segunda-feira, 20 de junho de 2022
Poço do céu
Futuraria
domingo, 19 de junho de 2022
Já morri de tanto jeito
Combinada chance
"Se organizar direitinho"
Neblina
Bisturi
Não sou mais o que me alimentava
segunda-feira, 13 de junho de 2022
Otária
quarta-feira, 8 de junho de 2022
Passageira esquecida
domingo, 5 de junho de 2022
Unilateral
terça-feira, 10 de maio de 2022
Amor imperfeito
quinta-feira, 5 de maio de 2022
Preterencial
segunda-feira, 2 de maio de 2022
Cada passo não é o mesmo passo
segunda-feira, 18 de abril de 2022
Obrigada por isso
Cicapari
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
31 de dezembro de... quase 200 mortes em Resende
sexta-feira, 27 de novembro de 2020
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
sábado, 14 de novembro de 2020
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
Live
Um violino que canta.
Uma poesia que grita.
Grita porque pode e precisa.
A vida espia, arrepia,
por uma tela de poucas polegadas,
com película e capa,
dessa live travada, encantada.
DoiZé, trio ou sozinho,
a arte continua
espremida nessas linhas
ora fofa, ora "Lobo",
ora "João de Barro" professor.
Gratidão pela luta, resistência, "algo maior".
Flores brotam em ventanias, enquanto tantos
fecham os olhos, coração e ouvidos,
outros inspiram os próximos dias.
Jenny Faulstich
(Resende, 11/11/2020)
sábado, 29 de agosto de 2020
Girassóis fantasmas
Girassóis guardam a lenda,
do castelo, uma fantasma observa,
a sombra do guerreiro que aparece em sonho,
pra quem tem a curiosidade desperta.
Jenny Faulstich
(El Coronil, 23/07/2018)
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
terça-feira, 25 de agosto de 2020
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
sábado, 22 de agosto de 2020
Meu resumo de paz com o tempo
quarta-feira, 29 de julho de 2020
terça-feira, 28 de julho de 2020
domingo, 26 de julho de 2020
domingo, 24 de maio de 2020
Quarentena eterna
Nunca mais tudo o que já vivemos será parecido.
As lembranças que temos, nunca mais serão parecidas.
Os amigos não serão os mesmos, já não são.
Os costumes também não.
A decepção com atitudes alheias, imensurável.
O egoísmo gritante e horripilante, desnortea.
A vontade de fugir só aumenta.
Atualmente fugir se equipara a ficar em casa.
Fugir nunca foi tão digno!
Ficar isolado consigo mesmo.
Fugir do mundo e mergulhar no seu próprio.
Aceitar que toda a sociedade está doente.
Cansar-se demasiadamente de se preocupar
Com quem pouco está se lixando para os outros.
A quarentena está para o resto de muitas vidas.
Algumas que até já se foram...
O luto seletivo é um dejavu.
De tantas tragédias da humanidade,
A mais humilhante é não se importar.
Jenny Faulstich (Resende, 24/05/2020)








