Nos trilhos da sabedoria,
não fui eu quem disse,
que há de ter entendimento
das metáforas e dos enigmas
dessa vida que grita e anuncia
que o amor sempre haverá de ser
energia infinita.
Jenny Faulstich
(19/06/2008)
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Caminhando na noite III (Saudade nostálgica)
Caminhando na noite
feito uma alma penada
procurando o caminho de casa.
Percurso de provações, tentações,
emoções e até uma certa saudade.
Nostálgica, presente.
Saudade de quê eu não sei.
Saudade de algo que fiz.
Saudade de algo que vem.
Saudade do sono.
Maldito sono!
Nostálgico, ausente,
a tornar-me essa alma penada,
sem casa, sem causa, sem nada,
caminhando para frente,
esperando ser gente,
pesando valores,
abrindo a mente.
Jenifer Faulstich
(24/06/2008)
feito uma alma penada
procurando o caminho de casa.
Percurso de provações, tentações,
emoções e até uma certa saudade.
Nostálgica, presente.
Saudade de quê eu não sei.
Saudade de algo que fiz.
Saudade de algo que vem.
Saudade do sono.
Maldito sono!
Nostálgico, ausente,
a tornar-me essa alma penada,
sem casa, sem causa, sem nada,
caminhando para frente,
esperando ser gente,
pesando valores,
abrindo a mente.
Jenifer Faulstich
(24/06/2008)
Caminhando na noite II (Elevando o coração)
Mais uma vez o mesmo caminho,
o caminho de casa.
E de um instante de espontaneidade,
busco em mim, algo para eternidade,
uma palavra, um ato,
uma lembrança que não seja só minha.
Sob a luz da Lua,
um caminho então iluminado,
sempre a frente, abrindo a mente
e elevando o coração para longe da solidão.
Jenny Faulstich
(19/06/2008)
o caminho de casa.
E de um instante de espontaneidade,
busco em mim, algo para eternidade,
uma palavra, um ato,
uma lembrança que não seja só minha.
Sob a luz da Lua,
um caminho então iluminado,
sempre a frente, abrindo a mente
e elevando o coração para longe da solidão.
Jenny Faulstich
(19/06/2008)
sábado, 21 de junho de 2008
Contradição
Não suporto mais chorar.
Contradigo o que sinto,
por amar sem ter a quem amar.
Jenny Faulstich
(21/06/2008)
Contradigo o que sinto,
por amar sem ter a quem amar.
Jenny Faulstich
(21/06/2008)
Sem medo
Perspectiva? A ausência dela?
Tem fundamento essa tristeza?
Tem fundamento esse martírio,
esse questionamento?
Caminhar com medo,
é caminhar para trás
querendo caminhar para frente.
Prefiro caminhar para frente.
Sem medo,
nos encontraremos adiante meu bem.
Jenny Faulstich
(21/06/2008)
Tem fundamento essa tristeza?
Tem fundamento esse martírio,
esse questionamento?
Caminhar com medo,
é caminhar para trás
querendo caminhar para frente.
Prefiro caminhar para frente.
Sem medo,
nos encontraremos adiante meu bem.
Jenny Faulstich
(21/06/2008)
Inevitável
Cada palavra cantada
confirma cada palavra mencionada.
Resposta imediata,
ao questionado, ao discordado,
ao discutido, ao imaginado.
Acredite um pouquinho só no que lhe digo,
"a dor é inevitável, mas o sofrimento, é opcional".
Então, pra quê temer?
Jenny Faulstich
(21/06/2008)
confirma cada palavra mencionada.
Resposta imediata,
ao questionado, ao discordado,
ao discutido, ao imaginado.
Acredite um pouquinho só no que lhe digo,
"a dor é inevitável, mas o sofrimento, é opcional".
Então, pra quê temer?
Jenny Faulstich
(21/06/2008)
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Há dias...
Há dias em que nada tenho de especial...
Extrema melancolia e até conflito existencial...
Delírio que consome qualquer vestígio racional...
Emoções assim, será normal?
Jenny Faulstich
Extrema melancolia e até conflito existencial...
Delírio que consome qualquer vestígio racional...
Emoções assim, será normal?
Jenny Faulstich
Indefinida Ilusão
Expectativas não cumpridas aumentam a decepção.
Como um açoite impiedoso recebo cada rejeição.
Por fim, relação apenas mantenho com a solidão.
Jenny Faulstich
Como um açoite impiedoso recebo cada rejeição.
Por fim, relação apenas mantenho com a solidão.
Jenny Faulstich
Incerteza
As lágrimas sempre alcançam meus olhos
e me desafiam num combate violento
de murmúrios ao vento
afiados como uma espada
que atravessa meu peito,
sangra tristeza
e busca consolo numa incerteza.
Jenny Faulstich
(10/12/2005)
e me desafiam num combate violento
de murmúrios ao vento
afiados como uma espada
que atravessa meu peito,
sangra tristeza
e busca consolo numa incerteza.
Jenny Faulstich
(10/12/2005)
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Sentimento Unitário
Até mesmo o mais íntimo amargo
se rende ao citado no Decálogo.
Até mesmo o mais intenso aluado
se vê no presságio de amar e ser amado.
Jenny Faulstich
(15/12/2004)
se rende ao citado no Decálogo.
Até mesmo o mais intenso aluado
se vê no presságio de amar e ser amado.
Jenny Faulstich
(15/12/2004)
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Caminhando na noite I (Dark Angel)
Deixo para trás aquela silueta
de ombros nus exibindo a carência.
Bela silueta, sem rosto, sem nada,
sem nada a ser visto com os olhos.
Deixo para trás
minha sombra
dark angel sem asas,
sem escolha.
Atraente sombra
omitindo desejo infinito,
ânsia de luz,
sede de amor.
Deixo para trás
minha silueta
para permitir
que a luz possa me guiar
sempre a frente
abrindo a mente...
Jenny Faulstich
(11/06/2008)
de ombros nus exibindo a carência.
Bela silueta, sem rosto, sem nada,
sem nada a ser visto com os olhos.
Deixo para trásminha sombra
dark angel sem asas,
sem escolha.
Atraente sombra
omitindo desejo infinito,
ânsia de luz,
sede de amor.
Deixo para trás
minha silueta
para permitir
que a luz possa me guiar
sempre a frente
abrindo a mente...
Jenny Faulstich
(11/06/2008)
Um dia será livre...
Um dia meu amado,
você será alado...
você será alado...
Um dia meu querido,
você estará crescido...
Estará livre...
Livre para ver, ouvir e falar...
Livre para querer e para escolher,
para caminhar com suas próprias pernas,
para refletir, perdoar e compreender,
buscar verdades, respostas, conseqüências...
E estando por perto ou não,
sempre... sempre estarei com você.
Jenny Faulstich
*para uma pessoa especial
(11/06/2008)
(11/06/2008)
Nunca diga...
Nunca diga que não sei!
Como se passa, como se sente.
Nunca diga o que fazer!
Mas por favor...
me diga o que fazer!!!
Já disse que te amo hoje?
E nunca esqueça:
nunca diga que não sei,
nunca duvide de mim
e não ache que se livraria fácil de mim
porque você já está comigo
da melhor forma que alguém poderia estar,
no carinho, na harmonia e no amor...
Somente nunca diga, que não sei...
Jenny Faulstich
(06/06/2008)
Como se passa, como se sente.
Nunca diga o que fazer!
Mas por favor...
me diga o que fazer!!!
Já disse que te amo hoje?
E nunca esqueça:
nunca diga que não sei,
nunca duvide de mim
e não ache que se livraria fácil de mim
porque você já está comigo
da melhor forma que alguém poderia estar,
no carinho, na harmonia e no amor...
Somente nunca diga, que não sei...
Jenny Faulstich
(06/06/2008)
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Coração de Pedra VII
Componho nota a nota minha história.
'A cada queda, coração de pedra...'
Insisto em querer ficar só,
mas me vem força para seguir,
me vem coragem para lutar,
me vem a voz para cantar,
e mesmo que me vejas chorar,
coração de pedra, sempre será.
Jenny Faulstich
(08/05/2008)
'A cada queda, coração de pedra...'
Insisto em querer ficar só,
mas me vem força para seguir,
me vem coragem para lutar,
me vem a voz para cantar,
e mesmo que me vejas chorar,
coração de pedra, sempre será.
Jenny Faulstich
(08/05/2008)
Guardiã
Guardiã de seus passos em pensamento,
vem até mim como o vento,
nos encontramos no tempo
e conduzimos a vida ao desejo infinito.
Jenny Faulstich
(08/05/2008)
vem até mim como o vento,
nos encontramos no tempo
e conduzimos a vida ao desejo infinito.
Jenny Faulstich
(08/05/2008)
Permita-me...
Permita-me te surpreender...
posso ser aquela estrela
que de longe tu almejas.
Não tenhas medo...
permita-me te fazer alcançar o céu...
Não ouça, não fale,
somente sinta... sinta...
e permita-me...
que eu deixe que tu me guies
pelo infinito paralelo de nossos pensamentos,
puros, reprimidos, insanos, instintivos...
Permita-me...
Jenny Faulstich
(25/05/2008)
posso ser aquela estrela
que de longe tu almejas.
Não tenhas medo...
permita-me te fazer alcançar o céu...
Não ouça, não fale,
somente sinta... sinta...
e permita-me...
que eu deixe que tu me guies
pelo infinito paralelo de nossos pensamentos,
puros, reprimidos, insanos, instintivos...
Permita-me...
Jenny Faulstich
(25/05/2008)
domingo, 25 de maio de 2008
Segunda Vista
Por todo tempo que já passou,
o grito da solidão me ecoou
junto com o vento no peito e na alma
como quem busca um grande amor.
No mundo em que agora vivo,
cega, surda e confusa prossigo,
me falha a memória da razão
para preencher o vazio do meu coração.
E nesse rumo sem encanto e sem graça,
você chegou como quem marca e avassala,
levou as lágrimas que quem tentou não tirou,
em apenas uma segunda vista para o amor.
Jenny Faulstich
(27/08/2005)
o grito da solidão me ecoou
junto com o vento no peito e na alma
como quem busca um grande amor.
No mundo em que agora vivo,
cega, surda e confusa prossigo,
me falha a memória da razão
para preencher o vazio do meu coração.
E nesse rumo sem encanto e sem graça,
você chegou como quem marca e avassala,
levou as lágrimas que quem tentou não tirou,
em apenas uma segunda vista para o amor.
Jenny Faulstich
(27/08/2005)
Arte Infinita
Multi-idéias geniais!
Tantas formalidades
ou não oficiais.
Regadas com vinho tinto
entre outras coisas mais.
Sorrisos e lágrimas se confundem
se sim ou não interpretadas,
resultam na reciprocidade
de reflexões emocionadas.
É a voz e o silêncio
unidos nos mesmos ideiais.
Verdades e mentiras suavizadas
em artes tantas celestiais.
Tão boa companhia
(eventualmente a única)
com sua lógica e/ou dúvida...
"Quem inventou o amor?"
"Eis a questão!"
Tudo isso ilustrado
do meu jeito
do seu jeito
de qualquer forma
em qualquer hora,
a longo prazo ou sem demora.
Arte, segredo exposto da vida.
Arte infinita!
Jenny Faulstich
(18/12/2004)
Tantas formalidades
ou não oficiais.
Regadas com vinho tinto
entre outras coisas mais.
Sorrisos e lágrimas se confundem
se sim ou não interpretadas,
resultam na reciprocidade
de reflexões emocionadas.
É a voz e o silêncio
unidos nos mesmos ideiais.
Verdades e mentiras suavizadas
em artes tantas celestiais.
Tão boa companhia
(eventualmente a única)
com sua lógica e/ou dúvida...
"Quem inventou o amor?"
"Eis a questão!"
Tudo isso ilustrado
do meu jeito
do seu jeito
de qualquer forma
em qualquer hora,
a longo prazo ou sem demora.
Arte, segredo exposto da vida.
Arte infinita!
Jenny Faulstich
(18/12/2004)
terça-feira, 29 de abril de 2008
Entrega à domicílio
Vai, leva...
Leva essa harmonia,
leva essa alegria,
leva força e conforto...
Vai pensamento, leva...
E entrega àquele coração que chora
um despertar para o amor,
um contato com a alma,
pois faz que não sente que chora...
Jenny Faulstich
(02/04/2008)
Leva essa harmonia,
leva essa alegria,
leva força e conforto...
Vai pensamento, leva...
E entrega àquele coração que chora
um despertar para o amor,
um contato com a alma,
pois faz que não sente que chora...
Jenny Faulstich
(02/04/2008)
A caminho de uma nova fase (Sinistra)
Luto
Se o amor morrer em mim,
não chore nem por um minuto.
Nada serei, além de um defunto.
Jenny Faulstich
(02/04/2008)
não chore nem por um minuto.
Nada serei, além de um defunto.
Jenny Faulstich
(02/04/2008)
Realidade a Varejo II
Chuva! Dá vida, lava ou destrói.
Um rio passou e me deixou sem resposta.
Terei que buscá-la sozinha.
Hoje desligarei a TV
e não ouvirei meus vizinhos.
Hoje, o meu barulho será maior.
Tenho que enviar um recado urgente amanhã de manhã.
Quero pensar nisso só amanhã,
mas e se eu esquecer?
Cuidado redobrado na estrada amigo,
chuva pode mudar o rumo e os ares.
Dormirei sem os brincos hoje.
Meus sapatos não secarão à tempo,
mas que bom que fiz pelo menos uma boa ação hoje,
e não me importei em ficar sem o 'obrigado'.
Aliás, prefiro é não pensar nas outras ações,
nem em que eu sentia e nem em que eu lembrava.
Estranha, sem chão, sem abraço, sem noção.
Um breve retiro sem telefone ou contas à pagar.
Em 'off' para retornar forte.
'Ânimo mulher!'
Tem recado para dar amanhã, um novo e belo dia,
e ainda nem cuidou desse ferimento sangrando.
Por favor, um abraço pelo menos de vez em quando...
Jenny Faulstich
(12/03/2008)
Um rio passou e me deixou sem resposta.
Terei que buscá-la sozinha.
Hoje desligarei a TV
e não ouvirei meus vizinhos.
Hoje, o meu barulho será maior.
Tenho que enviar um recado urgente amanhã de manhã.
Quero pensar nisso só amanhã,
mas e se eu esquecer?
Cuidado redobrado na estrada amigo,
chuva pode mudar o rumo e os ares.
Dormirei sem os brincos hoje.
Meus sapatos não secarão à tempo,
mas que bom que fiz pelo menos uma boa ação hoje,
e não me importei em ficar sem o 'obrigado'.
Aliás, prefiro é não pensar nas outras ações,
nem em que eu sentia e nem em que eu lembrava.
Estranha, sem chão, sem abraço, sem noção.
Um breve retiro sem telefone ou contas à pagar.
Em 'off' para retornar forte.
'Ânimo mulher!'
Tem recado para dar amanhã, um novo e belo dia,
e ainda nem cuidou desse ferimento sangrando.
Por favor, um abraço pelo menos de vez em quando...
Jenny Faulstich
(12/03/2008)
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Feliz hoje...
Felicidade pra mim hoje é isso:
ter a alegria dos meus amigos e familiares,
além de ouvir, perceber e sentir que estão bem...
É saber e guardar pra mim a boa ação que fiz...
É receber aquela ligação não esperada...
É ter essa inspiração...
Pensar em alguém sem nome nesse mundo...
Saber que alguém nesse mundo quis saber meu nome...
Não assistir por um tempo os noticiários...
Pegar chuva, sem guarda-chuva a caminho de casa...
Ter um felino que me aguarda chegar de todas as baladas,
seja de muita música, muita dança, olhares,
sins e nãos, talvez quem sabe e um dia quem sabe,
e fica uma expectativa,
mais uma inspiração,
mais uma alegria para o meu coração
que bate junto com o contra-baixo,
com a guitarra e a bateria,
junto com a percussão, junto com as palmas
e o vinho derramado na camisa...
'Ninguém viu!'
Alguém viu. Alguém sempre vê.
Metais, luzes, canções e tentações.
Tudo vale a pena...
A primeira, a segunda ou a última vez...
A lembrança, a saudade que ficou,
do que ficou pra trás e do que ainda vem...
As palavras ditas e não ditas...
O silêncio...
A estrada, a estada, o momento...
A energia, a alegria e o sono...
Quem está ao meu lado...
É 'buscar o caminho, a verdade e a vida'...
Ter consciência do peso da cruz
e ter a certeza que terei forças para superar,
dom da fortaleza sempre será,
mais a missão de evoluir a cada despertar...
O bem acima de tudo, não importa a quem...
Felicidade pra mim hoje, é isso...
É a minha história no meio,
começada ontem e que nunca terá fim.
Jenny Faulstich
(20/04/2008)
ter a alegria dos meus amigos e familiares,
além de ouvir, perceber e sentir que estão bem...
É saber e guardar pra mim a boa ação que fiz...
É receber aquela ligação não esperada...
É ter essa inspiração...
Pensar em alguém sem nome nesse mundo...
Saber que alguém nesse mundo quis saber meu nome...
Não assistir por um tempo os noticiários...
Pegar chuva, sem guarda-chuva a caminho de casa...
Ter um felino que me aguarda chegar de todas as baladas,
seja de muita música, muita dança, olhares,
sins e nãos, talvez quem sabe e um dia quem sabe,
e fica uma expectativa,
mais uma inspiração,
mais uma alegria para o meu coração
que bate junto com o contra-baixo,
com a guitarra e a bateria,
junto com a percussão, junto com as palmas
e o vinho derramado na camisa...
'Ninguém viu!'
Alguém viu. Alguém sempre vê.
Metais, luzes, canções e tentações.
Tudo vale a pena...
A primeira, a segunda ou a última vez...
A lembrança, a saudade que ficou,
do que ficou pra trás e do que ainda vem...
As palavras ditas e não ditas...
O silêncio...
A estrada, a estada, o momento...
A energia, a alegria e o sono...
Quem está ao meu lado...
É 'buscar o caminho, a verdade e a vida'...
Ter consciência do peso da cruz
e ter a certeza que terei forças para superar,
dom da fortaleza sempre será,
mais a missão de evoluir a cada despertar...
O bem acima de tudo, não importa a quem...
Felicidade pra mim hoje, é isso...
É a minha história no meio,
começada ontem e que nunca terá fim.
Jenny Faulstich
(20/04/2008)
Mutante
Adapto meu pensamento
para encontrar uma solução.
Elevo meu sentimento
para criar minha magia.
Mutando a dor em amor,
levo paz pela minha vida.
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
para encontrar uma solução.
Elevo meu sentimento
para criar minha magia.
Mutando a dor em amor,
levo paz pela minha vida.
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
Permissão
Permissão do mundo para viver,
permissão concebida para sorrir,
chorar, falar, emudecer,
correr, parar e sofrer...
Permissão do mundo para amar,
permissão concebida para viver...
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
permissão concebida para sorrir,
chorar, falar, emudecer,
correr, parar e sofrer...
Permissão do mundo para amar,
permissão concebida para viver...
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
Explosão dos Extremos
Em tão pouco tempo,
da felicidade à tristeza,
da euforia ao caos
que explodem em minh'alma
e em meu corpo que já não impede mais,
levando-me da cabeça ao chão
para desfazer o q não posso conter...
Em tão pouco tempo,
do riso ao choro,
da depressão ao amor
que conforta e prevalece sempre
em meu coração e minh'alma,
levando-me do chão às estrelas
para a luz reerguer...
Em tão pouco tempo,
explosão dos extremos.
Sobrevivente de uma noite,
para uma vida inteira, intensamente...
Jenny Faulstich
(06/04/2008)
da felicidade à tristeza,
da euforia ao caos
que explodem em minh'alma
e em meu corpo que já não impede mais,
levando-me da cabeça ao chão
para desfazer o q não posso conter...
Em tão pouco tempo,
do riso ao choro,
da depressão ao amor
que conforta e prevalece sempre
em meu coração e minh'alma,
levando-me do chão às estrelas
para a luz reerguer...
Em tão pouco tempo,
explosão dos extremos.
Sobrevivente de uma noite,
para uma vida inteira, intensamente...
Jenny Faulstich
(06/04/2008)
Para um anjo meu...
Encanto a curto,
médio e a longo prazo,
você tem, meu anjo...
Contigo pacifico e extravaso,
é tudo que preciso,
ter um anjo ao meu lado...
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
*Ao querido amigo Abel Ricardo.
médio e a longo prazo,
você tem, meu anjo...
Contigo pacifico e extravaso,
é tudo que preciso,
ter um anjo ao meu lado...
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
*Ao querido amigo Abel Ricardo.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Voltou no tempo
A paixão deu lugar à tristeza
quando desviou o caminho do infinito.
Voltou para trás no tempo
e me deixou sozinha prosseguindo...
Jenny Faulstich
(29/10/2006)
quando desviou o caminho do infinito.
Voltou para trás no tempo
e me deixou sozinha prosseguindo...
Jenny Faulstich
(29/10/2006)
Cortina d'água
Cortina d'água
que esconde minhas lágrimas
guardo em mim o medo
que não posso conter.
Cortina d'água
que me separa do mundo
e me deixa tranquila sofrer.
Cortina d'água
que lava minh'alma
pra voltar a viver.
Jenny Faulstich
(02/05/2007)
que esconde minhas lágrimas
guardo em mim o medo
que não posso conter.
Cortina d'água
que me separa do mundo
e me deixa tranquila sofrer.
Cortina d'água
que lava minh'alma
pra voltar a viver.
Jenny Faulstich
(02/05/2007)
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