Multi-idéias geniais!
Tantas formalidades
ou não oficiais.
Regadas com vinho tinto
entre outras coisas mais.
Sorrisos e lágrimas se confundem
se sim ou não interpretadas,
resultam na reciprocidade
de reflexões emocionadas.
É a voz e o silêncio
unidos nos mesmos ideiais.
Verdades e mentiras suavizadas
em artes tantas celestiais.
Tão boa companhia
(eventualmente a única)
com sua lógica e/ou dúvida...
"Quem inventou o amor?"
"Eis a questão!"
Tudo isso ilustrado
do meu jeito
do seu jeito
de qualquer forma
em qualquer hora,
a longo prazo ou sem demora.
Arte, segredo exposto da vida.
Arte infinita!
Jenny Faulstich
(18/12/2004)
domingo, 25 de maio de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Entrega à domicílio
Vai, leva...
Leva essa harmonia,
leva essa alegria,
leva força e conforto...
Vai pensamento, leva...
E entrega àquele coração que chora
um despertar para o amor,
um contato com a alma,
pois faz que não sente que chora...
Jenny Faulstich
(02/04/2008)
Leva essa harmonia,
leva essa alegria,
leva força e conforto...
Vai pensamento, leva...
E entrega àquele coração que chora
um despertar para o amor,
um contato com a alma,
pois faz que não sente que chora...
Jenny Faulstich
(02/04/2008)
A caminho de uma nova fase (Sinistra)
Luto
Se o amor morrer em mim,
não chore nem por um minuto.
Nada serei, além de um defunto.
Jenny Faulstich
(02/04/2008)
não chore nem por um minuto.
Nada serei, além de um defunto.
Jenny Faulstich
(02/04/2008)
Realidade a Varejo II
Chuva! Dá vida, lava ou destrói.
Um rio passou e me deixou sem resposta.
Terei que buscá-la sozinha.
Hoje desligarei a TV
e não ouvirei meus vizinhos.
Hoje, o meu barulho será maior.
Tenho que enviar um recado urgente amanhã de manhã.
Quero pensar nisso só amanhã,
mas e se eu esquecer?
Cuidado redobrado na estrada amigo,
chuva pode mudar o rumo e os ares.
Dormirei sem os brincos hoje.
Meus sapatos não secarão à tempo,
mas que bom que fiz pelo menos uma boa ação hoje,
e não me importei em ficar sem o 'obrigado'.
Aliás, prefiro é não pensar nas outras ações,
nem em que eu sentia e nem em que eu lembrava.
Estranha, sem chão, sem abraço, sem noção.
Um breve retiro sem telefone ou contas à pagar.
Em 'off' para retornar forte.
'Ânimo mulher!'
Tem recado para dar amanhã, um novo e belo dia,
e ainda nem cuidou desse ferimento sangrando.
Por favor, um abraço pelo menos de vez em quando...
Jenny Faulstich
(12/03/2008)
Um rio passou e me deixou sem resposta.
Terei que buscá-la sozinha.
Hoje desligarei a TV
e não ouvirei meus vizinhos.
Hoje, o meu barulho será maior.
Tenho que enviar um recado urgente amanhã de manhã.
Quero pensar nisso só amanhã,
mas e se eu esquecer?
Cuidado redobrado na estrada amigo,
chuva pode mudar o rumo e os ares.
Dormirei sem os brincos hoje.
Meus sapatos não secarão à tempo,
mas que bom que fiz pelo menos uma boa ação hoje,
e não me importei em ficar sem o 'obrigado'.
Aliás, prefiro é não pensar nas outras ações,
nem em que eu sentia e nem em que eu lembrava.
Estranha, sem chão, sem abraço, sem noção.
Um breve retiro sem telefone ou contas à pagar.
Em 'off' para retornar forte.
'Ânimo mulher!'
Tem recado para dar amanhã, um novo e belo dia,
e ainda nem cuidou desse ferimento sangrando.
Por favor, um abraço pelo menos de vez em quando...
Jenny Faulstich
(12/03/2008)
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Feliz hoje...
Felicidade pra mim hoje é isso:
ter a alegria dos meus amigos e familiares,
além de ouvir, perceber e sentir que estão bem...
É saber e guardar pra mim a boa ação que fiz...
É receber aquela ligação não esperada...
É ter essa inspiração...
Pensar em alguém sem nome nesse mundo...
Saber que alguém nesse mundo quis saber meu nome...
Não assistir por um tempo os noticiários...
Pegar chuva, sem guarda-chuva a caminho de casa...
Ter um felino que me aguarda chegar de todas as baladas,
seja de muita música, muita dança, olhares,
sins e nãos, talvez quem sabe e um dia quem sabe,
e fica uma expectativa,
mais uma inspiração,
mais uma alegria para o meu coração
que bate junto com o contra-baixo,
com a guitarra e a bateria,
junto com a percussão, junto com as palmas
e o vinho derramado na camisa...
'Ninguém viu!'
Alguém viu. Alguém sempre vê.
Metais, luzes, canções e tentações.
Tudo vale a pena...
A primeira, a segunda ou a última vez...
A lembrança, a saudade que ficou,
do que ficou pra trás e do que ainda vem...
As palavras ditas e não ditas...
O silêncio...
A estrada, a estada, o momento...
A energia, a alegria e o sono...
Quem está ao meu lado...
É 'buscar o caminho, a verdade e a vida'...
Ter consciência do peso da cruz
e ter a certeza que terei forças para superar,
dom da fortaleza sempre será,
mais a missão de evoluir a cada despertar...
O bem acima de tudo, não importa a quem...
Felicidade pra mim hoje, é isso...
É a minha história no meio,
começada ontem e que nunca terá fim.
Jenny Faulstich
(20/04/2008)
ter a alegria dos meus amigos e familiares,
além de ouvir, perceber e sentir que estão bem...
É saber e guardar pra mim a boa ação que fiz...
É receber aquela ligação não esperada...
É ter essa inspiração...
Pensar em alguém sem nome nesse mundo...
Saber que alguém nesse mundo quis saber meu nome...
Não assistir por um tempo os noticiários...
Pegar chuva, sem guarda-chuva a caminho de casa...
Ter um felino que me aguarda chegar de todas as baladas,
seja de muita música, muita dança, olhares,
sins e nãos, talvez quem sabe e um dia quem sabe,
e fica uma expectativa,
mais uma inspiração,
mais uma alegria para o meu coração
que bate junto com o contra-baixo,
com a guitarra e a bateria,
junto com a percussão, junto com as palmas
e o vinho derramado na camisa...
'Ninguém viu!'
Alguém viu. Alguém sempre vê.
Metais, luzes, canções e tentações.
Tudo vale a pena...
A primeira, a segunda ou a última vez...
A lembrança, a saudade que ficou,
do que ficou pra trás e do que ainda vem...
As palavras ditas e não ditas...
O silêncio...
A estrada, a estada, o momento...
A energia, a alegria e o sono...
Quem está ao meu lado...
É 'buscar o caminho, a verdade e a vida'...
Ter consciência do peso da cruz
e ter a certeza que terei forças para superar,
dom da fortaleza sempre será,
mais a missão de evoluir a cada despertar...
O bem acima de tudo, não importa a quem...
Felicidade pra mim hoje, é isso...
É a minha história no meio,
começada ontem e que nunca terá fim.
Jenny Faulstich
(20/04/2008)
Mutante
Adapto meu pensamento
para encontrar uma solução.
Elevo meu sentimento
para criar minha magia.
Mutando a dor em amor,
levo paz pela minha vida.
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
para encontrar uma solução.
Elevo meu sentimento
para criar minha magia.
Mutando a dor em amor,
levo paz pela minha vida.
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
Permissão
Permissão do mundo para viver,
permissão concebida para sorrir,
chorar, falar, emudecer,
correr, parar e sofrer...
Permissão do mundo para amar,
permissão concebida para viver...
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
permissão concebida para sorrir,
chorar, falar, emudecer,
correr, parar e sofrer...
Permissão do mundo para amar,
permissão concebida para viver...
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
Explosão dos Extremos
Em tão pouco tempo,
da felicidade à tristeza,
da euforia ao caos
que explodem em minh'alma
e em meu corpo que já não impede mais,
levando-me da cabeça ao chão
para desfazer o q não posso conter...
Em tão pouco tempo,
do riso ao choro,
da depressão ao amor
que conforta e prevalece sempre
em meu coração e minh'alma,
levando-me do chão às estrelas
para a luz reerguer...
Em tão pouco tempo,
explosão dos extremos.
Sobrevivente de uma noite,
para uma vida inteira, intensamente...
Jenny Faulstich
(06/04/2008)
da felicidade à tristeza,
da euforia ao caos
que explodem em minh'alma
e em meu corpo que já não impede mais,
levando-me da cabeça ao chão
para desfazer o q não posso conter...
Em tão pouco tempo,
do riso ao choro,
da depressão ao amor
que conforta e prevalece sempre
em meu coração e minh'alma,
levando-me do chão às estrelas
para a luz reerguer...
Em tão pouco tempo,
explosão dos extremos.
Sobrevivente de uma noite,
para uma vida inteira, intensamente...
Jenny Faulstich
(06/04/2008)
Para um anjo meu...
Encanto a curto,
médio e a longo prazo,
você tem, meu anjo...
Contigo pacifico e extravaso,
é tudo que preciso,
ter um anjo ao meu lado...
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
*Ao querido amigo Abel Ricardo.
médio e a longo prazo,
você tem, meu anjo...
Contigo pacifico e extravaso,
é tudo que preciso,
ter um anjo ao meu lado...
Jenny Faulstich
(24/04/2008)
*Ao querido amigo Abel Ricardo.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Voltou no tempo
A paixão deu lugar à tristeza
quando desviou o caminho do infinito.
Voltou para trás no tempo
e me deixou sozinha prosseguindo...
Jenny Faulstich
(29/10/2006)
quando desviou o caminho do infinito.
Voltou para trás no tempo
e me deixou sozinha prosseguindo...
Jenny Faulstich
(29/10/2006)
Cortina d'água
Cortina d'água
que esconde minhas lágrimas
guardo em mim o medo
que não posso conter.
Cortina d'água
que me separa do mundo
e me deixa tranquila sofrer.
Cortina d'água
que lava minh'alma
pra voltar a viver.
Jenny Faulstich
(02/05/2007)
que esconde minhas lágrimas
guardo em mim o medo
que não posso conter.
Cortina d'água
que me separa do mundo
e me deixa tranquila sofrer.
Cortina d'água
que lava minh'alma
pra voltar a viver.
Jenny Faulstich
(02/05/2007)
Meu
Perdoe-me...
Perdoe-me o atrevimento
de querer-te por perto,
querer-te meu...
espetáculo,
a melhor parte,
minha obra de arte
transcedental...
Jenny Faulstich
(09/01/2008)
Perdoe-me o atrevimento
de querer-te por perto,
querer-te meu...
espetáculo,
a melhor parte,
minha obra de arte
transcedental...
Jenny Faulstich
(09/01/2008)
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Olhar assim...
Gosto quando você me olha assim.
Gosto quando você realmente olha pra mim.
Me faz sorrir,
me faz sentir feliz,
me faz assim...
como ninguém jamais quis,
e me quer assim, feliz,
só por me olhar assim...
Jenny Faulstich
Gosto quando você realmente olha pra mim.
Me faz sorrir,
me faz sentir feliz,
me faz assim...
como ninguém jamais quis,
e me quer assim, feliz,
só por me olhar assim...
Jenny Faulstich
Amigo, larga de graça.
Amigo, sinto sua falta,
seu sorriso, sua retidão,
sua dúvida e sua certeza,
seu jeito previsto e o imprevisto.
Sua imperfeição completa a minha,
nossas falhas unem nossos defeitos,
aprendemos juntos e
fortalecemos nosso caráter.
Amigo meu...
Sinto sua falta,
trocar histórias e estórias,
assunto é que não finda
entre fofocas e romances,
você me irrita,
eu lhe irrito,
a gente se bica
e termina tudo bem.
Amigo, larga de graça,
ontem fui ao cinema,
era meia-noite
e eu quero lhe contar o final do filme.
Jenny Faulstich
* ao querido amigo André Ribeiro
(05/2007)
seu sorriso, sua retidão,
sua dúvida e sua certeza,
seu jeito previsto e o imprevisto.
Sua imperfeição completa a minha,
nossas falhas unem nossos defeitos,
aprendemos juntos e
fortalecemos nosso caráter.
Amigo meu...
Sinto sua falta,
trocar histórias e estórias,
assunto é que não finda
entre fofocas e romances,
você me irrita,
eu lhe irrito,
a gente se bica
e termina tudo bem.
Amigo, larga de graça,
ontem fui ao cinema,
era meia-noite
e eu quero lhe contar o final do filme.
Jenny Faulstich
* ao querido amigo André Ribeiro
(05/2007)
sexta-feira, 28 de março de 2008
Paixão e Fúria
Paixão furiosa...
Paixão, canção, tesão...
Eu não valho nada,
você, menos ainda.
Você não vale nada,
eu, menos ainda.
Tão bem combinamos!
E não importa se o tempo passa,
a fúria nos atravessa,
repulsa e aproxima,
feras famintas
de paixão, canção, tesão...
Pele, desejo e imaginação...
Sem que eu chame vem até mim.
Tentação! Que invade meu corpo!
Ofegante. Delícia. Satisfação...
Estampada na sua cara.
Mesmo que não queira leva meu cheiro.
Maldita sua boca que nunca despede
esperando a volta.
Paixão furiosa...
Jenny Faulstich
(25/03/2008)
Paixão, canção, tesão...
Eu não valho nada,
você, menos ainda.
Você não vale nada,
eu, menos ainda.
Tão bem combinamos!
E não importa se o tempo passa,
a fúria nos atravessa,
repulsa e aproxima,
feras famintas
de paixão, canção, tesão...
Pele, desejo e imaginação...
Sem que eu chame vem até mim.
Tentação! Que invade meu corpo!
Ofegante. Delícia. Satisfação...
Estampada na sua cara.
Mesmo que não queira leva meu cheiro.
Maldita sua boca que nunca despede
esperando a volta.
Paixão furiosa...
Jenny Faulstich
(25/03/2008)
quinta-feira, 20 de março de 2008
Sem voz
Digo ou não digo?
Na dúvida persisto
em ficar só
e lamentar sem voz.
Jenny Faulstich
(19/03/2008)
Na dúvida persisto
em ficar só
e lamentar sem voz.
Jenny Faulstich
(19/03/2008)
segunda-feira, 17 de março de 2008
Relativo
'Viver' é uma história engraçada.
Esse sono não me larga
e na hora de vir,
me deixa desamparada.
Entre encontros e desencontros,
qual mais difícil esquecer?
Relativo, mas queria entender,
porque acabo por rir de mim,
enquanto só me vejo a sofrer.
Jenny Faulstich
(17/03/2008)
Esse sono não me larga
e na hora de vir,
me deixa desamparada.
Entre encontros e desencontros,
qual mais difícil esquecer?
Relativo, mas queria entender,
porque acabo por rir de mim,
enquanto só me vejo a sofrer.
Jenny Faulstich
(17/03/2008)
Perdi
Perdi mais uma vez...
Perdi mais uma vez um coração.
Perdi mais uma vez meu coração.
Perdi o que nunca ganhei.
Perdi ao esperar ao menos um talvez.
Perdi sem nenhuma chance dada.
Perdi! Me perdi!
Quando então serei achada?
Jenny Faulstich
(17/03/2008)
Perdi mais uma vez um coração.
Perdi mais uma vez meu coração.
Perdi o que nunca ganhei.
Perdi ao esperar ao menos um talvez.
Perdi sem nenhuma chance dada.
Perdi! Me perdi!
Quando então serei achada?
Jenny Faulstich
(17/03/2008)
O que faço melhor
Sorrir e chorar é o que faço melhor.
Sorrir e chorar não faz de ninguém menor.
Sorrir e chorar por si só
é princípio da vida,
arte assimétrica esculpida em dó,
em ré, em mi, em toda escala de sol,
com todo o calor do sol
e toda esperança do mundo
para a vida ser cada vez melhor
em todos os ritmos,
nesse mundo de tamanho absurdo...
Absurdo de sorrir e chorar...
Sorrir e chorar, que é o que faço melhor.
Sorrir e chorar, que não faz de ninguém menor.
Jenny Faulstich
* aos queridos amigos Robson Carlos e Edson Miranda (Edinho)
Sorrir e chorar não faz de ninguém menor.
Sorrir e chorar por si só
é princípio da vida,
arte assimétrica esculpida em dó,
em ré, em mi, em toda escala de sol,
com todo o calor do sol
e toda esperança do mundo
para a vida ser cada vez melhor
em todos os ritmos,
nesse mundo de tamanho absurdo...
Absurdo de sorrir e chorar...
Sorrir e chorar, que é o que faço melhor.
Sorrir e chorar, que não faz de ninguém menor.
Jenny Faulstich
* aos queridos amigos Robson Carlos e Edson Miranda (Edinho)
quinta-feira, 6 de março de 2008
Realidade a Varejo I
Um abraço pelo menos de vez em quando...
Encantos e enganos,
a incerteza de uma próxima vez.
Medos e uma inocência desconfiada.
Nada melhor do que um dia após o outro.
O meu coração está a prova.
O que eu sinto?
O que querem dizer meus sonhos?
Até onde vai minha imaginação?
Hum, longe, longe aqui tão pertinho.
O dia-a-dia renova o meu ser.
Aliás, ser fantástico,
o ser humano e suas diferenças.
Hora do remédio e bem sei,
que minha insônia vai me rondar outra vez.
E outra vez dormirei sem um abraço.
Amanhã é 29, ano bissexto, e
não posso esquecer entre tantas coisas,
de colocar um tal documento na bolsa.
Jenny Faulstich
(28/02/2008)
Encantos e enganos,
a incerteza de uma próxima vez.
Medos e uma inocência desconfiada.
Nada melhor do que um dia após o outro.
O meu coração está a prova.
O que eu sinto?
O que querem dizer meus sonhos?
Até onde vai minha imaginação?
Hum, longe, longe aqui tão pertinho.
O dia-a-dia renova o meu ser.
Aliás, ser fantástico,
o ser humano e suas diferenças.
Hora do remédio e bem sei,
que minha insônia vai me rondar outra vez.
E outra vez dormirei sem um abraço.
Amanhã é 29, ano bissexto, e
não posso esquecer entre tantas coisas,
de colocar um tal documento na bolsa.
Jenny Faulstich
(28/02/2008)
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Dias de Cão
Dias de cão,
de tristeza e solidão
e só o eu queria: atenção,
um abraço,
um olhar,
alguém que gostasse de mim,
alguém em que eu pudesse buscar
força e consolo,
e mais um abraço,
e mais um olhar,
alguém pra dividir
notícias boas,
notícias ruins,
e a vida seguir
com mais um abraço,
com mais um olhar,
mais um abraço,
mais um olhar...
Jenny Faulstich
(20/04/2007)
de tristeza e solidão
e só o eu queria: atenção,
um abraço,
um olhar,
alguém que gostasse de mim,
alguém em que eu pudesse buscar
força e consolo,
e mais um abraço,
e mais um olhar,
alguém pra dividir
notícias boas,
notícias ruins,
e a vida seguir
com mais um abraço,
com mais um olhar,
mais um abraço,
mais um olhar...
Jenny Faulstich
(20/04/2007)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Sempre Medo
Medo...
sempre com medo,
sempre que me vejo só,
outra vez...
E quando com alguém,
mais medo,
certa de ficar só,
mais uma vez...
Jenny Faulstich
(22/08/2007)
sempre com medo,
sempre que me vejo só,
outra vez...
E quando com alguém,
mais medo,
certa de ficar só,
mais uma vez...
Jenny Faulstich
(22/08/2007)
Cria-ativa
Minha mente
cria, ativa,
Traz-me o que sempre quis...
dizer, fazer,
o que sempre quis...
pra mim.
Mente cria-ativa.
Jenny Faulstich
(20/09/2007)
cria, ativa,
Traz-me o que sempre quis...
dizer, fazer,
o que sempre quis...
pra mim.
Mente cria-ativa.
Jenny Faulstich
(20/09/2007)
Me abrace
Por favor, me abrace.
Preciso transpor esse meu carinho
que já não cabe em mim,
que precisa um destino seguir,
fazer alguém sorrir,
se sentir querido,
se sentir adorado.
Amigo, por favor me abrace,
preciso passar o que há de bom em mim,
esse amor sem fim
e você melhor do que ninguém
sabe o quanto lhe quero bem.
Por favor me abrace...
Por favor me abrace...
Por favor me abrace...
Por favor me abrace...
o corpo e a alma.
Jenny Faulstich
(10/05/2007)
Preciso transpor esse meu carinho
que já não cabe em mim,
que precisa um destino seguir,
fazer alguém sorrir,
se sentir querido,
se sentir adorado.
Amigo, por favor me abrace,
preciso passar o que há de bom em mim,
esse amor sem fim
e você melhor do que ninguém
sabe o quanto lhe quero bem.
Por favor me abrace...
Por favor me abrace...
Por favor me abrace...
Por favor me abrace...
o corpo e a alma.
Jenny Faulstich
(10/05/2007)
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Ilusória (Sonho erótico)
Sonhei com você...
Foi um sonho erótico.
Não sei se lhe conto
ou me abstenho
com minha satisfação ilusória.
Jenny Faulstich
(15/02/2008)
Foi um sonho erótico.
Não sei se lhe conto
ou me abstenho
com minha satisfação ilusória.
Jenny Faulstich
(15/02/2008)
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Orgulho
Onde termina meu orgulho
e começa meu valor?
Ego ferido cega
a percepção do espelho.
Qual a sensação que me resta?
A de um orgulho ferido,
mas que repousa tranquilo ao travesseiro,
triste diante da injustiça do aviso,
feroz diante do desafio da busca.
"Eis me de novo, forte para a luta."
Vou celebrar minha energia
ao invés de me atirar ao precipício.
Não tenho tempo nem idade
para me descabelar diante de um obstáculo,
afinal, "tinha uma pedra no meio do caminho".
Força, coragem, luz
e um grande caminho
me espera à frente.
Jenny Faulstich
(21/11/2007)
e começa meu valor?
Ego ferido cega
a percepção do espelho.
Qual a sensação que me resta?
A de um orgulho ferido,
mas que repousa tranquilo ao travesseiro,
triste diante da injustiça do aviso,
feroz diante do desafio da busca.
"Eis me de novo, forte para a luta."
Vou celebrar minha energia
ao invés de me atirar ao precipício.
Não tenho tempo nem idade
para me descabelar diante de um obstáculo,
afinal, "tinha uma pedra no meio do caminho".
Força, coragem, luz
e um grande caminho
me espera à frente.
Jenny Faulstich
(21/11/2007)
Intermináveis
Horas a fio...
intermináveis...
O que é dia
e o que é noite?
O tempo não importa,
meu corpo já não distingue mais
dia e noite,
angústia, penúria,
alegria ou loucura,
quando começa,
quando termina...
Minha mente, elétrica,
me mantém acordada
por horas a fio...
intermináveis...
Ora saudade,
ora vaidade,
ora felicidade, infelicidade,
certezas e incertezas,
quebro a cara
e quando menos espero
boas surpresas...
Vai entender!!!
Dia e noite,
loucura, insensatez,
alegrias, bem feitorias,
meus pensamentos...
O tempo e a esperança...
intermináveis...
Jenny Faulstich
(09/01/2008)
intermináveis...
O que é dia
e o que é noite?
O tempo não importa,
meu corpo já não distingue mais
dia e noite,
angústia, penúria,
alegria ou loucura,
quando começa,
quando termina...
Minha mente, elétrica,
me mantém acordada
por horas a fio...
intermináveis...
Ora saudade,
ora vaidade,
ora felicidade, infelicidade,
certezas e incertezas,
quebro a cara
e quando menos espero
boas surpresas...
Vai entender!!!
Dia e noite,
loucura, insensatez,
alegrias, bem feitorias,
meus pensamentos...
O tempo e a esperança...
intermináveis...
Jenny Faulstich
(09/01/2008)
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Fugir de mim (na pele de um sapo)
Mais um dia em que se eu pudesse fugir...
Fugiria de mim!
Ficaria por perto,
mas deixaria de ser este ser:
triste, chato, feio e sem graça.
Deixaria de ser a rainha
na pele de um sapo,
e reinaria soberana
minha própria história,
sem baixar a cabeça
para qualquer sentimento ou fato.
Ah! Se eu pudesse fugir...
De mim!
Mas cá estou, este ser
triste, chato, feio e sem graça,
a poderosa rainha de história formosa
na pele de um sapo à beira da fossa.
Jenny Faulstich
(30/08/2007)
Fugiria de mim!
Ficaria por perto,
mas deixaria de ser este ser:
triste, chato, feio e sem graça.
Deixaria de ser a rainha
na pele de um sapo,
e reinaria soberana
minha própria história,
sem baixar a cabeça
para qualquer sentimento ou fato.
Ah! Se eu pudesse fugir...
De mim!
Mas cá estou, este ser
triste, chato, feio e sem graça,
a poderosa rainha de história formosa
na pele de um sapo à beira da fossa.
Jenny Faulstich
(30/08/2007)
Vampira
Preciso de um...
... abraço...
Preciso sentir...
... mãos, em meus ombros nus...
Preciso explorar energia.
Quero o calor da pele
que não a minha.
Absorver os ares
de cada momento,
de cada emoção,
a parte física de uma melodia,
a magia da noite
no pleno decorrer do dia.
Parasita do amor,
preciso de alguém,
preciso...
... do carinho de alguém,
para passar a ser a simbiose
que preciso ser... e viver.
Preciso de um abraço...
Preciso de um...
... toque de lábios,
e de repente sugar
um pouco da esperança alheia
de bem-querer... e viver.
Antes que eu venha a sucumbir,
menosprezável melancolia.
Jenny Faulstich
(29/08/2007)
... abraço...
Preciso sentir...
... mãos, em meus ombros nus...
Preciso explorar energia.
Quero o calor da pele
que não a minha.
Absorver os ares
de cada momento,
de cada emoção,
a parte física de uma melodia,
a magia da noite
no pleno decorrer do dia.
Parasita do amor,
preciso de alguém,
preciso...
... do carinho de alguém,
para passar a ser a simbiose
que preciso ser... e viver.
Preciso de um abraço...
Preciso de um...
... toque de lábios,
e de repente sugar
um pouco da esperança alheia
de bem-querer... e viver.
Antes que eu venha a sucumbir,
menosprezável melancolia.
Jenny Faulstich
(29/08/2007)
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