A felicidade proposta de outrora
mergulhou numa surpresa troca
e tudo que eu esperava ontem ou pra já
quem manda agora é Iemanjá!
Jenny Faulstich
(27/12/2015)
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Lágrimas na areia
Lágrimas na areia,
tristeza no olhar,
cansaço da alma
por tanto amar,
tanto odiar,
não ser capaz de perdoar...
Mais lágrimas do que areia na praia.
Jenny Faulstich
(29/12/2015)
tristeza no olhar,
cansaço da alma
por tanto amar,
tanto odiar,
não ser capaz de perdoar...
Mais lágrimas do que areia na praia.
Jenny Faulstich
(29/12/2015)
Te odeio por isso
Te odeio por ter feito eu chorar demais
Te odeio por não querer estar comigo
Te odeio porque estou só e triste
Te odeio porque me fez só e triste
Te odeio por ficar tão melhor sem estar comigo
Te odeio por ter feito eu te amar tanto sem ter a mesma intenção.
Jenny Faulstich
(29/12/2015)
Te odeio por não querer estar comigo
Te odeio porque estou só e triste
Te odeio porque me fez só e triste
Te odeio por ficar tão melhor sem estar comigo
Te odeio por ter feito eu te amar tanto sem ter a mesma intenção.
Jenny Faulstich
(29/12/2015)
Mais uma vez só
Mais uma vez só.
Escolheram que eu ficasse assim.
O que eu escolhi não importou.
O quanto amei não importou.
Jenny Faulstich
(26/01/2016)
Escolheram que eu ficasse assim.
O que eu escolhi não importou.
O quanto amei não importou.
Jenny Faulstich
(26/01/2016)
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Promessas disfarçadas (Terrorista)
Um símbolo da maldade no mundo!
A esperança de quem morreu de fome!
A revolta por sofrer tanto por alguém que só me fez chorar
Mas tanto faz a otária que o demônio jurou amar.
Jenny Faulstich
(23/12/2015)
A esperança de quem morreu de fome!
A revolta por sofrer tanto por alguém que só me fez chorar
Mas tanto faz a otária que o demônio jurou amar.
Jenny Faulstich
(23/12/2015)
Mais um ano ruim que acaba
To chata, to triste, to decepcionada,
é mais um ano ruim que acaba.
To cansada, desestruturada,
uma aflita mal amada.
Uma besta, fadada a angústia,
inspirada ao sofrimento,
desejo de uma morte em segredo,
vítima de uma alma desgraçada.
Jenny Faulstich
(22/12/2015)
é mais um ano ruim que acaba.
To cansada, desestruturada,
uma aflita mal amada.
Uma besta, fadada a angústia,
inspirada ao sofrimento,
desejo de uma morte em segredo,
vítima de uma alma desgraçada.
Jenny Faulstich
(22/12/2015)
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Prece de um coração infeliz
Noite fria, inverno de minh'alma,
se acalme.
Não escute o ser repugnante
que grita e humilha,
se recuse.
Lágrimas que se fazem chuva,
temporal de lamentos ensurdecedores,
que cesse.
A última esperança jaz num conflito
de amores já cantados,
que descanse.
Tão sofrido este pobre coração enganado,
desesperado, entristecido e arrependido,
que se perdoe.
Jenny Faulstich
(17/06/2015)
se acalme.
Não escute o ser repugnante
que grita e humilha,
se recuse.
Lágrimas que se fazem chuva,
temporal de lamentos ensurdecedores,
que cesse.
A última esperança jaz num conflito
de amores já cantados,
que descanse.
Tão sofrido este pobre coração enganado,
desesperado, entristecido e arrependido,
que se perdoe.
Jenny Faulstich
(17/06/2015)
Tristeza, fome e solidão
Borboletas na barriga
não sei se é fome ou agonia,
da dúvida, lágrimas rolam
e só me alimento de memórias.
Jenny Faulstich
(24/10/2015)
não sei se é fome ou agonia,
da dúvida, lágrimas rolam
e só me alimento de memórias.
Jenny Faulstich
(24/10/2015)
Caixa de pregos
De novo sofrendo e sendo infeliz,
de novo batendo e rebatendo na caixa de pregos,
polimento necessário e dolorido da vida,
porque meu coração existe, sente e resiste.
Jenny Faulstich
(01/05/2015)
de novo batendo e rebatendo na caixa de pregos,
polimento necessário e dolorido da vida,
porque meu coração existe, sente e resiste.
Jenny Faulstich
(01/05/2015)
Desejo todas as noites
Desejo que você sinta frio,
que tenha muitos pesadelos
e que se tornem realidade.
Jenny Faulstich
(05/08/2015)
que tenha muitos pesadelos
e que se tornem realidade.
Jenny Faulstich
(05/08/2015)
Furacão Thiago
O vendaval vem chegando novamente
destruindo corações desavisados e avisados também
porque o mal não tem limite,
não sente culpa, nem se arrepende.
Jenny Faulstich
(26/09/2015)
destruindo corações desavisados e avisados também
porque o mal não tem limite,
não sente culpa, nem se arrepende.
Jenny Faulstich
(26/09/2015)
Lua de sangue
Lua de sangue
lágrimas que gritam
um desespero que sufoca
sombra de um amor escondido
uma dor, um martírio,
a vida na penumbra
de um desejo proibido.
Jenny Faulstich
(30/09/2015)
lágrimas que gritam
um desespero que sufoca
sombra de um amor escondido
uma dor, um martírio,
a vida na penumbra
de um desejo proibido.
Jenny Faulstich
(30/09/2015)
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Cadente
Caçando estrelas cadentes
Caçando pedidos ausentes
Enquanto o desejo é cadente
E a paz ausente.
Jenny Faulstich
(14/08/2015)
Caçando pedidos ausentes
Enquanto o desejo é cadente
E a paz ausente.
Jenny Faulstich
(14/08/2015)
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
O que fazer com as palavras?
O que fazer com as palavras?
Elas vêm sufocantes implorando liberdade
mas são ruins, terríveis, já estão condenadas.
Representantes dos piores sentimentos,
amarguradas, tristes, desenganadas.
O que fazer com as palavras?
De um coração desolado, choroso,
tão dedicado e dolorosamente fracassado.
Se desfaz em lágrimas, revolta e fragilidade
que nunca mais irá confiar ou amar de verdade.
Jenny Faulstich
(31/08/2015)
Elas vêm sufocantes implorando liberdade
mas são ruins, terríveis, já estão condenadas.
Representantes dos piores sentimentos,
amarguradas, tristes, desenganadas.
O que fazer com as palavras?
De um coração desolado, choroso,
tão dedicado e dolorosamente fracassado.
Se desfaz em lágrimas, revolta e fragilidade
que nunca mais irá confiar ou amar de verdade.
Jenny Faulstich
(31/08/2015)
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Dedicatória
A você dedico a minha pior e melhor fase... poética...
São tantas mágoas e agonias e tão bem preparadas
que quase faltam palavras para esse tempo que não passa!
Jenny Faulstich
(05/08/2015)
São tantas mágoas e agonias e tão bem preparadas
que quase faltam palavras para esse tempo que não passa!
Jenny Faulstich
(05/08/2015)
Alta periculosidade
Não adianta mais me ameaçar
sobre coisas que eu poderia contar.
Quando não se quer que uma bomba exploda,
basta não armar.
Jenny Faulstich
(05/08/2015)
sobre coisas que eu poderia contar.
Quando não se quer que uma bomba exploda,
basta não armar.
Jenny Faulstich
(05/08/2015)
Anti desgraçado
Anti inflamatórios e anti depressivos
Chá calmante para aquecer o coração
Medicação só não há para mau caráter
Que engana, invade e destrói lares.
Jenny Faulstich
(05/08/2015) foto celular
Chá calmante para aquecer o coração
Medicação só não há para mau caráter
Que engana, invade e destrói lares.
Jenny Faulstich
(05/08/2015) foto celular
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Tormenta
Queria tanto ficar aqui deitada
não fazer nem pensar em nada
esperar o mau tempo passar
e levar toda dor embora.
A tristeza e a revolta me dominam
me fazem péssima companhia
e a pior das ouvintes.
Queria poder dormir um sono tranquilo
sem as pálpebras tão inchadas
por chorar toda santa noite,
apesar que também choro todo santo dia.
Queria que fosse proibido
que entrassem na vida da gente
só para fazerem e deixarem estrago.
Não deixam a mentira do lado de fora
e ela sempre aparece, brota, se faz a mostra
e tudo que foi erguido
na esperança de um amor se esvai.
Confiança é como uma folha de papel,
amasse e rasgue e ela nunca mais será como antes.
Achei que tivessem me resgatado da solidão
e recebi tanta coisa pior,
que saudades já sinto do que me fazia falta.
"Senhor, livrai-nos do mal!"
Porque o mal envolve, ilude,
conquista, tem brilho no olhar, abraço gostoso
e mente, mente, mente muito,
destrói, aterroriza, inferniza a vida,
e um coração não aguenta tanta tormenta.
Jenny Faulstich
(22/07/2015)
não fazer nem pensar em nada
esperar o mau tempo passar
e levar toda dor embora.
A tristeza e a revolta me dominam
me fazem péssima companhia
e a pior das ouvintes.
Queria poder dormir um sono tranquilo
sem as pálpebras tão inchadas
por chorar toda santa noite,
apesar que também choro todo santo dia.
Queria que fosse proibido
que entrassem na vida da gente
só para fazerem e deixarem estrago.
Não deixam a mentira do lado de fora
e ela sempre aparece, brota, se faz a mostra
e tudo que foi erguido
na esperança de um amor se esvai.
Confiança é como uma folha de papel,
amasse e rasgue e ela nunca mais será como antes.
Achei que tivessem me resgatado da solidão
e recebi tanta coisa pior,
que saudades já sinto do que me fazia falta.
"Senhor, livrai-nos do mal!"
Porque o mal envolve, ilude,
conquista, tem brilho no olhar, abraço gostoso
e mente, mente, mente muito,
destrói, aterroriza, inferniza a vida,
e um coração não aguenta tanta tormenta.
Jenny Faulstich
(22/07/2015)
Cacos
Tanta decepção, sensação infindável
de um fracasso que deprime e desorienta,
mais do que um poema triste,
uma convivência que destrói a alma aos poucos,
que vai aniquilando cada nova esperança
e o que resta é somente isso: alguns cacos e eu.
Jenny Faulstich
(22/07/2015)
de um fracasso que deprime e desorienta,
mais do que um poema triste,
uma convivência que destrói a alma aos poucos,
que vai aniquilando cada nova esperança
e o que resta é somente isso: alguns cacos e eu.
Jenny Faulstich
(22/07/2015)
Eis que chega o momento
E eis que chega o momento tão esperado
em que você tem a certeza de que será melhor
e é o que vai lhe fazer sentir melhor.
Mas ainda sim também lhe faz triste ao mesmo tempo
porque realmente gostaria que fosse diferente
e que todo esforço foi em vão,
um desperdício, uma injustiça, um fracasso.
Jenny Faulstich
(12/07/2015)
em que você tem a certeza de que será melhor
e é o que vai lhe fazer sentir melhor.
Mas ainda sim também lhe faz triste ao mesmo tempo
porque realmente gostaria que fosse diferente
e que todo esforço foi em vão,
um desperdício, uma injustiça, um fracasso.
Jenny Faulstich
(12/07/2015)
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Nunca nem deveria
Você foi cruel do início ao fim.
Desde o início que eu permiti
e do fim que não deveria existir.
Nunca nem deveria ter existido início.
Jenny Faulstich
(07/06/2015)
Desde o início que eu permiti
e do fim que não deveria existir.
Nunca nem deveria ter existido início.
Jenny Faulstich
(07/06/2015)
Foto e fato
Já não faço mais parte da foto,
ou nunca fiz de fato.
O respeito nunca houve de fato
e o sorriso, era só na foto.
Jenny Faulstich
(26/07/2015)
ou nunca fiz de fato.
O respeito nunca houve de fato
e o sorriso, era só na foto.
Jenny Faulstich
(26/07/2015)
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Dúvida eterna
Fico todo o tempo tentando definir o motivo da minha agonia.
Por vezes tudo parece tão claro, tão objetivo,
mas tudo que aparenta, sem avisar, definha e despenca.
Jenny Faulstich
(12/07/2014)
Por vezes tudo parece tão claro, tão objetivo,
mas tudo que aparenta, sem avisar, definha e despenca.
Jenny Faulstich
(12/07/2014)
Aquele momento
Aquele momento em que o corpo
pede um sono, pede um sonho
e a mente desperta impede qualquer reação
que enalteça uma paz mesmo que simbólica ou temporária
e aprisiona o ser por completo numa redoma
de pensamentos gladiadores e cruéis.
Nesse momento em que todos os fantasmas presentes
interrompem qualquer tentativa de oração
ou reflexão ou perdão ou redenção
e estas incompletas imperfeitas incompreendidas
se perdem num caminho árduo e áspero
tão quanto as palavras já pronunciadas, doloridas,
talvez arrependidas, não se sabe.
Nesse momento então, recorro às canções de ninar.
Jenny Faulstich
(17/06/2014)
pede um sono, pede um sonho
e a mente desperta impede qualquer reação
que enalteça uma paz mesmo que simbólica ou temporária
e aprisiona o ser por completo numa redoma
de pensamentos gladiadores e cruéis.
Nesse momento em que todos os fantasmas presentes
interrompem qualquer tentativa de oração
ou reflexão ou perdão ou redenção
e estas incompletas imperfeitas incompreendidas
se perdem num caminho árduo e áspero
tão quanto as palavras já pronunciadas, doloridas,
talvez arrependidas, não se sabe.
Nesse momento então, recorro às canções de ninar.
Jenny Faulstich
(17/06/2014)
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Difícil dormir
Difícil dormir
quando uma maldição assombra
o coração, a vida, a alma,
assombra todas as lembranças,
desejos e esperanças.
Jenny Faulstich
(02/01/2014)
quando uma maldição assombra
o coração, a vida, a alma,
assombra todas as lembranças,
desejos e esperanças.
Jenny Faulstich
(02/01/2014)
Caminho das sombras
O homem mal,
obcecado em trilhar o caminho onde não há luz
transforma todo coração que toca
num abismo sem volta
em que a esperança não mais se renova.
Jenny Faulstich
(04/05/2014)
obcecado em trilhar o caminho onde não há luz
transforma todo coração que toca
num abismo sem volta
em que a esperança não mais se renova.
Jenny Faulstich
(04/05/2014)
Destruidor de sonhos
Chegou até mim um aviso,
de que valor e amor seriam me dados.
Acreditei, esperei e aceitei a boa nova,
sem saber o alto preço cobrado
em tristezas, discórdias,
mentiras ilusórias,
terríveis e contraditórias.
Um maldito, falso, um viciado
em causar mágoas,
destruir sonhos,
afundar fortalezas,
fazer desmoronar qualquer certeza.
Jenny Faulstich
(04/05/2014)
de que valor e amor seriam me dados.
Acreditei, esperei e aceitei a boa nova,
sem saber o alto preço cobrado
em tristezas, discórdias,
mentiras ilusórias,
terríveis e contraditórias.
Um maldito, falso, um viciado
em causar mágoas,
destruir sonhos,
afundar fortalezas,
fazer desmoronar qualquer certeza.
Jenny Faulstich
(04/05/2014)
Mentira tirana
A agonia me consome
e me castiga tanto
que eu não conseguiria
agir igual ou parecido.
A mentira reina no meu lar, tirana,
não dá chance para perdoar.
Deixa esse sabor tão amargoso
remoendo junto com sangue na boca,
na alma e num gozo que nunca foi meu.
Desgraçado amoroso,
que só ama por remorso
por tudo que aconteceu.
Jenny Faulstich
(29/04/2014)
e me castiga tanto
que eu não conseguiria
agir igual ou parecido.
A mentira reina no meu lar, tirana,
não dá chance para perdoar.
Deixa esse sabor tão amargoso
remoendo junto com sangue na boca,
na alma e num gozo que nunca foi meu.
Desgraçado amoroso,
que só ama por remorso
por tudo que aconteceu.
Jenny Faulstich
(29/04/2014)
Quando tudo vai bem
Gosto quando chove.
Não gosto quando choro,
e tudo se confunde com a tempestade.
Quando tudo vai bem
e uma distração aparece,
afundo, afogo, me apavoro.
Jenny Faulstich
(21/03/2014)
Não gosto quando choro,
e tudo se confunde com a tempestade.
Quando tudo vai bem
e uma distração aparece,
afundo, afogo, me apavoro.
Jenny Faulstich
(21/03/2014)
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