E eis que chega o momento tão esperado
em que você tem a certeza de que será melhor
e é o que vai lhe fazer sentir melhor.
Mas ainda sim também lhe faz triste ao mesmo tempo
porque realmente gostaria que fosse diferente
e que todo esforço foi em vão,
um desperdício, uma injustiça, um fracasso.
Jenny Faulstich
(12/07/2015)
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Nunca nem deveria
Você foi cruel do início ao fim.
Desde o início que eu permiti
e do fim que não deveria existir.
Nunca nem deveria ter existido início.
Jenny Faulstich
(07/06/2015)
Desde o início que eu permiti
e do fim que não deveria existir.
Nunca nem deveria ter existido início.
Jenny Faulstich
(07/06/2015)
Foto e fato
Já não faço mais parte da foto,
ou nunca fiz de fato.
O respeito nunca houve de fato
e o sorriso, era só na foto.
Jenny Faulstich
(26/07/2015)
ou nunca fiz de fato.
O respeito nunca houve de fato
e o sorriso, era só na foto.
Jenny Faulstich
(26/07/2015)
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Dúvida eterna
Fico todo o tempo tentando definir o motivo da minha agonia.
Por vezes tudo parece tão claro, tão objetivo,
mas tudo que aparenta, sem avisar, definha e despenca.
Jenny Faulstich
(12/07/2014)
Por vezes tudo parece tão claro, tão objetivo,
mas tudo que aparenta, sem avisar, definha e despenca.
Jenny Faulstich
(12/07/2014)
Aquele momento
Aquele momento em que o corpo
pede um sono, pede um sonho
e a mente desperta impede qualquer reação
que enalteça uma paz mesmo que simbólica ou temporária
e aprisiona o ser por completo numa redoma
de pensamentos gladiadores e cruéis.
Nesse momento em que todos os fantasmas presentes
interrompem qualquer tentativa de oração
ou reflexão ou perdão ou redenção
e estas incompletas imperfeitas incompreendidas
se perdem num caminho árduo e áspero
tão quanto as palavras já pronunciadas, doloridas,
talvez arrependidas, não se sabe.
Nesse momento então, recorro às canções de ninar.
Jenny Faulstich
(17/06/2014)
pede um sono, pede um sonho
e a mente desperta impede qualquer reação
que enalteça uma paz mesmo que simbólica ou temporária
e aprisiona o ser por completo numa redoma
de pensamentos gladiadores e cruéis.
Nesse momento em que todos os fantasmas presentes
interrompem qualquer tentativa de oração
ou reflexão ou perdão ou redenção
e estas incompletas imperfeitas incompreendidas
se perdem num caminho árduo e áspero
tão quanto as palavras já pronunciadas, doloridas,
talvez arrependidas, não se sabe.
Nesse momento então, recorro às canções de ninar.
Jenny Faulstich
(17/06/2014)
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Difícil dormir
Difícil dormir
quando uma maldição assombra
o coração, a vida, a alma,
assombra todas as lembranças,
desejos e esperanças.
Jenny Faulstich
(02/01/2014)
quando uma maldição assombra
o coração, a vida, a alma,
assombra todas as lembranças,
desejos e esperanças.
Jenny Faulstich
(02/01/2014)
Caminho das sombras
O homem mal,
obcecado em trilhar o caminho onde não há luz
transforma todo coração que toca
num abismo sem volta
em que a esperança não mais se renova.
Jenny Faulstich
(04/05/2014)
obcecado em trilhar o caminho onde não há luz
transforma todo coração que toca
num abismo sem volta
em que a esperança não mais se renova.
Jenny Faulstich
(04/05/2014)
Destruidor de sonhos
Chegou até mim um aviso,
de que valor e amor seriam me dados.
Acreditei, esperei e aceitei a boa nova,
sem saber o alto preço cobrado
em tristezas, discórdias,
mentiras ilusórias,
terríveis e contraditórias.
Um maldito, falso, um viciado
em causar mágoas,
destruir sonhos,
afundar fortalezas,
fazer desmoronar qualquer certeza.
Jenny Faulstich
(04/05/2014)
de que valor e amor seriam me dados.
Acreditei, esperei e aceitei a boa nova,
sem saber o alto preço cobrado
em tristezas, discórdias,
mentiras ilusórias,
terríveis e contraditórias.
Um maldito, falso, um viciado
em causar mágoas,
destruir sonhos,
afundar fortalezas,
fazer desmoronar qualquer certeza.
Jenny Faulstich
(04/05/2014)
Mentira tirana
A agonia me consome
e me castiga tanto
que eu não conseguiria
agir igual ou parecido.
A mentira reina no meu lar, tirana,
não dá chance para perdoar.
Deixa esse sabor tão amargoso
remoendo junto com sangue na boca,
na alma e num gozo que nunca foi meu.
Desgraçado amoroso,
que só ama por remorso
por tudo que aconteceu.
Jenny Faulstich
(29/04/2014)
e me castiga tanto
que eu não conseguiria
agir igual ou parecido.
A mentira reina no meu lar, tirana,
não dá chance para perdoar.
Deixa esse sabor tão amargoso
remoendo junto com sangue na boca,
na alma e num gozo que nunca foi meu.
Desgraçado amoroso,
que só ama por remorso
por tudo que aconteceu.
Jenny Faulstich
(29/04/2014)
Quando tudo vai bem
Gosto quando chove.
Não gosto quando choro,
e tudo se confunde com a tempestade.
Quando tudo vai bem
e uma distração aparece,
afundo, afogo, me apavoro.
Jenny Faulstich
(21/03/2014)
Não gosto quando choro,
e tudo se confunde com a tempestade.
Quando tudo vai bem
e uma distração aparece,
afundo, afogo, me apavoro.
Jenny Faulstich
(21/03/2014)
quinta-feira, 20 de março de 2014
Cebolas
A paz que vai
e só ficam cebolas na geladeira.
Corto o coração
e só sinto o cheiro da cerveja.
O que necessita de atenção
fica para outra encarnação.
Jenny Faulstich
(20/03/2014)
e só ficam cebolas na geladeira.
Corto o coração
e só sinto o cheiro da cerveja.
O que necessita de atenção
fica para outra encarnação.
Jenny Faulstich
(20/03/2014)
Não acredito mais em você
Não acredito mais em você!
Nem mesmo em mim...
Não existo mais em mim!
Como um taça quebrada
ou uma luz apagada
que o tempo faz esquecimento.
Folha de papel amassada,
não sou mais capaz... de nada!
Jenny Faulstich
(20/03/2014)
Nem mesmo em mim...
Não existo mais em mim!
Como um taça quebrada
ou uma luz apagada
que o tempo faz esquecimento.
Folha de papel amassada,
não sou mais capaz... de nada!
Jenny Faulstich
(20/03/2014)
domingo, 16 de março de 2014
"Varanus"
O dragão da ignorância cospe fogo
e destrói qualquer paz que ousa se manifestar.
O grito repele as tentativas de superação,
são as atitudes que afastam e anulam as virtudes.
Eis que surge um coração amargurado,
triste, trouxa, violado,
infeliz, revoltado, enganado,
ciente que não resistirá a mais vírgula alguma sequer
de uma língua grande e de alma demente.
Jenny Faulstich
(16/03/2014)
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Demônio
Meu demônio inspirador,
sem razão e sem pudor
imoral, um desgraçado
que potencializa minha dor.
Sabe arrancar-me minha paz,
destruir meu santuário,
me machuca, me fere, angustia,
por sempre voltar atrás.
Diminui os meus dias
e liberta a minha pior loucura
com sua generosidade maligna
e a cara de pau desinibida.
Confio na justiça divina
a salvar as vidas envolvidas
e que um dia acabe essa rotina
de dormir com mil mentiras.
Jenny Faulstich
(18/11/2013)
sem razão e sem pudor
imoral, um desgraçado
que potencializa minha dor.
Sabe arrancar-me minha paz,
destruir meu santuário,
me machuca, me fere, angustia,
por sempre voltar atrás.
Diminui os meus dias
e liberta a minha pior loucura
com sua generosidade maligna
e a cara de pau desinibida.
Confio na justiça divina
a salvar as vidas envolvidas
e que um dia acabe essa rotina
de dormir com mil mentiras.
Jenny Faulstich
(18/11/2013)
O querido amor
Quem me dera ter um pouco apenas
da tão invejada inspiração de Neruda,
e um amor que não cabe nas palavras
e se dissolve nas sensações mais improváveis.
Sorrir sem graça, da graça de tudo
e não ter a vergonha ou o receio
de saber e defender que tudo acaba,
menos o amor.
Leminski já citava a "matéria prima,
que a vida se encarrega
em transformar em raiva ou em rima"
mas no fim da história, a moral que fica,
ainda é amor.
E o amor por si só é indefinido,
imensurável, infinito,
eu só, sinto.
Jenny Faulstich
(10/09/2013)
da tão invejada inspiração de Neruda,
e um amor que não cabe nas palavras
e se dissolve nas sensações mais improváveis.
Sorrir sem graça, da graça de tudo
e não ter a vergonha ou o receio
de saber e defender que tudo acaba,
menos o amor.
Leminski já citava a "matéria prima,
que a vida se encarrega
em transformar em raiva ou em rima"
mas no fim da história, a moral que fica,
ainda é amor.
E o amor por si só é indefinido,
imensurável, infinito,
eu só, sinto.
Jenny Faulstich
(10/09/2013)
Abóbora com carne seca
Vejo em você todas as queixas que você faz de mim
e não só isso, mas cada palavra áspera,
dói, dói muito, dói de chorar,
e mesmo assim procuro a receita do que você gosta
só para poder lhe agradar,
mesmo correndo o risco de lhe fazer enjoar.
Poderia um dia enjoar da sua própria grosseria,
essa sua mania de me fazer chorar,
sua mania de errar, errar e não se importar.
Jenny Faulstich
(06/10/2013)
e não só isso, mas cada palavra áspera,
dói, dói muito, dói de chorar,
e mesmo assim procuro a receita do que você gosta
só para poder lhe agradar,
mesmo correndo o risco de lhe fazer enjoar.
Poderia um dia enjoar da sua própria grosseria,
essa sua mania de me fazer chorar,
sua mania de errar, errar e não se importar.
Jenny Faulstich
(06/10/2013)
Mania de perdoar
Quanto mais esperança eu sinto,
mais tristeza eu ganho.
Que mania tem a mulher
de perdoar, perdoar e não desistir.
E quando isso teria um fim, uma solução?
Será que valerá a pena um dia?
Jenny Faulstich
(17/09/2013)
mais tristeza eu ganho.
Que mania tem a mulher
de perdoar, perdoar e não desistir.
E quando isso teria um fim, uma solução?
Será que valerá a pena um dia?
Jenny Faulstich
(17/09/2013)
Cores do céu
Avistei a primeira estrela e a última esperança
antes do sol se pôr completamente
e o que separa tudo isso são vários tons de azul.
Por essas e outras gosto da estrada,
das cores do céu e o azul flutuante
que faz pousar minha vida e as minhas agonias.
Jenny Faulstich
(21/07/2013)
antes do sol se pôr completamente
e o que separa tudo isso são vários tons de azul.
Por essas e outras gosto da estrada,
das cores do céu e o azul flutuante
que faz pousar minha vida e as minhas agonias.
Jenny Faulstich
(21/07/2013)
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Meus instintos mais reclusos
Meus instintos mais reclusos
de repente param de florescer.
Abandonados sem luz, sem esperança
apodrecem nas veias
em que um dia correram sangue.
É intimidade que se esvai
quando o desejo, dorme!
Jenny Faulstich
(30/10/2013)
de repente param de florescer.
Abandonados sem luz, sem esperança
apodrecem nas veias
em que um dia correram sangue.
É intimidade que se esvai
quando o desejo, dorme!
Jenny Faulstich
(30/10/2013)
Baixa imunidade
O coração está tão apertado
que nem parece mais o meu.
Desanima seguir e viver,
pois sorrir é uma bobagem
e chorar, faz parte.
As dores são muitas
e não dou conta para sustentar,
meu cabelo, perco,
junto com o esforço e a vontade
de talvez melhorar.
Jenny Faulstich
(17/10/2013)
que nem parece mais o meu.
Desanima seguir e viver,
pois sorrir é uma bobagem
e chorar, faz parte.
As dores são muitas
e não dou conta para sustentar,
meu cabelo, perco,
junto com o esforço e a vontade
de talvez melhorar.
Jenny Faulstich
(17/10/2013)
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Cerberus
O passado é perseverante,
minha agonia constante
e a paz, distante.
Jenny Faulstich
(02/08/2013)
minha agonia constante
e a paz, distante.
Jenny Faulstich
(02/08/2013)
Cachecol vermelho
Tem ferida que não cicatriza
e hoje minha raiva virou incenso.
A imaginação do mundo é a loucura
e a flor no cabelo é apenas um mito.
As lágrimas de hoje,
fazem renascer um novo dia,
e talvez o dia seja bom e frio.
Jenny Faulstich
(01/08/2013)
e hoje minha raiva virou incenso.
A imaginação do mundo é a loucura
e a flor no cabelo é apenas um mito.
As lágrimas de hoje,
fazem renascer um novo dia,
e talvez o dia seja bom e frio.
Jenny Faulstich
(01/08/2013)
segunda-feira, 29 de julho de 2013
A sensatez me abandonou
A sensatez me abandonou
nos primeiros sinais do amor.
Não há motivo para quem dá motivo
e na miséria de quem se fere
busca-se a própria vida.
Jenny Faulstich
(29/07/2013)
nos primeiros sinais do amor.
Não há motivo para quem dá motivo
e na miséria de quem se fere
busca-se a própria vida.
Jenny Faulstich
(29/07/2013)
Traumas
Hoje eu sei, que ainda não me recuperei
das dores, das agressões, das traições,
dos roubos, das paranóias, das obsessões,
das mentiras, dos descasos e dos amores.
Jenny Faulstich
(29/07/2013)
das dores, das agressões, das traições,
dos roubos, das paranóias, das obsessões,
das mentiras, dos descasos e dos amores.
Jenny Faulstich
(29/07/2013)
terça-feira, 2 de julho de 2013
Essa alegria que vem
Essa alegria que vem
cheia de cansaço
e cheia de esperança
vem se entender com a minha fome,
meu sono e minha insônia infame.
Meu coração quer esse amor,
precisa e já o espera,
seja como for, já era.
Jenny Faulstich
(02/07/2013)
cheia de cansaço
e cheia de esperança
vem se entender com a minha fome,
meu sono e minha insônia infame.
Meu coração quer esse amor,
precisa e já o espera,
seja como for, já era.
Jenny Faulstich
(02/07/2013)
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Fora de mim
Fora de mim,
como se uma esperança me tomasse conta,
é estranho, confuso e bom.
Bom tão sutilmente que chego a duvidar
e é uma dúvida tão kerida,
pois eu desejo essa esperança.
Quero mesmo acreditar numa mudança,
num desenvolvimento passional, poético
e principalmente possível!
Jenny Faulstich
(01/07/2013)
como se uma esperança me tomasse conta,
é estranho, confuso e bom.
Bom tão sutilmente que chego a duvidar
e é uma dúvida tão kerida,
pois eu desejo essa esperança.
Quero mesmo acreditar numa mudança,
num desenvolvimento passional, poético
e principalmente possível!
Jenny Faulstich
(01/07/2013)
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Quando a tempestade passar
Quando a tempestade passar
o que virá a me levantar?
O que poderei levar comigo
e o que eu conseguirei superar?
E o meu amor será o bastante
para ver o sol brilhar?
Não sei o que esperar de mim
nem se a tempestade vai passar.
Jenny Faulstich
(17/06/2013)
o que virá a me levantar?
O que poderei levar comigo
e o que eu conseguirei superar?
E o meu amor será o bastante
para ver o sol brilhar?
Não sei o que esperar de mim
nem se a tempestade vai passar.
Jenny Faulstich
(17/06/2013)
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Súbita carência
Li um verso tão bonito e chorei,
não havia nada de difícil,
nada de complexo, era tão simples e
tão delicado que me tocou por todos os lados
envolveu meu coração carente,
versos do tipo de quem ama a gente.
Jenny Faulstich
(03/06/2013)
não havia nada de difícil,
nada de complexo, era tão simples e
tão delicado que me tocou por todos os lados
envolveu meu coração carente,
versos do tipo de quem ama a gente.
Jenny Faulstich
(03/06/2013)
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