por alguns momentos desejo que algumas pessoas sumam,
não ligo para o que elas pensam e dizem,
me importo só com o que realmente eu sou!
Ah! E um grande viva para o "sono dos boêmios livres de culpas"!
Jenny Faulstich
(23/11/2012)
Síndrome de Amante
Esqueça!
Se você quiser que eu lhe comprometa.
Desista!
Se você quiser que eu lhe encha de problema.
Eu não sou assim.
Eu vou somente lhe amar
do meu jeito, em qualquer lugar,
sem ter você perto de mim
e por isso, ser feliz.
Jenny Faulstich
(23/11/2012)
Se você quiser que eu lhe comprometa.
Desista!
Se você quiser que eu lhe encha de problema.
Eu não sou assim.
Eu vou somente lhe amar
do meu jeito, em qualquer lugar,
sem ter você perto de mim
e por isso, ser feliz.
Jenny Faulstich
(23/11/2012)
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Desespero devaneio
Desespero,
um aperto no peito
olhar em volta e perguntar o que eu tenho,
quem eu sou e quem está comigo.
Tudo tem o seu tempo,
e o meu, perco com incertezas.
Tanto luto e reluto e nada me faz entender certas coisas
tão toscas, tão bobas, tão minhas, tão eu!
O choro de uma noite inteira
é recolhido pela nova manhã
e que esta me faça mais serena
sem tentar explicar,
sem necessitar entender.
Que eu consiga ser para você,
a coragem que pretendia ter
ao começar a me conhecer.
Jenny Faulstich
(07/11/2012)
um aperto no peito
olhar em volta e perguntar o que eu tenho,
quem eu sou e quem está comigo.
Tudo tem o seu tempo,
e o meu, perco com incertezas.
Tanto luto e reluto e nada me faz entender certas coisas
tão toscas, tão bobas, tão minhas, tão eu!
O choro de uma noite inteira
é recolhido pela nova manhã
e que esta me faça mais serena
sem tentar explicar,
sem necessitar entender.
Que eu consiga ser para você,
a coragem que pretendia ter
ao começar a me conhecer.
Jenny Faulstich
(07/11/2012)
Desestrutura
Pensar depender de alguém me apavora!
Depender do amor de alguém então,
me sacode, me desestrutura,
quando deveria apenas me fazer sentir mais segura.
Vai entender, eu e minha paranóia não tão absurda.
Jenny Faulstich
(07/12/2012)
Depender do amor de alguém então,
me sacode, me desestrutura,
quando deveria apenas me fazer sentir mais segura.
Vai entender, eu e minha paranóia não tão absurda.
Jenny Faulstich
(07/12/2012)
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Bom?
Ilusão às vezes é bom,
não parar para olhar o espelho é bom,
não parar para realmente olhar o espelho é muito bom!
Fugir do padrão com perfeição é um dom,
esquecer que existe padrão é um dom,
esquecer que existe padrão e não ter um espelho é muito, muito, bom!
Jenny Faulstich
(07/11/2012)
não parar para olhar o espelho é bom,
não parar para realmente olhar o espelho é muito bom!
Fugir do padrão com perfeição é um dom,
esquecer que existe padrão é um dom,
esquecer que existe padrão e não ter um espelho é muito, muito, bom!
Jenny Faulstich
(07/11/2012)
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Provocativa
Hoje eu quero a minha poesia mais provocativa,
a mais tempestuosa, a mais inconstante,
a mais anti romântica e repleta de paixão,
capaz de sacudir um coração,
o meu coração!
Que eu abandone fictícios conceitos
e ganhe novos, platônicos,
talvez até mais imaturos,
mais puros, menos desconfiados,
menos analíticos e mais depravados.
Mas que não se atrevam a sequer tentar
tirar as minhas asas, minha suposta liberdade,
e ainda assim, quero a minha poesia mais provocativa,
porque eu sou provocativa,
bato no peito e digo, eu sinto, eu vivo, eu sou,
a própria poesia.
Jenny Faulstich
(30/10/2012)
a mais tempestuosa, a mais inconstante,
a mais anti romântica e repleta de paixão,
capaz de sacudir um coração,
o meu coração!
Que eu abandone fictícios conceitos
e ganhe novos, platônicos,
talvez até mais imaturos,
mais puros, menos desconfiados,
menos analíticos e mais depravados.
Mas que não se atrevam a sequer tentar
tirar as minhas asas, minha suposta liberdade,
e ainda assim, quero a minha poesia mais provocativa,
porque eu sou provocativa,
bato no peito e digo, eu sinto, eu vivo, eu sou,
a própria poesia.
Jenny Faulstich
(30/10/2012)
sábado, 13 de outubro de 2012
Esfinge
Eu sou o que aprendi nesses 32 anos,
tão simples e tão complicada
que dificilmente alguém poderia me decifrar.
Não tenho tesouros a guardar,
nem rancores, nem segredos, nem dinheiro.
Tenho, felizmente, uma vida cheia de aprendizados,
um leão por dia e um sol que me ilumina.
Tomar conhecimento é diferente de colocar em prática.
Entre a prática e a teoria eu prefiro os dois,
e tentar ser hoje melhor do que fui ontem.
Jenny Faulstich
(13/10/2012)
tão simples e tão complicada
que dificilmente alguém poderia me decifrar.
Não tenho tesouros a guardar,
nem rancores, nem segredos, nem dinheiro.
Tenho, felizmente, uma vida cheia de aprendizados,
um leão por dia e um sol que me ilumina.
Tomar conhecimento é diferente de colocar em prática.
Entre a prática e a teoria eu prefiro os dois,
e tentar ser hoje melhor do que fui ontem.
Jenny Faulstich
(13/10/2012)
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Off
Uma melodia me acalma,
me faz pensar devagar
me faz parar de pensar
ameniza a dor da solidão
e abre a janela da minha maior paixão: livre!
Uma dádiva divina,
um sopro, um carinho no ego
que me inspira, me realiza,
toca o meu coração,
me eleva, me restaura, me salva...
Jenny Faulstich
(21/09/2012)
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Joelhos
Feliz com tudo que vem a mim,
todas as conquistas até aqui
e minhas mais novas paranóias.
Se vejo o passado passar por mim,
eu sorrio e aceno,
e sempre que me sinto assim,
meus joelhos parecem mais fortes,
a vontade de continuar aflora soberana,
certa de que tudo passa,
e de que nada acontece por acaso.
Jenny Faulstich
(17/09/2012)
todas as conquistas até aqui
e minhas mais novas paranóias.
Se vejo o passado passar por mim,
eu sorrio e aceno,
e sempre que me sinto assim,
meus joelhos parecem mais fortes,
a vontade de continuar aflora soberana,
certa de que tudo passa,
e de que nada acontece por acaso.
Jenny Faulstich
(17/09/2012)
Nítida
Minha poesia anda tão nítida
e os dias tão bonitos
que até o azul do céu
me faz sentir não tão incompleta.
Jenny Faulstich
(10/08/2012)
e os dias tão bonitos
que até o azul do céu
me faz sentir não tão incompleta.
Jenny Faulstich
(10/08/2012)
Profetisa
Uma profetisa já dizia
que entre o céu e o inferno
há apenas uma intenção
e nenhuma diferença.
Jenny Faulstich
(16/09/2012)
que entre o céu e o inferno
há apenas uma intenção
e nenhuma diferença.
Jenny Faulstich
(16/09/2012)
Vômito
Hoje eu vou vomitar,
vou colocar para fora
tudo e todos que me fazem mal
para retomar a minha paz,
minha conturbada liberdade,
tão louca, tão impedida,
incompreendida e desejada.
Jenny Faulstich
(16/09/2012)
vou colocar para fora
tudo e todos que me fazem mal
para retomar a minha paz,
minha conturbada liberdade,
tão louca, tão impedida,
incompreendida e desejada.
Jenny Faulstich
(16/09/2012)
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Guerra na selva
Onde estaria você agora
além dos poemas que já escrevi?
Já pensou em mim em algum momento?
Eu nem lhe conheço ainda,
espero você por uma eternidade.
Me consolo nos versos
e sempre que posso num corpo quente
entre os lençóis da minha cama,
lugar em que sufoco o meu choro
e mato a minha fome,
porque a fera não se apega
e o rugido ecoa no vazio.
Cada dia é apenas mais um,
de brigas, vitórias e incógnitas,
de beijos confusos, violentos,
sentimentos que podem não vir a acontecer.
Meu medo é a maior de todas as armas.
Despir é um sacrifício!
Uma tela em branco desafia minha alma
e a espera vai matando a minha calma.
Não me jogue pedras,
o coração já é a própria rocha
e o conflito, ahhh esse é infinito!
Jenny Faulstich
(29/08/2012)
além dos poemas que já escrevi?
Já pensou em mim em algum momento?
Eu nem lhe conheço ainda,
espero você por uma eternidade.
Me consolo nos versos
e sempre que posso num corpo quente
entre os lençóis da minha cama,
lugar em que sufoco o meu choro
e mato a minha fome,
porque a fera não se apega
e o rugido ecoa no vazio.
Cada dia é apenas mais um,
de brigas, vitórias e incógnitas,
de beijos confusos, violentos,
sentimentos que podem não vir a acontecer.
Meu medo é a maior de todas as armas.
Despir é um sacrifício!
Uma tela em branco desafia minha alma
e a espera vai matando a minha calma.
Não me jogue pedras,
o coração já é a própria rocha
e o conflito, ahhh esse é infinito!
Jenny Faulstich
(29/08/2012)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Mal passado
A Lua faz sombras no meu quintal
enquanto eu perco versos num temporal.
Meu filé mal (virou) passado,
carne de segunda no início da quarta-feira.
E se não fosse essa ausência,
só e sóbria na beirada do terraço,
juro que eu pararia de chorar e rir
no meio do filme em que já conheço a história.
Jenny Faulstich
(04/07/2012)
enquanto eu perco versos num temporal.
Meu filé mal (virou) passado,
carne de segunda no início da quarta-feira.
E se não fosse essa ausência,
só e sóbria na beirada do terraço,
juro que eu pararia de chorar e rir
no meio do filme em que já conheço a história.
Jenny Faulstich
(04/07/2012)
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Expectativa
Eu queria uma canção
para demonstrar minha ansiedade
e minhas imediatas expectativas,
mas não acho canção, não acho palavras
não acho nada que caiba em meu coração
que se encaixe com o que eu sinto agora
um fim e um começo...
um recomeço até o fim...
e sabe lá o que me espera lá fora,
sabe lá o que vem agora!
Jenny Faulstich
(18/06/2012)
para demonstrar minha ansiedade
e minhas imediatas expectativas,
mas não acho canção, não acho palavras
não acho nada que caiba em meu coração
que se encaixe com o que eu sinto agora
um fim e um começo...
um recomeço até o fim...
e sabe lá o que me espera lá fora,
sabe lá o que vem agora!
Jenny Faulstich
(18/06/2012)
terça-feira, 12 de junho de 2012
Ternura inútil
Hoje tive que relembrar Quintana,
porque não adianta,por mais que se use a cabeça,
em algum momento o coração pena...
Jenny Faulstich
(12/06/2012)
"Oh! o silêncio das salas de espera
Onde esses pobres guarda-chuvas lentamente escorrem…
O silêncio das salas de espera
E aquela última estrela…
Aquela última estrela
Que bale, bale, bale,
Perdida na enchente da luz…
Aquela última estrela
E, na parede, esses quadrados lívidos,
De onde fugiram os retratos…
De onde fugiram todos os retratos…
E esta minha ternura,
Meu Deus,
Oh! toda esta minha ternura inútil, desaproveitada!…"
Mario Quintana - Canção dos Romances Perdidos
Esmola demais...
Nunca uma ilusão minha durou tão pouco!
Ganhou meu coração e ganhei mais um tormento.
A paixão foi pouca, mas a ressaca permanecerá por mais um tempo.
Que droga foi você? Que me entorpeceu sem nenhum toque,
nenhum contato, nenhum histórico!
Fantasia instantânea, uma promessa sem extorno.
Em algum momento já dizia um sábio com seus devidos motivos:
"Esmola demais, o Santo desconfia".
Agora mais um processo de esquecimento,
confundindo ainda mais a alma da louca varrida.
Jenny Faulstich
(12/06/2012)
Ganhou meu coração e ganhei mais um tormento.
A paixão foi pouca, mas a ressaca permanecerá por mais um tempo.
Que droga foi você? Que me entorpeceu sem nenhum toque,
nenhum contato, nenhum histórico!
Fantasia instantânea, uma promessa sem extorno.
Em algum momento já dizia um sábio com seus devidos motivos:
"Esmola demais, o Santo desconfia".
Agora mais um processo de esquecimento,
confundindo ainda mais a alma da louca varrida.
Jenny Faulstich
(12/06/2012)
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Saudade, desencontro e praticidade
Sinto saudade da arte.
Tenho produzido tão pouco
e o cansaço é imenso.
Não há tempo para os meus rascunhos
e os perco por toda parte!
É tanta saudade e tempo tão desencontrado
que lamento meus passos
e as lágrimas tendem a secar mais rápido.
Me apaixono por quem não existe
porque é mais prático.
E só publico esse poema
como consolo ao meu espaço.
Jenny Faulstich
(11/06/2012)
Tenho produzido tão pouco
e o cansaço é imenso.
Não há tempo para os meus rascunhos
e os perco por toda parte!
É tanta saudade e tempo tão desencontrado
que lamento meus passos
e as lágrimas tendem a secar mais rápido.
Me apaixono por quem não existe
porque é mais prático.
E só publico esse poema
como consolo ao meu espaço.
Jenny Faulstich
(11/06/2012)
domingo, 3 de junho de 2012
Síndrome de Sansão
Estou perdendo o jeito para a felicidade,
meus piores defeitos sendo despertados,
ninguém me ouve ou me vê,
nem eu mesma me reconheço.
E o meu orgulho?!
Se tornou lenda,
com tanto cabelo pelo chão.
Jenny Faulstich
(02/06/2012)
meus piores defeitos sendo despertados,
ninguém me ouve ou me vê,
nem eu mesma me reconheço.
E o meu orgulho?!
Se tornou lenda,
com tanto cabelo pelo chão.
Jenny Faulstich
(02/06/2012)
terça-feira, 22 de maio de 2012
Premonição
Hoje eu sonhei que quis o bem de uma criança
e fui morta por ela.
Jenny Faulstich
(22/05/2012)
e fui morta por ela.
Jenny Faulstich
(22/05/2012)
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Novidade
E quando penso que estou fazendo a coisa certa
a maré muda, muda quem sussura,
a tristeza volta, a dúvida inunda
o tempo pára, a história muda de figura!
Jenny Faulstich
(20/04/2012)
a maré muda, muda quem sussura,
a tristeza volta, a dúvida inunda
o tempo pára, a história muda de figura!
Jenny Faulstich
(20/04/2012)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Devagar e sempre
Triste surpresa que não deveria haver
O esperto nem tão esperto assim
Deveria ter vergonha de ser
Mas devagar e sempre a gente aprende
Que ninguém nos conhece como acham conhecer.
Jenny Faulstich
(16/04/2012)
O esperto nem tão esperto assim
Deveria ter vergonha de ser
Mas devagar e sempre a gente aprende
Que ninguém nos conhece como acham conhecer.
Jenny Faulstich
(16/04/2012)
Pena
Fadada ao esquecimento!
Fadada a viver sozinha de noite e de dia
porque justiça é uma lenda, uma crença,
uma sentença de cansaço, infortúnio,
uma tristeza que sussura no ouvido
dizendo que a minh'alma é de quem a inventa.
Jenny Faulstich
(11/02/2012)
Fadada a viver sozinha de noite e de dia
porque justiça é uma lenda, uma crença,
uma sentença de cansaço, infortúnio,
uma tristeza que sussura no ouvido
dizendo que a minh'alma é de quem a inventa.
Jenny Faulstich
(11/02/2012)
Dia mal dormido
No decorrer da chuva
o sol bate na janela
e ilumina toda a casa.
Trêmula, jogo fora energia e pensamentos
tudo tão à flor da pele
e lá vem a forte sensação da despedida
enquanto quero tudo outra vez.
Avisto a estrada
e pela janela vejo minha vida passar,
meio confusa ainda tento entender
a lógica dos fatos, inutilmente.
Um surto talvez,
uma falsa esperança,
um dia mal dormido ruminando o cansaço,
esperando só a chuva passar.
Jenny Faulstich
(08/03/2012)
o sol bate na janela
e ilumina toda a casa.
Trêmula, jogo fora energia e pensamentos
tudo tão à flor da pele
e lá vem a forte sensação da despedida
enquanto quero tudo outra vez.
Avisto a estrada
e pela janela vejo minha vida passar,
meio confusa ainda tento entender
a lógica dos fatos, inutilmente.
Um surto talvez,
uma falsa esperança,
um dia mal dormido ruminando o cansaço,
esperando só a chuva passar.
Jenny Faulstich
(08/03/2012)
sexta-feira, 2 de março de 2012
Aviso Prévio II
Dê licença pra minha revolta
pra minha mágoa desforme.
Não há ninguém que a torne mais amena
ou aceitável, talvez temporária
numa lápide indigente.
Jenny Faulstich
(01/03/2012)
pra minha mágoa desforme.
Não há ninguém que a torne mais amena
ou aceitável, talvez temporária
numa lápide indigente.
Jenny Faulstich
(01/03/2012)
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